25 setembro, 2015

Fosse o discurso de Francisco ouvido e, a partir de hoje, a campanha seria diferente


"Os organismos financeiros internacionais devem velar pelo desenvolvimento sustentável dos países e não a submissão asfixiantes destes por sistemas de crédito que, longe de promover o progresso, submetem as populações a mecanismos de maior pobreza, exclusão e dependência"
Papa Francisco, discurso de hoje na ONU

24 setembro, 2015

O PS e o voto útil (útil para eternizar o circulo vicioso)



Começam os apelos explícitos. Quantos sapos é preciso engolir para se sair de um circulo vicioso? Quantos? É um salta Costa, salta Costa, salta Costa... E o sapo salta! Se engolirmos a crise passa? Se engolirmos teremos o quê? Talvez não o pesadelo... talvez, então... "só" uma enorme indigestão.
(segue-se o pesadelo seguinte)

22 setembro, 2015

21 setembro, 2015

Poesia (uma por dia) - 81

Coisas da terra, coisas do mundo

primeiro, o poeta
busca o absoluto. Não tenham dúvida:
o poeta busca o absoluto.


mas depressa o absoluto
suplica remedição

e o que era a alegria de viver
transforma-se na luta por estar vivo
em alegria

isto pensa o poeta
descendo uma calçada de maio
até ao âmago da comoção

estar ali
ouvir a paz rosada das rosas
as voltas ansiosas das abelhas
pela doçura do pólen
carregado de mel

sentir em êxtase
o tremular da claridade
a subir, de folha em folha
até aos topo destas coisas
que nos vêm da terra

das outras coisas
das que nos chegam do mundo
um arrepio profundo

um fio de sangue
um grito aflito
uma sirene em contramão
a rasgar a noite, a paz, o coração...

e o poeta tropeça
na mansidão
dos ecos de maio
que em desmaio
lhe fogem da mão.

20 setembro, 2015

Brecht dito, no comício (como se tivesse regressado, do passado)


I
A injustiça avança hoje a passo firme.
Os tiranos fazem planos para dez mil anos.
O poder apregoa: as coisas
continuarão a ser como são.
Nenhuma voz além da dos que mandam.
E em todos os mercados proclama a exploração:
Isto é apenas o meu começo.
Mas entre os oprimidos muitos há que agora dizem:
Aquilo que nós queremos nunca mais o alcançaremos.
Quem ainda está vivo nunca diga: nunca.
O que é seguro não é seguro.
As coisas não continuarão a ser como são.
Depois de falarem os dominantes, falarão os dominados.
Quem pois ousa dizer: nunca?
De quem depende que a opressão prossiga? De nós.
De quem depende que ela acabe? De nós.
O que é esmagado, que se levante!
O que está perdido, lute!
O que sabe e o que se chegou, que há aí que o retenha?
Porque os vencidos de hoje são os vencedores de amanhã.
E nunca será: ainda hoje.
II
Desconfiai do mais trivial,
na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente:
não aceiteis o que é de hábito
como coisa natural.
Pois em tempo de desordem sangrenta,
de confusão organizada,
de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada,
nada deve parecer natural.
Nada deve parecer impossível de mudar.
 _______________________
Depois dos poemas de Brecht, o desafio 
que a TVI passou à maneira dela

19 setembro, 2015

Maria, e um sábado bem passado


Entre pais, irmãos, primos, tios, avós e alguns outros convidados, foi o dia festejado. 5 anitos. A festa foi hoje, sábado.
E assim correu o almoço, em boa companhia...


...ia a tarde a meio, quando a banda veio. Veio sem ser convidada mas pararam à porta e deram pequeno concerto, mesmo sem terem por ali coreto...


...vieram a correr da "piscina" para assistir. Depois a banda foi embora porque... estava na hora...


... na hora de "apagar o bolo"...


...e ei-la, depois equipada, com quase todas as prendas recebidas...



