19 março, 2026

REDACÇÕES DO ROGERITO - 53 (Dia do Pai)


Hoje é dia do pai e a stora pediu que eu fizesse uma escrita em que reflicta porque é que eu acho que esta data é tão bonita e ela sugeriu que escrevesse sobre o significado do dia e é disso que eu vou escrever prometendo não divagar sobre o que pensaria e os palavrões que diria o senhor Anacleto lá da loja da esquina se o dia do pai não der para facturar aquelas bujigangas todas e mais os cartõezinhos cheios de desenhinhos de pais e de meninos mas também de pais com meninas pois ele sabe escolher a mercadoria em conformidade com a sua freguesia e se assim não fosse o senhor Anacleto seria apontado por não respeitar a igualdade de género.

Eu gosto muito do dia do pai pois se não houvesse dia do pai também não podia haver dia da mãe nem do avô nem da avó o que era muito mau para todas as crianças que assim teriam de ser todas institucionalizadas.

Mas o que eu gostava muito é que juntassem o dia da mãe com o dia do pai porque assim podia acontecer que ao festejarem pudesse haver mais meninos a nascer coisa que não vai acontecer se continuarem a separar os pais das mães e é por isso que há muitos divorciados.

Rogérito


16 março, 2026

E, SOBRE A FAMIGERADA ENTREVISTA, VOLTO À CARGA


E volto à carga porque o que está em causa é a memória que mantenho de quem tanto amei (mais do que a minha veia poética)... 
Por outro lado, não me resigno a ter tido quase duzentas visualizações e apenas e só um comentário...

 

14 março, 2026

E... CÁ ESTÁ A TAL ENTREVISTA, DIREITINHA (ao vivo e a cores)


Ultrapassadas as dificuldades técnicas, cá está. E não posso deixar de agradecer à Editora AUTOGRAFIA e, muito em particular a Renato Moreira, a quem deixo um reconhecido abraço.

Ah!, e se querem comprar já o meu livrinho, podem fazê-lo aqui.

12 março, 2026

ONTEM, NA MINHA ENTREVISTA EM DIRECTO, O QUE PODIA CORRER MAL... CORREU PIOR

 


Ontem aconteceu mais um dia histórico. O segundo consecutivo, pois na terça-feira a representação da minha peça de teatro, apresentada a mais de 90 crianças das escolas cá do meu sítio, encheu-me o ego...

Mas este dia histórico, foi-o pelas piores razões:

  • A primeira, o meu atraso na chegada à sala. Quem tiver a paciência (veja a publicação acima) de aguentar no escuro a minha espera, verá o que aconteceu, ao vivo;
  • A segunda, dá para perceber os engasgues sucessivos expressos por um rosto, meio-nervoso e de como, de facto, sou melhor na escrita do que a falar sobre ela;
  • Por último, escolhi ler (mal) um poema que não seria o mais indicado para ser lido ali. O poema que devia ter escolhido devia ser o que deu nome ao livro. Este:
O MELHOR DE MIM, SOMOS NÓS
Quem não esquece o passado e não desiste,
Com orgulho mal disfarçado, persiste
Em procurar a utopia que num sonho conheceu?
Eu!

Quem vê uma lágrima, não importa por que dor
Junta outra sua, se necessário for,
pois de ser solidário nunca se esqueceu?
Eu!

Quem em mil metamorfoses e em festa
Aceitou ser árvore escondendo em si a floresta
Para que todos os pássaros pousassem num ramo seu?
Eu!

Quem comigo fez tal caminho
Aceitando valores, defeitos e carinho
Partilhando ausências, frustrações e alegrias, por tabela?
Ela!

Falar de mim é falar de nós...

 Em breve anunciarei o lançamento do meu livro.