28 janeiro, 2018

Tenho uma centena de coisas a apontar a Centeno... Mas isto?


Tenho centenas de coisas a apontar a Centeno, a ponto de, de vez em quando, não reprimir um "ora este gajo!..." ou "porra lá p´ra ele"... para já não referir outros impropérios, que agora não virão ao caso.

As centenas de coisas que aponto a Centeno estão quase todas sintetizadas num escrito, que nem é extenso. Mas daí a ver Centeno vender-se por dois bilhetes p´ra bola, não sou tão tosco nem meu asco pelo que pensa o tipo me leva a engolir aquilo.

E porque evito trabalho em me deitar à escrita, quando alguém se me adiantou no mesmo ponto de vista, uso o que tal alguém escreveu. E diz assim:
«...não haverá certamente um único cidadão que no seu perfeito juízo possa acreditar que o Ministro das Finanças da República Portuguesa se venda por dois bilhetes de futebol! Agora, o que todos os portugueses sabem é que o Ministro das Finanças desempenha um papel fundamental e, porventura insubstituível, na actual solução política governativa. O Ministro das Finanças é para todos os que dela discordam um alvo, o principal alvo, atingir. Como todos se recordarão, já houve noutro contexto, ou seja, no contexto apropriado, uma primeira tentativa de o descredibilizar. Sem êxito, como sem êxito continuariam a ser as que se desencadeassem no contexto apropriado. Portanto, nada melhor do que uma suspeita sobre a sua honorabilidade pessoal para o tentar atingir na sua idoneidade e competência política.
 
Os portugueses não podem deixar igualmente de interrogar-se como podem as autoridades judiciais e policiais competentes perder tempo e gastar dinheiro com casos destes, quando noutros de magna importância nada fizeram ou o que fizeram ou do modo como fizeram nada resultou. E não falámos de suspeitas, falámos de factos judicial ou administrativamente comprovados, como são os casos dos “submarinos”, dos “helicópteros”, dos “pandur”, da Tecnoforma, para já não falar das personalidades de relevo envolvidas no caso BPN que passaram incólumes perante a justiça. E se tivéssemos de falar de suspeitas, de suspeitas com substância e conteúdo, por que não se investigaram as privatizações do Governo Passos Coelho nem se fizeram buscas no gabinete de Maria Luís para efectivamente se apurar o que se passou com as privatizações, nomeadamente da TAP, dos CTT, das concessões na área dos transportes?»
JM Correia Pinto, foi quem escreveu isto