16 janeiro, 2018

Trump e a queda do império americano


Trump é tudo o que dele se diz e mais aquilo que é ocultado, ou pelo menos não se fala.
Não se fala no desespero de Trump. O mais certo, quando se lhe dá a imagem de louco, é que ele de facto estará desorientado, terá percebido que os EUA não terão saída. Ele e não só.

Quem me lê sabe que não sou dado a outros devaneios que não seja brincar com as palavras, sem beliscar a verdade, a qual me limito a avinagrar. Também sou avesso a fantasmas ou a teorias da conspiração. A noticia que vos trago não é devaneio, não é algo do outro mundo e nem é teoria.
Eis a noticia:
A partir de 18 de janeiro, a Bolsa de Xangai negociará petróleo em iuan atrelado (com paridade) ao ouro. Trata-se de um passo geopolítico importante, pois ameaça o petrodólar, um dos fatores do poderio norte-americano.
A seu favor, a China conta com o fato de ser o maior importador de petróleo bruto do mundo, com o apoio da Rússia e com a possibilidade de o comprador converter o petro-iuan em ouro – chineses e russos estão entre os dez maiores produtores do metal.
Rússia, Irão, Angola, Brasil e Venezuela já aceitaram que a China pague o petróleo importado em iuanes...(...)
Ler em "China acelera fim do petrodólar"
E o que é que significa tal notícia?  O vídeo explica


Agradeço ao Cid Simões 
a cedência deste vídeo

15 janeiro, 2018

"Também não está mal"

Fernando Campos secunda-me a ironia, mas a dele é melhor que a minha! A minha era baseada na lei da eletrostática, isto é, de tanta repulsão entre eles demonstrada na disputa e na refrega, eles tinham era carga de sinal...igual

14 janeiro, 2018

É estúpido insistir num assunto a que ninguém liga "puto", que não dá partilhas, nem linkes, nem likes...


É o terceiro dia consecutivo e não saio disto. Reconheço parecer ser estúpido insistir num assunto a que ninguém liga "puto", que não dá partilhas, nem linkes, nem likes... Só que aquilo que parece, nem sempre é. Este é o caso. Na verdade, andando eu em cura de toxicodependência com a droga impressa, tive uma recaída e voltei a devorar jornais, apesar dos avisos.

E quantos mais títulos lia, mais títulos procurava. Começou com a leitura compulsiva das noticias sobre o financiamento dos partidos. Na ressaca, consultei Minha Alma, que me recomendou, além de calma, que relesse coisas do tal congresso. E por isso o faço.
Como estou quase a voltar ao equilíbrio, vou só dar uma olhadela às recomendações aprovadas por unanimidade, e talvez a crise me passe...

13 janeiro, 2018

4º Congresso dos Jornalistas - Faz hoje um ano, ocorria o 2º dia...



No palco do congresso nenhum diretor de órgãos de informação reconheceu a existência de precários nas suas redações. Fomos à procura deles e descobrimos vários… No próprio Congresso!

12 janeiro, 2018

Jornalismo? O qu´é qu´é isso?


Em 12 de Janeiro do ano passado deu-se a abertura do 4º Congresso dos Jornalistas Portugueses. Segui-o dia-a-dia e foi como se lá estivesse estado. Passado um ano, qual é o saldo? Depois das conclusões, como terá sido o seguimento às recomendações? Vejamos o balanço possível:


Sobre o impacto dos vídeos que então selecionei escrevia eu há um ano atrás:
«Não sei ao certo quantos jornalistas haverá, nem quantos foram os que passaram por lá, os que intervieram e o que disseram.
O que me inquieta nem é tanto o que por lá foi dito, mas o pouco interesse que o público leitor lhe dedicou. O que me inquieta é a pouca solidariedade de classe...
Vejam só, para uma amostragem desses quatro vídeos editados no youtube, o que elejo, tinha (às 2h30 do dia 17 de Janeiro) apenas 83 visualizações (e os outros vídeos não estavam melhor, antes pelo contrário).»
A imagem acima confirma a lástima já então lastimada. Eu explico:
  • O vídeo que fora visto 83 vezes, tem hoje um acumulado de 196 visualizações
  • O que fora mais visto tem hoje menos de um milhar de visualizações
  • E aos "jornalistas de referência", ninguém lhes ligou uma peva
Não sei quantos alunos frequentam cada um dos semestre da licenciatura de jornalismo, mas bastava que este vídeo tivesse passado numa aula e teríamos, não só rebentado com tão magra escala, como teríamos certamente mais condições para continuar a falar de JORNALISTAS (em "caixa alta")... 

