26 junho, 2026

DOMINGO, EM OEIRAS, SERÁ UM DIA HISTÓRICO E, PARA PREPARAR ISSO MINHA VIDA TEM ANDADO NUM REBOLIÇO


Se puderem, não faltem! Mais que uma boa oportunidade de conviverem e distraírem, poderão:
  • escolher, entre mais de 40 grupos que trarão a Oeiras as raízes do folclore (coral ou musical) oriundos de vários pontos do País e que actuarão nos três palcos distribuídos no Jardim Municipal de Oeiras;
  • ter a percepção da capacidade de organização e mobilização das estruturas do MURPI, bem como da diversidade do tipo de associações integradas naquele movimento unitário;
  • ter a oportunidade de visitar a tendinha da Desenhando Sonhos e aí trocarmos impressões sobre a nossa atividade bem como sobre os objectivos do MURPI no que se refere a lutar por melhores condições de vida dos reformados, pensionistas e idosos.
Querem conhecer melhor o MURPI? Então façam-no aqui...







 




24 junho, 2026

MAIS UM SÃO JOÃO, SEM ALHOS PORROS NA MÃO MAS... COM MARTELINHOS DE IMPORTAÇÃO!


Martelinhos, "made in" China*

Tiram-nos tudo, ó São João
Que fazer desta má sina?
Festejos são ilusão
Com martelinhos vindos da China

Com martelinhos vindos da China
Vem ó santo em meu socorro
Inverte esta má sina
Devolve meu alho-porro

Devolve meu alho-porro
Evita tanta importação
Contribui para nosso aforro
Ó meu rico São João

Rogerito - junho/2018
______________
* Em 2011 a fábrica portuguesa (a "Estrela Paraíso), que criou o "martelinho", passou  a produção de meio milhão de unidades para cerca de 200 mil. A concorrência da China condenou a empresa que acabaria por encerrar no ano seguinte, como o vídeo documenta:

23 junho, 2026

PRAIANDO (JÁ NEM ME LEMBRO QUANDO)

 PRAIANDO

Neste meu ar sério
quase duro
assumo
neste preciso momento
em que recuso o pensamento
em que rejeito a meditação
em que decido que a cabeça
apenas me serve para usar chapéu

No Mundo há tanta gente
a ter esse meu momento sempre presente
com a diferença, e não é piada
que, não usando chapéu,
a cabeça não lhes serve para nada

Rogério Pereira - junho 2021

21 junho, 2026

COMO SABEM, EU ESCREVO, ESCREVO, ESCREVO! VEJAM SÓ AS ADVERSIDADES QUE EU ENFRENTO!


Em próxima obra, que irá ser um conto ilustrado, poderão ler:
Por opção do autor, dá-se aqui destaque ao tema deste conto e às motivações para a sua ilustração e não à sinopse (resumo). A primeira versão do conto ocorreu em dezembro de 2021 e a sua publicação veio a acontecer com a sua inserção no livro “Contos para serem contados” cuja primeira edição viria a ocorrer em maio de 2022. Esta e a edição seguinte viriam a ser doados às crianças das escolas de ensino básico. O tema das alterações climáticas tem vindo, desde aquelas datas a ser cada vez mais preocupante pois somam-se os fatores que tendem a agravar o aquecimento global. Mas foi a perceção do forte impacto no uso da IA (inteligência artificial) o principal fator que levou à decisão da presente publicação. Entenda-se que o autor tem consciência de infraestrutura que suporta a IA consumir níveis colossais de energia e água. Segundo dados fornecidos pela própria IA, estima-se: que os centros de dados possam consumir até 3% de toda a eletricidade global; que os servidores requerem sistemas de refrigeração maciços, consumindo biliões de litros de água e criando "ilhas de calor"; que há um muito forte impacto na “Pegada da Carbono” pois uma única consulta a modelos generativos pode consumir até 10 vezes mais energia do que uma pesquisa web tradicional.
Assim, a presente obra é um alerta dirigido a um vasto público, muito para além das crianças...
Sobre o que o Júlio Machado Vaz diz sobre a IA até apetecia juntar a este alerta (ouvir, metendo o cursor a partir do minuto 35...)