31 agosto, 2016

Dilma: "Esta história não acaba assim!"


"Dilma - The end" é um título lido por aí semelhante a tantos outros lhe dão por destino o silenciamento e a resignação como se a têmpera (e o passado) desta mulher aceite tal humilhação.

Num discurso feito há pouco, Dilma é clara:
"A descrença e a mágoa que nos atingem em momentos como esse são péssimas conselheiras. Não desistam da luta."
...e finaliza citando um poema de Maiakovski:
”Não estamos alegres, é certo,
Mas também por que razão haveríamos de ficar tristes?
O mar da história é agitado
As ameaças e as guerras, haveremos de atravessá-las,
Rompê-las ao meio,
Cortando-as como uma quilha corta.“

30 agosto, 2016

O que aproxima "Tiradentes" de Dilma?


“A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa?”interroga-se Marx. E perdura a interrogação perante a farsa do julgamento de Dilma e a memória que nos liga ao percurso do povo irmão, com a execução trágica de Tiradentes.
Ligação excessiva e sem sentido?
Dilma não será esquartejada no corpo, os tempos são outros. Mas... e na alma?

Tudo isto a propósito de um texto longo, (leitura adversa para que passa com pressa...)

29 agosto, 2016

Se o Chico confia... quem sou eu para não confiar em Dilma?


Chico é meu irmão, não de sangue mas de alma e... ambos trazem a alma na cara!
Mas se desconfia veja a radiografia ou limite-se a tomar o peso do seu passado. 
Disse ela, olhos nos olhos, no senado:

28 agosto, 2016

Uma Festa renovada erguida por um grande colectivo (rejuvenescido)

 «Saudação a todos vós, aos construtores, aos que organizam, arquitectam e projectam, aos que divulgam a Festa do Avante!, que vendem as EP - Entradas Permanentes e elevam a sua militância, e a transformam numa realização humana ímpar, na Festa da juventude, na Festa de Abril e dos seus valores políticos, sociais, culturais, de fraternidade e solidariedade internacionalista onde há espaço para todos os que vêm por bem. (...)
Com as jornadas de trabalho a darem o impulso determinante, que não é visível, realizaram-se movimentações de terras, construiu-se uma nova vedação, e uma nova entrada na Festa, colocaram-se de raiz todas as infraestruturas de energia de iluminação pública, de águas, de esgotos, de comunicações. Construímos novos arruamentos transportando e colocando lancis a pulso, plantámos novas árvores, preparámos o espaço para a implantação das organizações e espaços centrais, construímos uma novo espaço criança. De ano para ano teremos uma Festa melhor. Sim, o trabalho sempre foi fonte de realização do ser humano, mas este trabalho, este empenhamento militante tem um significado mais fundo. É constituído por homens, mulheres e jovens que pagando a sua EP para entrar, constroem a Festa do Avante!, disponibilizando-se para as tarefas dos três dias em que se realiza, sentem-na como obra sua partilhada com milhares de visitantes, delegações internacionais e onde sobressai a participação imensa da juventude.(...)
 Jerónimo de Sousa, ontem, na Atalaia