14 maio, 2026

COMO SABEM, NUNCA DESISTO DE UM OBJECTIVO! E VOCÊS SÃO TESTEMUNHAS DISSO! NÉ?

Sim, quando tenho um objetivo, insisto! Não deito a toalha ao chão! Falo agora do tal conto, "O Avião de Papel". Lembram-se? E lembram-se de vos ter falado em alguém, para ilustra-lo? Mas, por várias razões, esse objectivo ficou pelo caminho. 

Mas, como o tema das alterações climáticas está (dramaticamente) na ordem do dia, voltei à luta e já encontrei alguém que vai ser meu parceiro. Para se aperceberem do seu estilo, vejam só como é diverso.

Acho que ele encontrará um "Matias" digno de ser figurante e um "Senhor Inverno" com as brancas barbas bem adequadas às mensagens que dará ao mundo. Vejam bem!






13 maio, 2026

"QUANDO A CABEÇA NÃO TEM JUÍZO... O FUTURO É QUE PAGA" (ontem foi a última representação)

Como estarão lembrados, a estreia foi um espanto. E até ontem, o sucesso foi acumulando. Sucesso indissociável do respeito pelo guião (de que sou autor) por parte de Nuno Loureiro (que foi quem encenou) sem pôr de lado, antes pelo contrário, o desempenho dos actores do Grupo de Teatro Nova Morada. Mas só fará sentido falar em sucesso pela avaliação das crianças medida pelas suas reações, comentários e ovações. Foi tão giro!!!

Que pena não vos poder proporcionar uma visão alargada disso mesmo... fica aqui o que foi possível trazer-vos. 


A MÚSICA É DO ANTÓNIO VARIAÇÕES

A LETRA É MINHA

Quando a cabeça não tem juízo
Quando te esforças
Menos do que é preciso
O futuro é que paga
O futuro é que paga
Deixa-o pagar, deixa-o pagar
Se tu estás a gostar

Quando a cabeça não se liberta
Das graçolas, imitações
Toda essa distração, que te alegra
O futuro passa a coisa incerta
Cheia de privações, ilusões

Quando a cabeça passa a ter juízo
E usas o telemóvel só quando é preciso
O futuro é que ganha
O futuro é que ganha
E se esta canção te soa a incentivo
Então diz: vamos a isso
Vamos a isso
Vamos a isso
Pois passas a ter juízo