27 janeiro, 2012

Há pouco mais de um ano...

Era assim a imagem do outro blogue, onde ia publicando páginas do meu livro 
Fechei-o. Quando o queria abrir, não consegui. O que eu perdi...

Em Novembro de 2010 iniciei o livro que vai ser apresentado amanhã. O texto que hoje publico integrava o prefácio provisório. O nome ainda estava em dúvida e hoje é conhecido. O projecto, esse mantém-se em aberto e ainda não decidi o que vou de seguida fazer. Fica a promessa: vou continuar a escrever.
"(...)As viagens sobre as quais vou escrever, estão no mapa. São viagens impostas e não escolhidas de entre a oferta turística para destinos de veraneio ou de cultura. São viagens impostas por desígnios que outros consideraram sem me ouvir, replicando-se, assim, a viagem que conduziu à minha própria existência (“eu nem se quer fui ouvido no acto de que nasci”). Não farei reclamações por ter sido introduzido por esses caminhos pois, como parece ter ficado claro, encaro normal no meu passado que me tenham condicionado horizontes. Outra coisa é a forma de navegar. Aí sim, tenho responsabilidades. Sobre como o fiz, o que fiz e o que deixei de fazer. Significa então a minha aceitação por imposições externas na direcção que deve seguir um homem? Sou contrário ao princípio de que cada um deve poder escolher o seu caminho? Claro que não. Mas escrever sobre isso seria escrever sobre a utopia. Não sei se o farei ou se guardarei para outro dia…"