20 agosto, 2026

SE POR CÁ ESTIVESSE... FARÍAMOS 60 ANOS DE CASADOS


Foto em 20 de Agosto de 1966


E esta foi a primeira foto que tirámos juntos, em 1962

Porque partilho tais memórias? Nem eu sei...


 

19 agosto, 2026

O "PEQUENO SOM - SONETO" DEU CABO DA META CENTRO (MARIA JOÃO)


Como é costume, tal como foi ontem e como será amanhã, levei hoje a Maria João onde ela tinha que ir. Esta manhã foi à terapia e à ida, muito dorida e queixosa, deu-me o seguinte recado:
"Ó Rogério, meu neto, avisa lá os nossos seguidores e amigos que não me será possível visita-los e ainda menos comenta-los. Ontem fiz um esforço tremendo para escrever aquela coroa de sonetos e fiquei neste triste estado"

E a terapeuta confirmou o pior, pois deu-lhe conta de ter havido regressão do seu estado numa altura em que eram relevantes as melhoras... A ver vamos!


 

17 agosto, 2026

ONTEM E HOJE, ENTRE ABRAÇOS E LÁGRIMAS, A DESPEDIDA... (AQUI FICA, PARA QUE A MEMÓRIA NÃO SE PERCA)


Previa eu que a família se juntaria e tal aconteceu. E até houve quem viesse de muito longe (de Inglaterra, a irmã Paula e sua família próxima). Poucos seguiram a oração de Santo Agostinho e foram muitos os que entre abraços e lágrimas dele se despediram. 


As minhas lágrimas, essas, eram redobradas e a razão disso está presente num dos últimos momentos em que os dois irmãos estiveram juntos. Ela (a minha companheira de toda a vida que partiu em Setembro de 2020) e ele (o meu cunhado, de quem hoje nos despedimos) figuram nesta imagem recolhida de um vídeo que dá testemunho de terem deixado uma herança de amor e de unidade que sempre juntou uma família imensa, onde predomina uma relação de amor e amizade. Ora vejam: 

15 agosto, 2026

AMANHÃ, DOMINGO, É MUITO PROVÁVEL QUE ESTA IMENSA FAMÍLIA SE ENCONTRE E CHORE A PERDA


A foto é do nosso Natal passado. Amanhã os sorrisos são trocados pelas lágrimas. Eu, perdi meu cunhado (irmão da minha companheira de toda a vida, também já há muito perdida). A Luísa perdeu seu marido. Seus filhos perderam o pai. Minhas filhas perderam o seu tio. E nossos netos perderam seu avô. E tantos outros laços também assinalarão a perda. 

Tinha 87 anos e uma vida vivida intensamente, com a verticalidade do seu carácter e amor ao próximo.

Certo que nos ficará para sempre na memória, neste meu espaço lhe presto a última homenagem: "até sempre, Alberto!"