01 setembro, 2015

A 400 000ª visita que por aqui passou não me comentou! (acho eu)


Dizia o Marcelo, no domingo passado, que Jerónimo de Sousa terá tido, na sua entrevista à TVI, uma audição ao mesmo nível da do Passos Coelho e superior à do António Costa. É um indicador interessante! Mais interessante que o seu elogio... Contudo, é indiscutível que a importância da coisa será avaliada nas urnas, pois nem sempre tudo é o que parece ser...

Mas falando de mim (que também cresci), estou até desolado: nunca os comentários foram tão escassos...
(a blogosfera já não é aquilo que era)

31 agosto, 2015

Gioconda: o sorriso transformado e o meu questionário

Conta quem viu que foi mesmo assim que a Gioconda se comportou!
E quando foi que aconteceu?
  1. Enquanto o Marcelo dizia ser Jerónimo de Sousa uma pessoa encantadora?
  2. Enquanto acompanhava a última intervenção na tal universidade de verão?
  3. Depois de ouvir o ex-deputado do CDS a explicar porque aceitou o convite do PS?
  4. Depois de ler o enésimo apelo ao diálogo, feito por Cavaco?
(aceitam-se respostas múltiplas)
___________
PS - Haverá quem sugira outras situações ou alternativas, mas foram rejeitadas. Nessas passagens, a Gioconda limitou-se a sorrir com aquele enigmático sorriso de quem percebe que só viriam acrescentar ruído 
 

30 agosto, 2015

Rentrée? E isso quer dizer o quê?

Só regressa quem deixou de estar e isso não tem a ver connosco. Sempre estivemos, porque a luta não tem interregnos nem segue dentro de momentos...
"Levantar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer". Faz crescer o corpo, a alma e a Festa. No acampamento, todos se levantaram cedo e cedo se levantaram os que residem perto... depois é o trabalho. Jornalistas?, nem vê-los pois que andam ocupados por outras paragens por exigências de agenda, da manipulação, da omissão...
Ontem o dia foi como as fotos mostram, onde a própria arte toma partido...


... e Jerónimo de Sousa enalteceu e saudou a multidão que ali se juntou, e foi assim


29 agosto, 2015

Poesia (uma por dia) - 79

 

AOS QUE VIEREM DEPOIS DE NÓS

Bertolt Brecht
(Tradução de Fernando Peixoto)

É verdade, eu vivo num tempo sombrio!
Uma palavra sem malícia é sinal de tolice.
Uma testa sem rugas é sinal de indiferença.
Aquele que ri
Ainda não recebeu a terrível notícia.

(Este poema citou Cid um dia
e hoje chegou a vez de Maria)