... e foi pedalar, pedalar, pedalar, até a noite chegar!!!

18 setembro, 2015

O "quarto poder" e a luta escondida (mas que existiu, existe e está viva)

Não foi, não parece que tenha sido, a imprensa a que lançou a expressão "arco do poder". A imprensa, de tão tosca, não tem essa capacidade inventiva. Nem a imprensa instalada, a escrita, a televisiva e a falada, precisa de ser criativa. A imprensa promove, amplia, sustenta. Assim, a tal expressão, logo que nasceu, foi promovida, ampliada e sustentada. O "quarto poder" tem a vida facilitada, não precisa inventar nada, basta dar à estampa o que lhe mandam estampar. Quem? A resposta pode ser mais complexa... ou não.
Por isso, a "luta continua" e vale a pena lutar!

17 setembro, 2015

Poesia (uma por dia) - 80



No labirinto
Quando tudo começou
Os caminhos eram dados por largos e floridos
Pareciam floridos os caminhos
Teriam veredas
E rotundas belas
Os espaços desenhavam-se abertos
Não se davam por incertos
E iam-se abrindo as saídas
Sem se perceber que davam
Para um mesmo lado
Apenas invertendo
O sentido
Uns iam indo
Outros vindo
Um velho cruzava-se com outro velho
E um ao outro dizia
Não tem saída
Um jovem cruzava-se com outro jovem
E um ao outro dizia
Não tem saída
Um homem cruzava-se com outro homem
E um ao outro dizia
Não tem saída
Um homem cruzava-se com uma mulher
Enamoraram-se e seguiam por um caminho
Que parecia alternativo
Mas que também não tinha destino
Tiveram filhos que, distraídos
Lhes seguiram os trilhos

No labirinto, hoje, fervilha vida
Que não encontra saída
Nem ouvem, surdos
Quão vulneráveis são os muros

E continuam
Indo e vindo
No labirinto
Rogério Pereira

____________
Poema reeditado, profundamente retocado

16 setembro, 2015

Maria, 5 anitos, bonitos

Costuma andar
com uma borboleta pintada no rosto
Hoje mora lá este sorriso
que também voa
para quem o olha
Lindo o olhar
Lindo esse voar

Um beijinho, Maria

15 setembro, 2015

Desmaquilhagem... é hora de ir para a escola.

Compenetrados, um brinca com o que há para brincar, outro, aturadamente maquilha enquanto ela confia na arte de maquilhar. A televisão desligada, pois tudo tem hora para acontecer. Foi no sábado passado. Hoje, para eles foi o primeiro dia de escola. Ela, a esta hora estará desmaquilhada e amanhã entrará numa escola nova. Na escola não aceitam borboletas na cara. Esperemos que as aceitem na alma. Dela e deles. E que voem!

14 setembro, 2015

António Costa e o «Isso é tudo muito bonito, mas...»


Esta imagem engana sobre o que me traz aqui. De facto não venho dizer-lhe que Jerónimo é um dos (muito) poucos políticos em quem confiaria contar-me, em família, coisas com boa ironia. Venho sim falar do minuto final de António Costa. Depois de Catarina Martins ter demonstrado, desmontando números, que "Isso é tudo muito bonito, mas", Costa acusou o efeito daquele "mas" a atravessar-lhe a retórica. 
Vejam o vídeo, o rosto de Costa, no final, é expressivo!

