26 dezembro, 2017

Um debate vivo, em ambiente natalício (como documenta o vídeo)


Às tantas, estávamos os quatro reunidos. Já nenhum se lembra como começou a conversa. Talvez pela água, passando pela seca que nunca mais acaba e esta ser um recurso escasso. É ouro! Se é raro, que se penalize o desperdício, se carregue no preço. Cuidado, há 10 milhões e ninguém sabe a quantos o salário mal chega para pagar as alcavalas associadas ao preço da água. Há quem se sirva nos fontanários e mal abra a torneira.
Tendo chegado a acordo nesse ponto, passou-se a falar da justiça e dos que a ela vão escapando, das redes de compadrio, dos boys, dos escritórios de advogados bem representados nas bancadas dos deputados, da maçonaria. E como as palavras são como as cerejas, depressa caímos na apreciação à Democracia, de como Hitler foi inicialmente apoiado e depois derrotado, e como a noite era nossa, debatemos noite fora, tirando eu a mesma (ali inconfessada) conclusão: MUDAR O MUNDO NÃO CUSTA MUITO, LEVA É TEMPO!

O jantar? Ah, pois! Foi assim!