16 março, 2026
E, SOBRE A FAMIGERADA ENTREVISTA, VOLTO À CARGA
14 março, 2026
E... CÁ ESTÁ A TAL ENTREVISTA, DIREITINHA (ao vivo e a cores)
12 março, 2026
ONTEM, NA MINHA ENTREVISTA EM DIRECTO, O QUE PODIA CORRER MAL... CORREU PIOR
Ontem aconteceu mais um dia histórico. O segundo consecutivo, pois na terça-feira a representação da minha peça de teatro, apresentada a mais de 90 crianças das escolas cá do meu sítio, encheu-me o ego...
Mas este dia histórico, foi-o pelas piores razões:
- A primeira, o meu atraso na chegada à sala. Quem tiver a paciência (veja a publicação acima) de aguentar no escuro a minha espera, verá o que aconteceu, ao vivo;
- A segunda, dá para perceber os engasgues sucessivos expressos por um rosto, meio-nervoso e de como, de facto, sou melhor na escrita do que a falar sobre ela;
- Por último, escolhi ler (mal) um poema que não seria o mais indicado para ser lido ali. O poema que devia ter escolhido devia ser o que deu nome ao livro. Este:
Quem não esquece o passado e não desiste,
Com orgulho mal disfarçado, persiste
Em procurar a utopia que num sonho conheceu?
Eu!
Quem vê uma lágrima, não importa por que dor
Junta outra sua, se necessário for,
pois de ser solidário nunca se esqueceu?
Eu!
Quem em mil metamorfoses e em festa
Aceitou ser árvore escondendo em si a floresta
Para que todos os pássaros pousassem num ramo seu?
Eu!
Quem comigo fez tal caminho
Aceitando valores, defeitos e carinho
Partilhando ausências, frustrações e alegrias, por tabela?
Ela!
Falar de mim é falar de nós...
Em breve anunciarei o lançamento do meu livro.
10 março, 2026
HOJE, QUASE UMA CENTENA DE CRIANÇAS APLAUDINDO, FEZ-ME SAÍR DE LÁ COM O EGO CHEIO
Foi esta manhã, num teatro perto de mim (Teatro NOVA MORADA), a primeira de três sessões programadas para as escolas. No salão auditório, cerca de 100 crianças seguiram atentas e, de quando em quando, soltando exclamações ou curtas gargalhadas. No fim, muitas, muitas palmas. Ainda com os aplausos a decorrer, fui chamado ao palco.
Fiz breve conversa com o "Sr. Futuro", com a sala ouvindo atentamente.
Fiz breve conversa com as crianças, do palco para a plateia.
Esta conversa começou com a minha pergunta: "Gostaram?" e a resposta, em coro, foi um prolongado "Siiiiim!". Seguiu-se uma segunda pergunta: "E já perguntaram aos vossos professores quais os efeitos de um prolongado uso do telemóvel?" e a resposta, mais uma vez em coro, foi um prolongado "Nãããão!
Seguiu-se as mais que óbvias recomendações, pois "Quando a cabeça não tem juízo, o futuro é que paga!"

