Depois de ter escrito, memórias de afectos, angústias e medos, tidos e vividos por terras de Angola. Depois de ter escrito contos para serem contados às crianças. Depois de ter escrito uma peça de teatro que em breve irá à cena, depois de uma memorável estreia. Chegou a vez da da minha poesia sair à rua... não tardará a acontecer!
11 fevereiro, 2026
10 fevereiro, 2026
08 fevereiro, 2026
SE NÃO FOSSEM ESTES CRAVOS... NÃO SEI O QUE ACONTECERIA!
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| Imagem roubada à Olívia Marques, no FB |
07 fevereiro, 2026
PROVE, MASTIGUE E DEPOIS DE DEITAR FORA, VOTE DENTRO!
ANTES DE VOTAR, DEITE FORA
E como tudo o que é coisa que promete
A gente vê é como uma chiclete
Que se prova, mastiga e deita fora, se demora
Como esta música é produto acabado
Da sociedade do consumo imediato
Como tudo o que se promete nesta vida, chiclete
Chiclete. Chiclete
E nesta altura e com muita inquietação
Faço um reparo e quero abrir uma excepção
Um cassetete nunca será não, chiclete
Pra que tudo continue sem parar
Fundamental levar a vida a dançar
Nesta vida que tanto promete, chiclete
Chiclete. Chiclete
E como tudo o que é coisa que promete
A gente vê como uma chiclete
Que se prova, mastiga e deita fora, se demora
Como esta música é produto acabado
Da sociedade de consumo imediato
Como tudo o que se promete nesta vida, chiclete
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