13 setembro, 2015

Redacções do Rogérito - 27 ("Carta aos indecisos")

Tema da redacção: "Carta aos indecisos"

«Caro senhor indeciso 
resolvi dedicar-lhe esta carta depois de um senhor lhe ter escrito oito e ainda assim se manter indeciso talvez porque quem lhe escreveu não se atreveu como agora me atrevo eu em considerar que isso de ser indeciso é uma doença que se pega tal como uma praga ou uma peste ou uma doença venérea e que só se resolve dando alguma atenção a esta minha redacção.
Caro senhor indeciso eu cá tive a sorte de nunca ter isso não por ter sido vacinado nem por qualquer outra razão mas porque foi educado para que sempre que uma dúvida nos assalta o melhor é fazer a pergunta certa como por exemplo se me querem impor sopa eu perguntar o que é o resto sem nunca hesitar quando o resto é de agradar e se não é fico-me pela sobremesa que isto de comer cada um come o que quer e não o que lhe quiserem dar sobretudo se sabemos que a sopa é má e o resto é indigesto. Ah e um aviso se lhe prometem sopa conduto e doce ou fruto pela  sua indecisão e sem questionar nada um dia ainda acaba por ficar a pão e água.»

Rogérito


11 setembro, 2015

A lagartixa


Estava ela de cara enfeitada a brincar com nada (que é aquilo que os netos fazem enquanto não escolhem a próxima brincadeira) quando ouviu um "Plim!"
Exactamente assim, "Plim!"
Ela olhou, olhou, olhou, e não viu nada. Mas voltou a olhar e lá estava, na água.
Não era pedra, pois as pedras afundam.
Não era folha, pois as folhas não mexem.
Não era gente, pois pessoa que cai na água faz barulho diferente.
Era uma lagartixa, que aflita, ainda se mexia, lá no meio da piscina. Foi a correr procurar um caniço, mas o que encontrou  era curto e procurou outro, que era bom para salvar o bicho. Puxou-a, foi-a puxando, puxando, puxando, mas já não se mexia. Estaria morta?
E agora? Como se pega numa lagartixa, meio afogada, que já nem mexe, nem nada?
Foi pelo rabo, com muito cuidado.
A primeira ideia foi brincar com ela, mesmo assim, brincar aos médicos e doentes, como já fizera antes, mesmo sem pacientes, carentes de cuidados intensivos. Mas mudou de ideia, seria horrível vê-la morrer em sua mão, deixar de sentir o coração. Não!
E resolveu colocá-la em cima do pequeno, soalheiro e quentinho muro que havia por perto.
E esperou, esperou, esperou, até que a lagartixa despertou. Voltou a pegar-lhe pelo rabo e a lagartixa agitou-se, agitou-se, agitou-se tanto, que quase largava a cauda.
Chegou a mãe e disse "Que estás a fazer Maria?"
"A salvar aquela lagartixa!" e enquanto apontava para o lugar, a lagartixa começou a andar, a andar, a andar. Primeiro devagar e depois com aquela energia com que as lagartixas correm depois de serem salvas.
"Mãe, viste?"
"O quê?"
"Ela olhou para trás!"
"Foi para te agradecer pelo que acabas de fazer!"
Seguiu-se um silêncio povoado de orgulho e depois lá veio a pergunta:
"E tu achas que aquela rã, também agradeceu ao Diogo?"
"Sim, e até lhe piscou o olho!"

10 setembro, 2015

O debate dos passa-culpas

Diz um: o culpado de tudo és tu. O outro responde-lhe o mesmo.
Mostra a evidência que são culpados... a esmo!


«O chefe da equipa negocial do PSD fez questão de mostrar para as câmaras uma fotografia tirada com o seu telemóvel que regista o momento em que assinava, em sua casa, o Protocolo de Entendimento sobre o OE, ao lado de Teixeira dos Santos. "Que tem a hora, 23h19 minutos", disse, referindo-se à fotografia como "histórica".»
 in "Expresso", 30.10.2010

Não vos venho falar do tal wrestling, mas de golpes que, de tão mal combinados, deixa ambos maltratados. Veremos como os passa-culpas tropeçam nas urnas

09 setembro, 2015

Passos vs Costa - Do wrestling (há a luta real, e há a luta inventada. Depois, mais nada)


