Enquanto a filha não chegava, fui lhe dando conforto, falando com as enfermeiras e com o médico. A conversa com o clínico introduziu calma e esperança: nada confirmava os receios de que o diagnóstico seria o de tumor cancerígeno (hipótese ainda não totalmente afastada). Diagnóstico, esse sim, confirmado a de uma pancreatite aguda. O médico disse-me ser previsível resolver a crise em três ou quatro dias.
Entretanto, Moira Simões (a filha), chegou. Da sala, eu saí e entrou ela. Nem imagino como emotivo terá sido esse reencontro...