20 abril, 2018

...e por cada cravo, um direito conquistado


Ao fim da manhã, o jardim estava assim, pejado de cravos. Por cada cravo um direito conquistado, transcrito da Constituição de Abril. Mais de cem cravos nascidos de mãos laboriosas de pessoas idosas. Umas lá do bairro, outras do Centro de Dia da Paróquia de São Julião da Barra e de outras mãos também...

Essas outras mãos, jovens, aderiram à iniciativa. E esta adesão é marcante, pois "somos a memória que temos".
Se não passarmos o testemunho, serão frágeis os laços e, assim, mais em risco os direitos conquistados.

Como ficou belo o jardim

11 comentários:

Maria João Brito de Sousa disse...

Ficou lindíssimo, o jardim e eu pude rever quem não (re)via há anos.

Também fiquei a saber que tenho uma homónima aqui em Oeiras. Só lhe falta a partícula, o "de". :)

Ainda e sempre, viva Abril!

Larissa Santos disse...

Muito boa iniciativa. Adorei :))

Hoje:- O teu convite surreal.

Bjos
Votos de um bom Sábado

Anónimo disse...

Se os acordos já começaram antes das eleições, numa posição de ginástica acrobática tipo “espargata", com um pé a tocar acordos presentes e outro nos acordos futuros e, os portugueses continuarem a olhar para o que têm, sem saber o que podem vir a perder...
A Constituição... já está na Lista, basta mais um acordo e a matemática "perfeita" para "rabiscar" o que lhes mandarem lá de fora porque, um Sistema criado com matemáticas imperfeitas, há muito foi montado, primeiro vieram as grilhetas aos credores externos, agora vamos passar, não sei se testemunhos ou a pesadelos.

"As pessoas estão tão acostumadas a ouvir mentiras que sinceridade demais choca e faz com que você pareça arrogante" - Jô Soares

E quanto a tentar dizer a Verdade:

“Truth is a risky proposition. It's the nature of mediocre human beings to believe that lies are necessary, that they serve a purpose, that truth is subversive, that candor is dangerous, that the very scaffold of communal life is supported by lies.” - Anne Rice (The Wolf Gift)

Gosto de pôr a frase original porque, há sempre nuances que se podem perder na tradução:

"A verdade é uma proposta arriscada. É da natureza de seres humanos medíocres acreditar que mentiras são necessárias, que servem a um propósito, que a verdade é subversiva, que a franqueza é perigosa, que o próprio andaime da vida comunitária é sustentado por mentiras" - Anne Rice

Mafalda
(Maria João - o Rogério sabe quem é a Mafalda e esta mania de virar os holofotes para a própria pessoa quando o mais importante é a mensagem, quem a diz não tem de querer que gostem dela, ser conhecida, reconhecida ou se fica bem na fotografia.
Hoje em dia, as pessoas foram tão bem programadas que num mero Seminário, uma reunião especializada que procura levar a cabo estudos aprofundados sobre uma determinada matéria, em vez de prestar atenção ao assunto, até se perdem nos pormenores da cor dos sapatos ou se a roupa do orador está na moda e, alguns, se a pessoa fala de modo "meiguinho".
É por estas e por outras que vamos acabar, precisamente, pior que antes. Mais importante que ver, é ouvir ou ler a mensagem e tentar saber mais sobre o assunto porque num comentário, só se pode alertar e é o próprio que tem de fazer o resto porque não se pode entregar a nossa responsabilidade a terceiros e, muito menos, acreditar em quem quer que seja, anónimos ou conhecidos)

maceta disse...

O que vale na vida é transmitir o bom sangue...

Rogerio envio-ye o boneco, indica um email.
abraço

Rogerio G. V. Pereira disse...

rogeriop2010@gmail.com

Rogerio G. V. Pereira disse...

Não juro que não tenha o "de"
tomei o nome à pressa
e outra coisa

vem de fora de Oeiras...

Rogerio G. V. Pereira disse...

Adorar é ficar indefinidamente
Fica e adora

Rogerio G. V. Pereira disse...

"o Rogério sabe quem é a Mafalda"
Desminto
Nunca lhe vi a cara
Não sei o seu apelido

Maria João Brito de Sousa disse...

Bom, então tenho uma homónima que esteve em Oeiras :)

Anónimo disse...

Rogério, até teve acesso a uma foto minha e seguiu o meu antigo blogue, anos, conhece-me tanto a mim como eu a si.
Aliás, há quem tenha no Facebook milhares de amigos e não conhece nenhum. Neste caso, não seremos amigos mas, conhecidos porque estranhos também não somos... chamadas as confusões do mundo virtual e, já há apps para conversar como se de um amigo se tratasse... e, com a cidadania dada a um robot, presumo que até possa vir a ter o direito de votar e... isto, vai ficar cada vez mais complicado para as definições... mas, estranhos e, de lado nenhum, também não me parece...
Mafalda

Elvira Carvalho disse...

Bem bonito o jardim. Amigo estou sem pc, fica difícil as visitas aos blogs.
Abraço e bom domingo