Francisco constrói pontes: com gestos
e palavras é um líder com acções prepositivas; aponta, com coragem, os actores
que patrocinam as guerras, o comércio de armas e que lucram com a cultura da
morte e do descarte; confronta os líderes xenofóbicos e racistas que querem
erguer muros e promover políticas de criminalização
![]() |
| Viva Francisco! |
Você não precisa ser católico e/ou religioso para concordar com o título deste artigo. Mas, certamente, só ratificará essa afirmativa se acompanhar o cenário das disputas reais e simbólicas no plano internacional e se o fizer extrapolando a cobertura da mídia empresarial (totalmente comprometida com o capitalismo rentista, concentrador de riqueza e usurpador das democracias contemporâneas). Afinal, esse despotismo financeiro que governa as economias capitalistas contemporâneas é classificado por Francisco como “uma economia que mata”.
Não obstante a guerra patrocinada contra Francisco em vários fronts, por poderosas corporações internacionais (bancos; agronegócio; indústrias das armas, farmacêutica e do petróleo; think tanks norteamericanos propulsores do ultraliberalismo na América Latina -- liderados por megaempresários católicos e protestantes; políticos de extrema-direita e grupos religiosos obscurantistas...), o Papa continua a mobilizar um imenso contingente de líderes e grupos sociais de todas as Nações que se somam no enfrentamento, de variadas formas, da chamada “onda ultraconservadora”.
Remando corajosamente contra a maré, Francisco tem se empenhado em acções estratégicas que já redundam em poderosos focos de enfrentamento ao ultraliberalismo. Abaixo, listamos algumas das iniciativas de Francisco que tem repercutido globalmente e extrapolado o “mundo” católico.