Sentei-me na poltrona e esperei a hora.
Os contendores foram escusados da vénia, mas trocaram sorrisos, talvez a disfarçar tensões, nervosismos. Mas antes de começar o confronto, já o wrestling tinha ganho um importante ponto: o condicionamento do povo. Cada um dos espectadores colocados viram reduzidas as opções, e foi assim: "venha o diabo escolha"!
Por mim, aplaudo tudo o que Costa jogou, mas não posso aplaudir os golpes a que Costa se furta. O wrestling tem regras e ninguém luta fora delas. Os entrevistadores, senhores do seu oficio, sabem disso:
"Quem e como pagar 8 mil milhões/ano só de serviço da dívida?"
Alto, essa pergunta é proibida!
"Onde vai parar a venda do País?"
Alto, essa pergunta é infeliz!
"Que fez o PS durante quatro anos de empobrecimento?"
Alto, paremos as perguntas por falta de tempo!
"Se estamos na UE, como foi e como vai ser?"
Como ninguém perguntou, como iam responder?
Subscreveria todas as respostas de Costa, fossem outras as regras do confronto e as questões omissas fizessem parte das regras...
Foi Costa que ganhou? Mas quem foi que perdeu?
 

08 setembro, 2015

Umberto Eco e o papel do intelectual, hoje


"Qual o papel do intelectual hoje? Não dar muitas entrevistas! [risos] Falando a sério, penso que é duplo. Primeiro, é dizer o que as outras pessoas não dizem. Não é dizer que há desemprego em Itália. Segundo, não é resolver os problemas imediatos, é olhar para a frente. Se um poeta está num teatro e há um incêndio, não se põe a recitar poemas: chama os bombeiros. Pode é escrever sobre incêndios futuros."
Humberto Ecco, ao Expresso 

E se à sua frente não houver mais nada do que terra queimada? E se à sua volta já tiver ardido tudo e da humanidade não restar mais nada? A imagem do poeta ligando o 112 é forte e revela sentido prático, mas é um apelo à deserção do ataque em contra-fogo...

Vamos lá poetas, ateemos um fogo nosso!

07 setembro, 2015

A Festa, para meu registo, (também) foi isto!


Andei por todos esses lugares, em trabalho ou a usufruir. Mas tive uma tarefa digna de registo (como se todas não o fossem). Eu conto. Fiz parte de uma "Brigada de Contacto". O Partido tem esse cuidado. Abordar quem está, como vê e sente a Festa, se é a primeira vez, se há algo errado nela, ou se tudo lhe está a agradar, se já foi ver isto e aquilo, e a outra coisa. Depois passamos às questões politicas e é frequente que a conversa se estenda, de tema em tema, por vezes acesa.

No fim, desejamos "boa Festa!". E guardamos, ou um endereço de mail, ou um número para contacto, ou uma ficha preenchida, ou "apenas" um sorriso. E quando Jerónimo afirma, quando falava no comício, que durante a Festa se tinham inscrito cerca de 300 jovens, comentei para mim próprio: "Que gosto me ter tocado tarefa tão facilitada!"
 Palavra!



04 setembro, 2015

"E qual é o vosso modelo?" - pergunta com malícia o jornalista


A pergunta é insistente. "E qual o vosso modelo?" E, por ser tão insistente, até eu não escapo: "Qual é o vosso modelo? E... dá lá um exemplo!"
A resposta saí-me pronta "Modelo? Podes viver na representação que te mostramos, logo e durante mais dois dias. Podes até experimentá-lo, senti-lo! O nosso modelo é aquilo!"
O nosso modelo é isto!

03 setembro, 2015

«Quem fornece armas ao "Estado Islâmico"? e quem lhe compra o petróleo que este produz nos vastos territórios ocupados?»


Há um cinismo presente nestas primeiras páginas. Quem colheu a imagem que percorreu hoje a imprensa de toda a Europa e mesmo do mundo, terá tido bom pecúlio. O horror rende. Amanhã estará banalizada e o filão também vai estando pois todos os dias serão generosos em fornecer imagens semelhantes. O terror continua... 

