13 junho, 2026

ACREDITEM, OU NÃO, SANTO ANTÓNIO VOLTOU A SER CAMPEÃO (em 2025)


A desgarrada mais bela que me foi dada 
segundo a eleição do ano passado
que aqui se repete integrando o que lhe fora acrescentado


  ENTÃO, MEU DESAFIO, FOI ASSIM
Ora dá cá uma quadra
Que eu te dou um manjerico
Terás tua alma perfumada
E eu ficarei bem mais rico 
FOI ASSIM, DESGARRADA 
E eu ficarei bem mais rica
E melhor acompanhada
Seremos dois passarinhos
Em conversa adocicada
Da Fê Blue-bird

Uma quadra lhe vou dar
Gostava que a achasse bonita
Seu manjerico me perfuma
Fique com o perfume da Janita.
Da Janita

Ao Rogério deixo uma quadra
e vou levar um manjerico
não levo mais nada
mas deixo um beijito!
Da Manuela

Os líricos, ai os líricos
Não quero amor imenso
Não quero imensa paixão
Quero apenas um manjericão!
Da ematejoca

Meu amigo Rogério
Quero dois manjericos
Do seu lindo e vasto império
Sem imaginar namoricos.
Da Catarina

Uma quadra é muito pouco
Para um poeta tão querido
Mas se o pedido são quatro versos
Deixo-os e levo o manjerico.
Da Gisa

Era uma vez um santinho
Que gostava de pregar.
Não lhe deram cavaquinho…
Contra a maré, foi remar.
Do Rui Pascoal

Santo António sem saber 
era muito pobrezinho
Desde sempre ouviu pedir
Para si um tostãozinho

Sem nunca ver o fruto
De peditório tão antigo
Santo António está de luto
e a bem dizer... Perdido!
Da Lídia Borges (2)

Uma quadra enquadrada
num espaço que é janela
por feia e mal engendrada
acaba por ficar bela
Da Manuela Araújo

O manjerico levo, então
Vou daqui mais perfumada
A caminho do S. João
E de mais uma noitada
Da Filoxera

A minha negação para rimas
Abstém-me de participar
Desculpa lá Rogérito
Os manjericos não levar
Da Tite

Rogerito, meu amigo,
Até me pões a rimar!
Cheguei tarde e já tenho
Manjerico p'ra levar...
Da Carol
... E VENHA DE LÁ MAIS UMA QUADRA,
AGORA COM OUTRO  MOTE

Cantigas de portugueses
São como barcos no mar —
Vão de uma alma para outra
Com riscos de naufragar.

E FORAM ESTAS AS RESPOSTAS AO DESAFIO EM 2025

Ontem foi o dia de Santo Antônio,
De amor e fé, ele é o irmão. 
Com o seu nome de nascença, Fernando, 
Protege a todos com coração na mão.

Com riscos de naufragar
Estou eu ficando agora
Santo António já se foi
Mas São João não demora.

O fascismo é uma minhoca
Que se infiltra na maçã
Ou vem com botas cardadas
Ou com pezinhos de lã.”

Estando os oceanos cheios
De barquinhos naufragados,
Sobem-me à alma receios
De estarmos todos lixados

Ó meu rico Santo António 
Ajudai-me, p'las alminhas
Nem com o som do harmónio 
Eu consigo umas riminhas.

Vem compor quadras comigo, 
Santo António de Lisboa!
Cabe sempre um novo amigo
Nas quadras que a gente entoa.

Nas quadras que a gente entoa
Se o Santo António ajudar
Lisboa ficará mais bela
E nas Marchas irei brilhar.

"Nas marchas irei brilhar"
Ainda que de andarilho...
O meu tem rodas pr`andar
E dar à marcha algum brilho 😊

Pregou Santo António ao peixes
E os peixes deram-lhe ouvidos...
Tem paciência e não te queixes:
Não houve mortos nem feridos.... 

Pregou Santo António aos peixes
E os peixes deram-lhe ouvidos...
O cardume suplicou que te queixes
Pois há milhares de mortos e feridos


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Se quiserem saber a autoria de cada quadra terão que ir ver os comentários de então
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12 junho, 2026

VÉSPERA DE STº ANTÓNIO EM CHEIO E MAIS NÃO DIGO (AMANHÃ HÁ MANJERICO!)

ESTA FOTO NÃO ESTÁ MÁ
ORA ADIVINHEM QUEM LÁ ESTÁ

Lá no bairro onde mora a Minha Mai Nova, houve música de palco, grelhada mista, sardinhada e... muita sangria. 
Minha cunhada (irmã da "não-ausente") foi a presença surpresa, bem surpreendente. Com ela ia toda a sua família, que não é surpresa nenhuma se vos disser que a adoptei como minha.

10 junho, 2026

DIA DE PORTUGAL


GOSTEI DO DISCURSO DE SEGURO
E NÃO FUI SÓ EU... ORA VEJA AQUI
Pena é que a Tribuna tivesse mais gente do que povo presente.


 

09 junho, 2026

FOI TÃO GIRO, AQUILO... LÁ NA "FEIRA DO LIVRO"


 E no domingo, lá fui à "Feira do Livro" e fui ver o  CORO DE LEITURA EM VOZ ALTA - CLEVA OEIRAS

“O desaparecimento da leitura em voz alta é muito estranho. (…) Já não há o direito de colocar as palavras na boca antes de as meter na cabeça? Já não há ouvidos? Já não há música? Já não há saliva? As palavras já não sabem a nada? O que é que se passa? (…) Venham soprar nos nossos livros! As palavras precisam de corpo! Os nossos livros precisam de ter vida!”
Daniel Pennac in “Como um romance”
Um coro de vozes leitoras. Um coro, não para cantar mas para ler. Lemos livros a várias vozes e construimos novos universos sonoros. Lemos em voz alta em conjunto. Produzimos novos sentidos a partir de um texto utilizando um colectivo de vozes. Acentuamos ou diluímos uma emoção, destacamos ou escondemos um significado, damos um som harmonioso, polifónico, emocionante, às páginas da literatura.
Um coro para todas as idades, um coro para todos