23 julho, 2017

Qual "V" qual quê? Somos (só) dois!


Ontem, sábado,no Jardim Municipal de Oeiras
O gesto começa a acompanhar-me tão insistentemente que até me apoquenta a ambiguidade. Não, não é (mais um vez) qualquer ante-visão de vitória, com uso de linguagem gestual. Estava nesse momento a dizer que, na Assembleia de Freguesia, somos só dois os eleitos pela CDU e que para dar a volta a tanta trapalhada é necessário que sejamos mais ( e seremos!)

21 julho, 2017

19 julho, 2017

O comércio local, a Heloísa e a "Gatafunho"



A "Gatafunho" é um mundo. Tinha visitado a loja, no centro histórico de Oeiras, algumas semanas antes de ir encontrar um stand seu na Feira do Livro. 
A "Gatafunho" está num local  de Oeiras que vai definhando, mas ainda lá está. A "Gatafunho" tende a ser um espaço que vale pelo que faz e para onde for já muita gente lhe vai atrás. A "Gatafunho" parece ter deixado de depender do lugar onde está, mas o lugar onde está (o centro histórico) depende muito da "Gatafunho" pois leva lá gente. A "Gatafunho" leva gente ali e também a loja ao lado e aquela outra, e a outra. O mercado? Ah, o mercado confrontado com mais uma superfície comercial a menos de 800 metros (Quinta dos Inglesinhos) está condenado. 
E a "Gatafunho"? Salva-se? Sobrevive? Quem sabe? Quem Sabe? 
Se o comércio local se salvasse teria vida eterna a "Gatafunho"!

14 julho, 2017

Qual "V" qual quê? São dois!


Qual quê? Não, não é um "V" (uso mais o punho erguido)!
A imagem (é só contar pelos dedos), referia-se a dois apontamentos deixados, ontem em Paço de Arcos :
  • o primeiro, lembrando uma Lei que aniquilou mais de 1000 freguesias e criou este "monstro" de uma união de três freguesias, em que Oeiras nada tem a ver com Paço de Arcos e em que Caxias reclama cultura própria. Todas somadas, são cerca de 60 mil almas  a que correspondeu uma redução de eleitos (eram 21, hoje são 7). Adeus proximidade, dizemos nós. Território ingovernável, diziam eles sem nada fazerem para que tal constatação tenha sido consequente e a situação se tenha invertido;
  • o segundo apontamento deixado  tem a ver com recursos. Não falei muito (ouvir também cansa). Fiz comparação com Loures que transfere para as freguesias quase 8% do orçamento, Lisboa cerca de 10% e Oeiras apenas 0,8%... isso, menos de 1%!
Heloísa apenas sorria  pela ironia com que o dizia... 

12 julho, 2017

SATU, SATU, para que nos servirias tu?


Isaltino continua a apostar no elevador deitado. Defendeu e continua a defender aquilo que só acumulou prejuízo. Em 2010 já a imprensa denunciava a falência (17milhões de acumulo de prejuízo).

E dizia alguém que me é próximo: "100 lugares de pé e 6 sentados? Está tudo dito! O que Oeiras precisa é de transportes públicos com qualidade!"

09 julho, 2017

Isaltino podia ter desmentido...


As redes sociais servem para tudo e há gente com perfis mal-paridos que sabem disso e isso usam sem rebuço nem ética. Só que há perfis mal-paridos que são paridos para avançar com aquilo que os perfis oficiais não teriam a coragem de avançar.