11 janeiro, 2018

10 janeiro, 2018

O financiamento dos partidos, a transparência transparente e a transparência opaca...


O Prós e Contras, desta vez, quase era dum lado o "prós" e do outro os "contras".
Quase era, mas não chegou a ser.
Primeiro, porque a Fátima (mais uma vez) não deixou, e depois porque os "prós" algumas vezes foram "contra"...

Colocada de lado a charada, olhemos a imagem. Assim de esguelha a não é clara e, à luz da reclamada transparência, ela coloca a questão de fundo, nada opaca:

NOTA: O link acima remete-nos para oito perguntas (que a Fátima não fez) e para oito respostas (que não chegaram a ser dadas)



08 janeiro, 2018

Assinei. Assine também!


Não sei exatamente quando foi o dia em que eu e ela nos tornamos amigos, nem quantos comentários trocámos. Sei quantas as vezes a trouxe a este espaço. Liga-nos o gostar de boas quadras, os muitos valores que partilhamos, a coragem colocada na sua defesa e a persistência colocada nas lutas que travamos. 

Lá no seu "Sustentabilidade é Acção" pode encontrar um manifesto para assinar. Já assinei. Assine também!

07 janeiro, 2018

Depois dos Reis, o lixo natalício e outros lixos


Hoje, desmontado o presépio e a árvore e devidamente guardadas as luzes, figuras, estrelas, bolas e rosas, restou tudo aquilo que só poderá ter por destino o lixo. Ao lixo natalício juntámos o outro de onde avultavam embalagens e jornais. Num deles, caiu-me o olhar sobre a última página, numa coluna encimada por um redator/comentador de olhar pisco, dei por um artigo que ainda não tinha lido... Dizia o escrito:
«O ano que vem será do primeiro aniversário depois do centenário da Revolução Russa: 2018, quando ela faz exatos 101 anos. O importante não será evocar, de 1917, Lenine e os sovietes a tomarem o Palácio de Inverno. Isso, contas feitas, foram só maus exemplos. Aliás, como repararam, o 1917 russo ficou marcado por um quase esquecimento. A revolução tradicionalmente evocada é a de outono (outubro ou novembro, por causa da ambiguidade do calendário russo) e essa já ganhou na nossa memória o estatuto de fiasco. Já sabemos que Lenine e os seus foram meros - mas muito eficazes - golpistas que se aproveitaram de um profundo movimento social para fugir para a frente e tomarem o Estado. Tão para a frente que não tinham soluções e geraram uma sociedade árida que, demasiadas décadas depois, morreria de si própria e com crimes gigantescos. A falta de entusiasmo no centenário de 2017 deveria ser aproveitada para, em 2018, descobrirmos o que foi importante há 101 anos: a Revolução Russa. Não a de Lenine mas a de fevereiro de 1917, quando a história e as suas leis inesperadas acabaram com o feudalismo na Rússia e a autocracia dos czares.»
E Ferreira Fernandes (esse mesmo), ufano do elevado cargo de mercenário do novo poder* progride na prosa fazendo o balanço sobre o silenciamento da História e faz o que sabe fazer melhor: apaga-a e distorce-a.
Ocorreu-me então e a propósito um outro texto que lhe dá resposta, repondo os factos:
«A 25 de outubro de 1917, se seguirmos o calendário juliano então em vigor na Rússia, a 7 de novembro de 1917, se seguirmos o calendário gregoriano, em vigor a ocidente e que foi adotado pela Rússia Soviética em 1918, o chamado Partido Bolchevique, posteriormente Partido Comunista, lidera a tomada do poder em Petrogrado (nome de São Petersburgo desde 1914), capital de um vasto país farto da barbárie imperialista da Primeira Guerra Mundial. O governo provisório, desde o derrube do Czarismo, em fevereiro/março de 1917, insistia em prosseguir a guerra. O início da experiência comunista é incompreensível sem a dupla rejeição da guerra imperialista entre as grandes potências e do socialmente injusto e predador capitalismo, que, segundo Lenine, era a sua base material. Um dos primeiros decretos do novo poder dos sovietes, o da paz, apela, em simultâneo, ao fim das hostilidades, à autodeterminação dos povos e à revolução social.

