14 dezembro, 2016

From Trump to Guterres


No que se refere a preencher este meu espaço, é sabido que não falho um dia. E se ontem me ausentei, foi por deveres de cidadania e cumprindo responsabilidades de eleito. Antes da Ordem do Dia, o Partido Socialista propôs um voto bem ajustado e com as palavras certas e alusivas ao acto e ao programa do recém eleito Secretário Geral da ONU e a quanto é gratificante, motivo de orgulho e de esperança ter Guterres a jurá-lo. Votámos todos, por unanimidade e aclamação.
Já agora, justifico também a demora... é que recebo uma inesperada chamada. Era o Trump. 
Porque meu conhecimento da língua inglesa não é brilhante, não atendi. E  deixei que tão elevado e ilustre personagem deixasse recado na "caixa das mensagens".
E deixou. Fui decifrar:
«Como se sabe, o funcionamento da organização depende do auxílio financeiro de seus membros, com parcelas mais substantivas cabendo aos países mais ricos. Destarte, a Organização das Nações Unidas encontrou-se aprisionada pelas grandes potências porque qualquer tentativa de críticas ou sanções contra elas seria estéril. Em primeiro lugar, porque não se submetem a tais pressões. Em segundo lugar, se penalidades lhes fossem aplicadas, provavelmente abandonariam a organização, debilitando-a, tornando-a inoperante e menos representativa. Em terceiro lugar a saída de grandes potências como os Estados Unidos poderia inviabilizar economicamente a entidade.»

(Miyamoto, citado aqui)

 
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