26 julho, 2016

O regresso... e algumas frases batidas


Por fim, regressado.
A imagem não é bem a de Manta Rota à hora-de-ponta, mas era parecida, com a maré vazia. Para evitar dar cotoveladas, chegávamos cedo. Toalha estendida, procedia à minha primeira rotina, ler a imprensa - "a leitura matutina do jornal é uma espécie de prece realista" (Hegel) - e, assim, dias a fio, fui consolidando a certeza e actualidade das minhas frases preferidas. Umas muito batidas, outras nem tanto:
  • Mudar o Mundo não custa muito, leva é tempo (aqui)
  • O impossível é tão só e apenas aquilo que ainda não aconteceu (aqui)
  • "Insanidade é estar a fazer as mesmas coisas e esperar resultados diferentes" (aqui)


  • A desvantagem de ter péssima memória é sofrer muitas vezes com as mesmas coisas más como se fosse a primeira vez. (aqui)

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    NOTA DE AGRADECIMENTO: A todos os que aqui foram passando o meu obrigado. Beijos e abraços, conforme o caso.

    13 julho, 2016

    Olha Bartoon, continuamos sem qualquer indício de não haver mais que isso!


    Julgo-me ser equilibrado. Quando ganharam exultei, festejei. Algumas lições tirei... e até citei:
    «Os dirigentes portugueses não podem ignorar que na sua rectaguarda continua a existir um potencial de orgulho e mobilização com que podem contar para enfrentar estratégias injustas e ilegítimas que fazem sofrer o povo.»
    ...mas agora interrogo-me se não foi o ganho bem pior que o desaire de ter perdido.