09 fevereiro, 2016

Os refugiados e o equilibrio do comércio externo

 

se lhes caçarem os haveres à entrada,
 a balança externa alemã será equilibrada...

(entretanto, resolvi  trocar a máscara de tédio pela máscara de raiva) 

08 fevereiro, 2016

Mascarei-me de tédio mas, para desalento meu, toda a gente me reconheceu...


Inspirado naquelas páginas centrais, fui-me à mascara, para me mascarar. Passei o dia a olhar para o ar, a bocejar, a beber alarvemente, a fumar e com conversas vazias. Não me esqueci das asas... mas...  por onde passava todos me cumprimentavam e se me dirigiam pelo nome. Até os meus netos, mascarados de miúdos, me descobriram a careca: "Ó vô, deixa-te disso!"
Eu acho que só se deixa entediar quem não tem nada que fazer, quem não tem nada em que pensar...
(e hoje foi um dia em cheio!)

07 fevereiro, 2016

As opções orçamentais, as exigências de Bruxelas e os comentadores.


Foi enquanto eu trabalhava na Coopers & Lybrand, muito antes da fusão mundial desta firma com a Price (em 1998) e consequente criação da PricewaterhouseCoopers (hoje PWC), que conheci Jaime Esteves. A nossa relação era esporádica e nem sequer era profissional pois eram muito distintas e sem afinidades as nossas áreas. Contudo, ambos reconhecíamos, cada um no outro, o valor profissional e ligava-nos esse reconhecimento nunca aprofundado numa amizade que a distância (eu em Lisboa, ele no Porto) estava longe de favorecer. 

Tudo isto a propósito das cada vez mais frequentes intervenções do Jaime Esteves na imprensa, emprestando a sua competência técnica a opiniões a que a PWC, através dele, tem vindo a ser solicitada. 

Hoje, reajo. Lendo o Público não calo o desgosto em o ver produzir afirmações desmentidas no próprio jornal, e no mesmo dia. Enquanto Jaime Esteves atribui a carga fiscal a opções do Governo, parece-nos claro que estas terão sido impostas por Bruxelas:

"Os Orçamentos são feitos de opções e este opta por uma difícil quadratura do círculo (...) O crescimento da carga fiscal nunca é positivo, nem para famílias, nem para empresas, nem para a economia em geral. Pelo contrário, o País precisa urgentemente de um desagravamento fiscal significativo, tornando-se um País amigo do investimento, para atrair capitais que lhe permitam crescer e criar emprego (...)"

"(...)Ao negociar com Bruxelas, já no último dia de discussões (...) foram introduzidos impostos sobre o consumo que, de forma indirecta, afectam o poder de compra das famílias. É o caso dos combustíveis, das compras de veículos, do tabaco ou do acesso ao crédito ao consumo (...)"
Nuno Ferreira Santos, hoje também, e no mesmo jornal 

06 fevereiro, 2016

E... é sempre a somar!

Nesta foto, tinha menos dois anos. Agora só tem mais uma ou outra ruguita, só faz mais uma ou outra fita, mas continua assim, bonita
Se sabe fazer contas de somar, some!
 A há quem se lembre dela assim: