07 agosto, 2014

Será a quadrilha quem escolhe o policia?


O sistema financeiro é um quebra-cabeças embora não se veja ninguém de cabeça partida e todos parecem gozar boa vida: os banqueiros, os grandes accionistas, os reguladores, os supervisores e o próprio Governo. A teia enleia e dela mal se percebem os contornos. Mas então, se não há respostas formulemos perguntas. Esqueçamos, por momentos, que perguntas sobre o que se passou no BCP, no BPN, BPP ficaram e permanecem sem respostas... Mas agora, sobre o BES, leiam-se dez. Apenas dez: in "grande farra" (que nunca mais acaba)!

Ah, aproveitando a embalagem, aqui ficam um monte delas:
«E a Caixa? Quando é que a Justiça decidirá ser oportuno cumprir o seu dever de tratar das irregularidades denunciadas há séculos? Quando é que teremos a "surpresa" de "descobrir" na Imprensa que "surpreendentemente" os gestores da CGD favoreciam amigos em prejuízo das contas do banco público? Quem irá preso no caso CGD? Quem? Quantos? Porquê? Como? Onde? Quando?»
Editado pelo "Perguntas inOfensivas" 
Mas não se pense que foram estas apenas as perguntas... Vejam só:



6 comentários:

  1. Em Portugal só é preso quem rouba pouco!:(

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  2. Mas quem é que nos salva desta praga? Se houvesse Justiça...

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  3. O polícia perguntou aos lobos: e agora quem é que vai guardar o galinheiro?
    Nós!- responderam os lobos em uníssono

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  4. Parece-me que a polícia também "escolhe" as quadrilhas.

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  5. ~
    ~ ~ Parece não haver dúvida que o Vitor-- constancio na sua incapacidade de liderança-- esteve unicamente a servir o lema do governo, no sentido de não dar sinais negativos aos mercados internacionais.
    ~ ~ Se já estávamos na caixa do lixo, para que o tentou esconder?!

    ~ ~ Uma pessoa muito inteigente, mas, de todo, pacóvia.

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  6. Valha-nos santa Bárbara que a trovoada não alivia.
    E a Caixa? sim a tsl que o Pedro queria vender, não se sabe bem a quem. Aquela alternância de poder, com distribuição dos tachos a preceito, durante tantos anos.Negociatas, financiamentos... É melhor não mexer em nada senão ficamos sem nada. A gente nem no pai natal fica a acreditar?

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