O historiador Eric Hobsbawm argumentou certeiramente que o século XX é incompreensível sem os efeitos internacionais desta experiência revolucionária: “Até porque ela se revelou a salvadora do capitalismo liberal, tanto ao possibilitar ao Ocidente ganhar a Segunda Guerra Mundial contra a Alemanha de Hitler como ao fornecer o incentivo para o capitalismo se reformar”. O medo do comunismo foi de facto um “incentivo” para que as elites se conformassem temporariamente com o mal menor da reforma social-democrata do capitalismo, em particular na Europa Ocidental, sobretudo quando o expediente autoritário do nazi-fascismo, que muitas apoiaram, foi derrotado. Num certo sentido, o keynesianismo é filho do medo do colapso, tanto económico quanto político, do capitalismo.

Mas para lá disto, é preciso sublinhar que muito do anti-imperialismo, em geral, e do anticolonialismo e antirracismo, em particular, mais consequentes no século XX, a sul e a oriente, são incompreensíveis sem o apoio do movimento comunista e da URSS, bem como de outros Estados socialistas. Não esqueçamos que as potências ditas liberais, da França à Grã-Bretanha, eram abertamente imperialistas e colonialistas antes e depois das duas Guerras. E que os EUA do incensado, mas segregacionista e racista, Presidente Woodrow Wilson aceitaram que o princípio da autodeterminação dos povos ficasse logo a seguir à Primeira Guerra Mundial basicamente circunscrito aos novos Estados europeus. Nesse, como noutros aspetos, o vilipendiado Lenine, por exemplo, era bem mais progressista.

Do Encontro dos Povos do Oriente, em 1920, promovido pela Internacional Comunista em Baku, e de onde sai um apelo à rebelião anticolonial, dirigido em particular contra a Grã-Bretanha, à Primeira Declaração de Havana, em 1960, onde a jovem revolução cubana, liderada por Fidel Castro, lança um apelo anti-imperialista aos “povos da nossa América”, vitimas da ingerência dos EUA, passando pela Conferência de Bandung, em 1955, onde participa já a China comunista, a revolução social no Terceiro Mundo foi também uma luta pela soberania e independência nacionais.

Apesar da violência muitas vezes criminosa, a experiência soviética de industrialização acelerada constituiu durante muito tempo um exemplo de como, através da planificação, era possível industrializar rapidamente sociedades agrárias e dependentes. Não por acaso, o comunismo foi sobretudo popular, para o bem e para o mal, em sociedades semiperiféricas e periféricas.

Inspirados pelo célebre episódio de A Vida de Brian dos Monty Python, é caso de perguntar já não o que é que os romanos fizeram por nós, mas agora: o que é que a Revolução de Outubro e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, criada em 1922 e extinta em 1991, fizeram por nós? Para lá de terem metido medo aos ricos, obrigando-os a integrar os de baixo nas sociedades capitalistas ocidentais, assim menos limitadamente democráticas, para lá de terem dado o contributo decisivo para a derrota do nazi-fascismo ou para lá de terem ajudado a inscrever o anti-imperialismo e o anticolonialismo nas dinâmicas de um sistema internacional eventualmente menos hierarquizado?

