25 julho, 2014

Salazarentos destinos, com o povo ao fundo... 2

Relembrar um poema de marear vem a propósito de uma questão colocada num comentário e na promessa da merecida resposta.
Nunca, nestas circunstâncias!
Nunca, é uma palavra forte, mas não a tememos, como não tememos o vento norte. Mas a resposta assim não fica completa. Atentos a todos os ventos, percebemos quais os de feição. E quando algo soprou, como uma esperança, treinados nas ondas da resistência, não acorremos a aparelhar navios e a soltar velas, e esperámos. Sabedoria essa, a da resistente espera, pois logo se anunciam as cartas de navegação que vão ser analisadas e discutidos os rumos. Olhando-as, nos interrogamos: Enfrentar mostrengos? Nada. Não, não juntaremos a nossa barca a essa frota que a nada se afoita. Para mim, acho que ficarão em terra, com o Povo ao fundo, acenando, numa vã esperança...

9 comentários:

  1. Mão firme no leme da nossa barca, Rogério! Sempre!

    Abraço!

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  2. Ora aqui está uma bela e poética resposta a uma Rosa dos Ventos que anda sem rumo há muito!

    Abraço comovido

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  3. ~
    ~ ~ ~ Excelente poema! ~ ~ ~


    ~ ~ ~Bom fim de semana.~ ~ ~

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  4. Gostei do poema.

    Do post anterior, pois os sionistas e os religiosos ultra-ortodoxos querem a reconstrução do Grande Israel , e com o apoio sem condições dos EUA, ainda lá chegam...

    Bom final de semana

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  5. Um poema claro e actual.
    As manhas e as manobras políticas pretendem tirar-nos a força e a razão, mas ainda temos a força do vento que sopra esperança .

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  6. As palavras do poema são acertadas: nunca há apenas um caminho que nos leve à verdade (se é que ela existe...)

    Porém também é certo que dificilmente vocês, que se pensam uma casta, juntarão a vossa barca a qualquer que seja a frota...

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  7. Mas como achar o rumo se deitaram fora a bússola?

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  8. se houvesse apenas um caminho negro seria o futuro...

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