26 junho, 2016

Eleições em Espanha? Nada ficará como antes!


«Chama-se Alberto Gárzon e é, com apenas 30 anos, o mais jovem de todos os líderes partidários. Em tempos de novos partidos e de novos paradigmas, coordena a Esquerda Unida, federação que é herdeira directa da Transição e da Esquerda Republicana. Num país em convulsão político-partidária, com formações a lutar pelo poder dois anos depois de terem sido formadas, Gárzon é o mais popular de todos os líderes partidários e arrisca-se a influenciar, e muito, os próximos anos da vida espanhola».
(continue a ler)
Em actualização 
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Tenho vindo a citar Eisntein sobre a insanidade. Dizia ele "Insanidade é estar a fazer as mesmas coisas e esperar resultados diferentes". Ocorre-me a propósito dos resultados eleitorais, que os povos também são insanos quando votando (quase) da mesma maneira esperam resultados diferentes. Quanto a Gárzon... ainda agora começou, 
e (com ele) nada será como antes  
Actualizado em 27. Junho, 01:26
 

25 junho, 2016

Porque é que as mulheres não são comentadoras?


Não é simples de responder à questão em título! A minha Teresa nunca se terá interessado tanto como neste campeonato. No decurso do jogo, ela falava, e eu calado. Acho que ela vale pelo punhado de comentadores, que acabam nos dando mais sono que o próprio jogo!
( A "minha-mai-nova" ficou de nos pintar a bandeira na cara, para ficarmos "à moda"... demora... merece uma sova!)

24 junho, 2016

Sobre a vitória da saída da União Europeia no referendo realizado no Reino Unido


Não sabemos o que a Rainha pensa, nem ela o dá a pensar. Afastemos a ideia de o adivinhar. Especulemos pensando que a Rainha pensa, exactamente, o que avisa o meu Partido.
Se há um directório, e há, como vai agir? Vejamos:

«Quaisquer medidas ou manobras que ignorem o significado político deste referendo, que se refugiem em estigmas sobre o povo britânico, que tentem contornar ou mesmo perverter a vontade daquele povo ou que apontem para fugas em frente de natureza anti-democrática e de maior concentração de poder ao nível da UE, só contribuirão para o aprofundamento de problemas e contradições propícios ao desenvolvimento de posições e forças reaccionárias e de extrema-direita que crescem na Europa e contra as quais é necessário lutar. Forças e posições que se manifestaram no referendo britânico e que se alimentam das consequências das políticas da União Europeia cada vez mais antidemocráticas, anti-sociais e de opressão nacional.»

Bom S. João (de martelinho na mão? Pois então!)



Tiram-nos tudo, ó São João
Que fazer desta má sina?
Festejos são ilusão
Com martelinhos vindos da China

Com martelinho vindos da China
Vem meu santo em meu socorro
Inverte esta má sina
Devolve meu alho-porro

Rogérito
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É verdade, primeiro era metade/metade. 
Não muito depois aconteceu isto