Este post seria escusado se Isaltino se tivesse demarcado de tal desatino. Não o tendo feito, pôs-se a jeito e, ao calar-se, é como se tivesse subscrito a mentira...
(e acho que a falta de ética não se ficará por aqui... é que 52 partilhas desse lixo são premonição de que irá valer tudo... e é pena)

07 julho, 2017

Diário de um eleito - 18 (Um dia intenso, sem perder um minuto para mudar o Mundo)


A manhã foi uma corrida, café bebido à pressa e o jornal lido a esse mesmo ritmo. Depois foi o organizar a sala e dar uma última olhadela pelo plano da sessão. Eles, os "meus alunos", foram chegando. Essa imagem é de uma passada "aula" pois o Helder não conseguiu estar. Por troca, veio o Horta (que por ter faltado nesse dia, não aparece na fotografia). Aprendem coisas novas para que os netos não lhes façam pirraça. E o que eu lhes ensino? Tudo o que sei, embora o pretexto seja a informática. 
Netos? Alto aí, que a Maria ainda não os tem. Hoje prometi-lhe enviar-lhe um conto que já aqui contei. Passou célere o tempo...

A tarde foi uma igual corrida, embora sem interregno para coisas belas... mas a tentar fazer com que elas aconteçam...

04 julho, 2017

Título honorífico atribuído a Maria João Brito de Sousa

Na Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Oeiras, Paço de Arcos e Caxias foi atribuído, por unanimidade, o titulo honorífico de mérito na classe "Arte e Cultura" à Maria João*. Pedi-lhe, ao dar-lhe a notícia, que ela escolhesse um poema seu para que assinalasse, neste meu espaço, tal acontecimento. Por "maldade" mandou-me um meia-dúzia-deles e... teve que ser minha a escolha.

SONETO DO PRODUTOR EXPLORADO
(Em decassílabo heróico)
Eu, que injectei nas veias das cidades
Sentinelas de pedra e de aço puro,
Que conquistei a pulso as liberdades,
Que asfaltei com suor cada futuro,

Eu, que paguei com sangue as veleidades
Registadas na pedra, em cada muro
E sigo em frente e moldo eternidades
A partir do que engendro e não descuro,

Não mais hei-de evocar forças ausentes!
Liberto o grito preso entre os meus dentes
Que irrompe deste barro em que me sou

E arrancarei de mim quantas correntes
Me prendam à mentira, ó prepotentes
Donos do que julgais que vos não dou!

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*Foram ainda distinguidos: na classe ARTE E CULTURA, o Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles; na CIDADANIA E SOLIDARIEDADE, a Associação Pombal XXI – Associação dos Moradores Bairros Pombal/ Bento de Jesus Caraça, a Associação Coração Amarelo (Delegação de Oeiras) e Edson Moreira - Projecto “MoreiraTeam Kickboxing”; na de DESPORTO, Mário Wilson

03 julho, 2017

Redacções do Rogérito (37) - "O eucalipto"

Tema da redação: "O valor e a importância do eucalipto"


«Eu gostava muito de eucaliptos pois são árvores frondosas e bem cheirosas e a dona Esmeralda que gosta de eucaliptos à brava até apanhava folhas dos eucaliptos para as meter no guarda-vestidos para a roupa ficar a cheirar a bem embora dela não guarde memória de a roupa lhe cheirar mal mesmo que passe anos e anos sem ela passar por qualquer eucaliptal.
A stora disse que se não fossem os eucaliptos não haveria livros e como eu gosto muito de livros é também por isso que eu gosto dos eucaliptos só que como nem só de livros se fazem destinos eu não gostava de ter por destino viver rodeado de eucaliptos até por que o senhor Saramago que até escreveu muitos livros um dia insurgiu-se pela Comunidade ter decidido por exemplo que 75% da superfície florestal do nosso país seria destinada à plantação de eucaliptos sem nem eu nem a stora nem a dona Esmeralda termos decidido ter assim tanto eucalipto e quem tal decidiu foi uma potência supernacional o que está muito mal pois devia ser eu a stora e a dona Esmeralda a decidir estas coisas e outras.
Descobri há pouco que o eucalipto seca tudo à sua volta o que sendo muito mau tem um lado interessante pois o senhor Ângelo Correia considera que o grande problema para o PSD hoje em dia é o vazio que o eucalipto lá do sitio está a criar à sua volta.
O mal é que o senhor Ângelo Correia está já a pensar plantar outro eucaliptal... que arda!»
Me assino
Rogérito