09 junho, 2026

FOI TÃO GIRO, AQUILO... LÁ NA "FEIRA DO LIVRO"


 E no domingo, lá fui à "Feira do Livro" e fui ver o  CORO DE LEITURA EM VOZ ALTA - CLEVA OEIRAS

“O desaparecimento da leitura em voz alta é muito estranho. (…) Já não há o direito de colocar as palavras na boca antes de as meter na cabeça? Já não há ouvidos? Já não há música? Já não há saliva? As palavras já não sabem a nada? O que é que se passa? (…) Venham soprar nos nossos livros! As palavras precisam de corpo! Os nossos livros precisam de ter vida!”
Daniel Pennac in “Como um romance”
Um coro de vozes leitoras. Um coro, não para cantar mas para ler. Lemos livros a várias vozes e construimos novos universos sonoros. Lemos em voz alta em conjunto. Produzimos novos sentidos a partir de um texto utilizando um colectivo de vozes. Acentuamos ou diluímos uma emoção, destacamos ou escondemos um significado, damos um som harmonioso, polifónico, emocionante, às páginas da literatura.
Um coro para todas as idades, um coro para todos

08 junho, 2026

CADA VEZ GOSTO MAIS DO FERNANDO... PESSOA

Ora leiam:
"Desde sempre houve escritores e poetas que escreveram sobre política, desde sempre houve literatura mais ou menos empenhada politicamente, mas no século XX essa tendência aumentou, com o surgimento de escritores e poetas associados a diferentes ideais ou ideologias políticas, e com desejo de intervenção sobre as injustiças sociais, como por exemplo na Alemanha, Bertolt Brech, Ernst Jünger, em França, André Malraux, Jean-Paul Sartre, nos Estados Unidos, Ezra Pound, em Espanha, Garcia Lorca, em Portugal, José Gomes Ferreira, Ary dos Santos, José Saramago, Manuel Alegre, etc. 

Quando se trata de poetas, geralmente a sua atitude empenhada politicamente surpreende, pois existe na opinião pública a tendência para considerar os poetas como indivíduos solitários e contemplativos, pouco interessados no mundo da ação, e muito menos na ação política. No entanto, existe um conjunto bem significativo de poetas e de escritores também interessados nos problemas políticos do seu tempo, e mesmo nos problemas políticos do passado, estando atentos aos conflitos e às grandes lutas do seu tempo, mas também aos ideais políticos de sempre, como por exemplo a busca pela liberdade. 

Certamente que por vezes é difícil considerar um texto como político. Se defendermos a tese de que toda literatura tem impacto social, e que por isso toda a literatura é política, então até mesmo um poema pastoril, ou um poema sobre o amor, são políticos. Ora, há que distinguir entre textos literários com impacto político (por exemplo os poemas homeoeróticos de António Botto, que tiveram impacto político no seu tempo, ao serem proibidos pelos políticos de então), e textos literários sobre temas políticos (por exemplo sobre uma revolução). Um livro ou um texto pode ser sobre o erotismo, e não ser um livro ou um texto erótico, assim como pode ser sobre a religião, e não ser um livro ou um texto religioso. No entanto, no caso da política a situação é diferente, pois é difícil que um texto seja sobre política (por exemplo uma História das ideias políticas), e não seja também um texto político, isto é, que não contenha uma visão política do autor, sobre os problemas tratados."

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06 junho, 2026

AÍ VEM O NOSSO "PIQUENICÃO"! VENHAM PARTICIPAR! (OU APENAS VENHAM VER COMO É)


Para terem uma ideia, nas edições nacionais do Piquenicão do MURPI - Movimento Unitário de Reformados, pensionistas e Idosos, costumam juntar-se mais de 50 grupos de cantares, corais, música e ginástica provenientes das várias associações de reformados de todo o país. Estima-se que estarão connosco, no Jardim Municipal de Oeiras, mais de 4 000 pessoas vindas de todos os distritos...

Se eu vou lá estar? Claro!, e até faço parte do grupo que está a organizar a coisa...



 

04 junho, 2026

NAS FESTAS DE OEIRAS (EXIBINDO ARTES)


 E já lá vão seis dias, comigo preenchendo dois horários de escala,
e abordando a gente que passa...
(apenas vendi um livro)

03 junho, 2026

01 junho, 2026

REDAÇÕES DO ROGERITO - 63 (DIA MUNDIAL DA CRIANÇA)

Eu gosto muito do Dia Mundial da Criança pois se não houvesse este dia seria porque o Mundo já não teria crianças e porque o que há de melhor no Mundo são as crianças e sem crianças o Mundo nem devia existir mas até nem sei se um dia isso não venha a acontecer e o Mundo já sem crianças venha a desaparecer.
Tenho esse medo pois todo o mundo comemora o dia mas cada país à sua maneira e sendo em datas diferentes eu só me sentiria seguro e feliz se partisse de mala aviada e fosse festejar essa data numa só viagem passeando pelo Irão por Israel e chegasse aos Estados (des)Unidos para dizer ao senhor Trump que por ali não havia mais guerra e as crianças estavam em festa .
Na impossibilidade de fazer tal viagem e porque não posso impor uma data comum fica assim arrumada a tal carta da ONU onde se inscrevem os direitos todos sem que esteja assegurado direito algum.

AFINAL... MONTENEGRO FOI REELEITO POR UMA GRITANTE ABSTENÇÃO DO PSD! E A IMPRENSA DISFARÇA...


... a mim, bastou-me sete segundos para caçar o facto a que a imprensa passa ao lado! Oiçam e façam lá as contas! Vá!