De lágrima fácil e com a alma à flor da pele emocionamo-nos com as consequências sem que nos ocorra a inquirição das causas. Jerónimo de Sousa, há pouco na RTP1, pôs o dedo na ferida: 
 «Quem desestabilizou toda aquela região? Quem fornece armas ao "Estado Islâmico"? e quem lhe compra o petróleo que este produz nos vastos territórios ocupados?»
Quem?

02 setembro, 2015

A rã

Escolheu a avó a melhor alface do mundo. Limpou-a de folhas velhas e meteu-a no frigorífico, bem acondicionada. Passaram-se uma, duas, três ou mais horas, quando chegou a hora da salada a avó foi busca-la. Cortou-a à mão, como mandam as boa regras e a tradição. Tirou uma folha, duas, três ou mais que foram, quando deu por ela. E disse "olha!", olhando a a folha.
Lá, especada, talvez temendo pela sorte, talvez sem temer coisa nenhuma, estava ela. A rã!
Era tão pequena, tão pequena, tão pequena, que caberia numa só garfada, de salada. Mas não, foi salva!, pois a avó era meticulosa na culinária. Sabendo como o neto gosta e adora todo o bicho que me mexa, logo o chamou. E o neto adorou. Pegou nela. Primeiro com toda a cautela e depois nem tanto. A pequenina rã saltou como um saltimbanco e deu um pulo, e outro, e outro, e outro, daqueles que todas as rãs sabem dar, mesmo que não fujam de quem não lhes sabe pegar. O neto gostou. Gostou, muito mais do que qualquer outro bicho que apanhou. A rã, nem tanto.
Veio o avô, sisudo, com o ar mais severo deste mundo, e sentenciou: "esta rã se aqui fica, estica". E depois explicou o que entendia por esticar. Porque assim, porque assado, porque a rã precisa de um amigo ou de uma irmã, precisa do corpo sempre molhado e dum habitat a preceito, de um ambiente a seu jeito.
O neto, que entretanto diria "este é o melhor dia da minha vida", ficou convencido. Ele, que normalmente teima uma vez, duas, três, aceitou à primeira que a pequena rã tinha que levar outro caminho. E levou. No outro dia, cedinho, avó, avô, neto e rã, procuraram um sitio, com todo o afã: "Ponha naquele lago grande, lá em cima. onde há nenúfares e peixes", aconselhou o chefe dos cantoneiros e jardineiros daquelas paragens. Esta opinião confirmara outra, que na véspera tinha o avô recolhido numa reunião politica, colocando o problema daquele destino, antes da ordem do dia. Assim fizeram, e lá foram avó, avô, neto e rã a caminho do destino indicado e até confirmado.
Chegados lá, o neto pegou na rã e logo que esta viu a água, os nenúfares e o resto, pimba! mergulhou nisso e, de pronto, perdeu-se-lhe o sumiço.
Inquieto, o neto, perguntava "onde está?" Triste, a avó, em coro com o avô, perguntou "onde foi parar?" E ficaram os três a olhar, a olhar, a olhar.
 "Vô, amanhã passas por cá a ver se ela está cá?"
"Claro!" (e vou mesmo passar)

01 setembro, 2015

A 400 000ª visita que por aqui passou não me comentou! (acho eu)


Dizia o Marcelo, no domingo passado, que Jerónimo de Sousa terá tido, na sua entrevista à TVI, uma audição ao mesmo nível da do Passos Coelho e superior à do António Costa. É um indicador interessante! Mais interessante que o seu elogio... Contudo, é indiscutível que a importância da coisa será avaliada nas urnas, pois nem sempre tudo é o que parece ser...

Mas falando de mim (que também cresci), estou até desolado: nunca os comentários foram tão escassos...
(a blogosfera já não é aquilo que era)