E os seus fracassos, crimes e derrotas, não impedem outra pergunta: será que o mundo ficou melhor depois de 1991?»
Este texto não foi tirado nem do Avante
nem do "O Militante" mas sim daqui
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* O novo poder a que me refiro emerge de um outro, em declínio. A imprensa escrita e os media em geral eram rotulados como 4º poder e a este correspondia o exercício de criar uma opinião pública esclarecida e interventiva. Isso foi chão que deu uvas. O que hoje se passa nas redações pode passar a ser rotulado como um novo poder. Voltarei ao tema, acho que valerá a pena. 

06 janeiro, 2018

Uma estória de reis





os três mantos do rei

Veio o vento forte, quebrou as portas e as janelas, roubou dos armários as roupas e as tigelas e a chuva a zunir, alagou os tapetes, arrastou as cadeiras, os espelhos estalaram e os peixes vermelhos nadaram nas banheiras e o rei gritou, ai quem me acode num dia assim.

O rei era muito pequenino, mas tinha um coração grande e, tantas eram as vezes, não lhe cabia no peito. Não sei porque sou assim, gritava o reizinho, ai quem me acode e me faz um manto que me esconda do vento, da chuva e do desalento e me deixe o coração de fora para espreitar os pássaros e os peixes vermelhos que nadam nas banheiras.

Faço eu! respondeu o alfaiate. E costurou-lhe um manto de veludo bordado e tal era o peso do veludo e do bordado, que o rei encolheu cinco centímetros e chorou duas lágrimas de sal.

Não, não, sou eu que o farei, disse o joalheiro. E coseu-lhe um manto de jóias brilhantes e tal era o brilho, que o rei deixou de ver durante cinco dias e cinco noites e chorou quatro lágrimas de sal.
A cozinheira também tentou e fez-lhe um manto de claras em castelo, leve como o ar e o reizinho voou e só o agarraram dois dias depois. O rei soluçou de tanto se rir.

Então decidiu fazer ele próprio os seus mantos. Quando a chuva parou e o vento se aquietou, foi ao jardim e escolheu três flores aveludadas, luminosas, leves, singulares e com elas se vestia quando se sentia ensolarado, rodado ou esperançado. O coração grande acompanhava-o sempre, porque agora cabia em qualquer lugar.
A minha foto
 Manuela Baptista

Os CTT, o fecho dos balcões e... ah, pois!... as privatizações

O que aqui trago é texto antigo mas não antiquado. Data de 2011, em Maio.
A imagem mostra Passos Coelho a contrariar Jerónimo...
Por essa altura, escrevia eu assim:


«Os que me leem - e os que agora chegarem para o fazer - sabem (ou ficam a saber) o meu gosto em brincar com as palavras, não para lhes alterar o sentido, mas para esmiuçar o seu sabor e peso.
Sim, porque as palavras, independentemente do ar e da entoação com que são ditas podem ser doces ou amargas, leves ou pesarem chumbo. Pois foi brincando com as palavras que, num comentário a um blogue de pessoa amiga, escrevi que o discurso político carece de ser analisado tendo em conta a necessidade de discernimento entre "A substância da coisa e a coisa da substância" e de quando se falar de uma ser quase criminoso (porque manipulador) não falar da outra.
Contrariamente ao que possam pensar, o post de hoje é sobre isso. A alusão ao debate de ontem vai ser meramente ilustrativo da minha figura de estilo... (ver vídeo)

A SUBSTÂNCIA DA COISA (coisa política, claro)

Todos os conteúdos são definidos por uma substância, se não física e tangível, pelo menos demonstrável (frequentemente com recurso à frieza dos números). Por coisa deve entender-se o domínio a que o conteúdo diz respeito. Uma coisa é falar de galhos outra é de bugalhos. O valor atribuído não é exterior à substância da coisa. Depende dos interesses que se reúnem em torno e que frequentemente disputam a substância. Nada melhor do que um exemplo: AS PRIVATIZAÇÕES enquanto substância. Privatizar qualquer coisa: OS TRANSPORTES, A ENERGIA, O GÁS, OS CORREIOS, A ÁGUA, etc. Discutir a substancia da coisa implica, naturalmente, compreender as funções do Estado em confronto com os interesses privados que tomarão conta da coisa. Como a discussão se passou e quais as ideias em jogo, podem ver no vídeo junto. Compreenderão como os sujeitos em confronto discorrem e, até, formularem uma opinião (logo no inicio, mas mais detalhadamente a partir do 27º minuto) »
E depois continuava, em densa prosa, que agora não vindo ao caso substituo pelo vídeo que é, sublinho e noto, um verdadeiro documento histórico!

04 janeiro, 2018

O De_Bate e as quatro opções de voto dos militantes do PSD.


Convertidos todos nós, telespectadores, em militantes do PSD, uns terão assistido ao de_bate, outros (mesmo tendo pago a taxa dos áudio-visuais) terão mudado de canal. 

Eu assisti e confirmei o que já tinha percebido. O Rui tem muito do que é o Lopes e o Santana tem outro tanto do que o Rio é. Donde, aqueles que irão votar estarão, por assim dizer, perante quatro opções de escolha. Isto é um verdadeiro passo em frente pois Passos era igual ao Coelho e Cavaco só se parecia com ele próprio.

Confirmo, entretanto, as minhas previsões: um deles será o escolhido, pois, como sabemos, Pacheco Pereira* não é candidato.

*Espero, impaciente, o comentário do citado

03 janeiro, 2018

A dona Esmeralda e a vizinha do 4º andar, a conversar - (33) ["Moodys "]

Vizinha do 4º andar - Ó dona Esmeralda!, estou pior que estragada!
Dona Esmeralda - Mas... que se passa?
Vizinha do 4º andar - Então a Moodys, um grupo tão bonito, quer-nos no lixo? 
Dona Esmeralda - Moodys? Grupo? Bonito? Explique lá isso!
Vizinha do 4º andar - Contou-me o meu Zé, que a Moodys vai manter Portugal no lixo... a não ser que seja um novo disco...
Dona Esmeralda - Já percebi, essa Moodys não é um grupo, é uma agência... estão a vizinha nem lê o "Conversa"?
Vizinha do 4º andar -  Lá ler, às vezes leio, só que não entendo... 
Rogérito (interrompendo naquele momento) - Vizinha,  com a tal Agência, a música é outra e não esta (e escancarou a janela para que o som passasse por ela)

02 janeiro, 2018

Marcelo vetou hoje a lei, mas já sabia.No sábado passado o Expresso já dava a noticia

Depois de assistir aos "10 segundos para o futuro" está explicado tudo.
A redação de jornal tem acesso direto aos neurónios de Marcelo ainda mesmo antes de ele os pôr a funcionar...
Donde, a imprensa passou a ter um problema: esconder a previsibilidade do pensamento do Presidente...

01 janeiro, 2018

A minha mensagem de Ano Novo


Caros vizinhos, camaradas e amigos
Queridos familiares meus
e de todos os outros
dos mais próximos aos desconhecidos

Hoje é dia de mensagem

Hoje é dia de mensagem de Ano Novo
É dia de lembrar que Mudar o Mundo
Não Custa Muito
A questão é o tempo que isso leva

Então a questão também é
leve o tempo que levar
mais leva
se você não começar já a mudar

Mude você um pouco
e verá que o Mundo será outro

Assim, desejo-lhes um Bom Ano
Bom Ano e não Um Ano Feliz
Pois já dizia alguém*
não gostar de falar de felicidade,
mas sim de harmonia:
viver em harmonia com a nossa própria consciência,
com o nosso meio envolvente,
com a pessoa de quem se gosta,
com os amigos.
A harmonia é compatível com a indignação e a luta;
a felicidade não, a felicidade é egoísta
Ah! e não esqueça
Hoje é o primeiro dia do resto das nossas vidas
(uma das frases batidas minhas preferidas)
Rogério Pereira

* Alguém, vejam quem
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