30 julho, 2022

"OS MÃO MORTA" ESTIVERAM EM 2017. AGORA ESTÃO DE VOLTA

 A lendária banda bracarense Mão Morta foi acrescentada ao cartaz da Festa do Avante, evento que marca a ‘reentrée’ política do PCP e se realiza de 02 a 04 de setembro, no Seixal, distrito de Setúbal.
O anúncio, na quarta-feira, de que o grupo liderado por Adolfo Luxúria Canibal, atualmente vereador do PS na Câmara de Braga, deu origem àquela polémica palerma que por aí anda (não percam o depoimento)...

28 julho, 2022

A VERDADEIRA PERSISTÊNCIA...

 

 A verdadeira persistência é a constante  fixação e empenhamento no atingir de um objectivo. Implica vontade, estratégia e até mesmo uma certa pedagogia na defesa da visão.

Distingue-se da teimosia, porque esta é cega e obsessiva.

27 julho, 2022

O DINO DE D´SANTIAGO AINDA NÃO CONSTAVA...

 Ontem, andámos ao fim da tarde a distribuir o jornal dos "Artistas da Festa". Aceitação plena e simpática. 

O Dino de D´Santiago ainda não constava... Juntou-se depois...


Mas houve quem não gostasse e até o insultasse... eis a resposta do Dino:

Sempre que sou insultado pela minha forma de sentir e de estar na vida, os que me conhecem e amam de verdade, com o fim de me protegerem, alertam-me sempre “não ligues Dino, não te conhecem, deixa-os falar e responde com a obra feita no dia a dia.”
Acreditem que apesar de eu compreender esse cuidado, não consigo concordar com o silêncio perante o insulto profano e desmedido.
Tenho recebido mensagens de algumas pessoas, contra a minha participação na Festa do Avante , uns pedindo para que eu cancele, outros responsabilizando-me pelo sangue ucraniano derramado nesta guerra.
Sim. Sou responsável pelo sangue derramado nesta e em todas as guerras, em ambos os lados da trincheira! Porque sou um filho do século XX! O século mais assassino da história da Humanidade! Nas NOSSAS mãos carregamos o sangue de mais de 100 Milhões de Seres Humanos, mortos em nome do Poder, Religião ou Genocídio fruto de uma “demência criminosa com breves intervalos de lucidez.”
Estes Monstros que entre o medo, a ganância e o desejo de poder, vamos destruindo tudo à nossa volta, sem olhar a meios.
Relativamente a esta guerra entre 2 países Europeus, parece que despertou finalmente a compaixão do privilegiado Eurocentrico que finalmente conhece o sabor do seu próprio veneno “Ocidental”
Onde estão quando a Fome grita por socorro ás crianças no Iémen, onde estão quando o assunto são as 5,5 milhões de Pessoas Refugiadas da República Democrática do Congo, ou dos 1,75 milhões que fogem de Burkina Faso, somando aos outros Milhões de Seres refugiados vindos dos Camarões, Sudão do Sul, Chade, Mali, Sudão, Nigéria, Burundi e Etiópia.
Sou e serei sempre pela PAZ em qualquer canto deste Globo!
E para esta Guerra da Humanidade carrego a única Arma que herdei dos meus Pais…AMOR!
E enquanto tiver munições viajarei por todos os lugares onde sou bem-vindo ✊🏿

26 julho, 2022

... A VER NAVIOS!


"A ver navios"
expressão lida e entendida
a quem não se compromete em desafios
não, não me refiro à vida
mas a este fim de tarde bem passada

(a manhã foi dura, e o amanhã  promete...)


23 julho, 2022

AJUDA-ME A NÃO TER MEDO

Em tempo, fiz um poema "O medo não tem nada dentro"
 
Sobre o tema recomendo que vá ao teatro ver o que sobre isso escreveu Saramago.
Será no dia 28 de julho de 2022, às 19.30hrs, a estreia do espectáculo "Ajuda-me a não ter Medo" no Teatro Luís de Camões - LU.CA (Calçada da Ajuda 76 80 - Lisboa) baseado na obra "Ensaio sobre a Cegueira" do Nobel de Literatura José Saramago.
Este evento enquadra-se no projeto TIS - Teatro de Inclusão Social, sendo uma realização do Teatro Umano e da AASPS - Associação de Apoio e Segurança Psico-social financiado pela Câmara Municipal de Lisboa dentro do programa BIP/ZIP - Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária de Lisboa 2021.
 
A apresentação do espectáculo "Ajuda-me a não ter Medo" faz parte da proposta artística-social desenvolvida pelo projeto TIS - Teatro de Inclusão Social, onde o objetivo principal é desenvolver um trabalho artístico para a inclusão social, com pessoas adultas com doença mental a par de diversas situações de vulnerabilidade social.
 
Com este projeto, procura-se fomentar uma intervenção em saúde mental, através do teatro reforçando assim a coesão social, o diálogo entre diferentes, estimulando ainda o desenvolvimento pessoal e interpessoal, promovendo assim uma mudança social. O projeto é financiado pela Câmara Municipal de Lisboa e conta com os seguintes parceiros de implementação: Associação Portuguesa de Dramaterapia Integrativa; Santa Casa da Misericórdia de Lisboa; CIAC-UAb Centro de Investigação em Artes e Comunicação pólo Universidade Aberta; Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Etnia Cigana; AGIRXXI- Associação para a Inclusão Social; Associação Wamãe e Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) da Universidade de Lisboa.
 
A entrada no espectáculo será feita mediante reserva de ingressos sendo a mesma realizada através dos seguintes contactos telefónicos: 213 630 884 ou 933 597 412. Lotação máxima: 120 lugares
 
Ah, o poema?
Rir? Sorrir?
Sorrir de um medo?
Desse medo
que resulta
do nosso próprio enredo?
Em criança, nesse tempo
o medo fazia parte do crescimento
Vencíamos o medo, íamos crescendo
Hoje, ao certo, não sei definir o medo
Só sei que gostaria
que o medo pudesse ser
qualquer coisa de tangível,
de apalpar, de cheirar e de se ver
E se o fosse, que fosse redondo,
que ao rolar o fizesse com estrondo
E que se tivesse cheiro,
que fosse o do sebo salazarento
E que ao tacto se sentisse a impressão
do fogo vivo das fogueiras da inquisição
Depois, o medo podia ser apontado
e, sei lá, esmagado ou até cortado
Ver-se-ia que o medo
Não tendo nada dentro
Se libertaria o Mundo
deste medo tão profundo
Rogério Pereira
 

12 julho, 2022

AFINAL O TEMA MAR FOI UM ERRO MEU DE CASTING?

AI O MAR... EIS UM BOM TEMA PARA DAR QUE FALAR...

Terminou na sexta-feira, a Conferência dos Oceanos das Nações Unidas em Lisboa, e ninguém ligou à pergunta deixada... depois propus um exercício nada inocente ao qual ninguém ligou e seguiu em frente... depois dei-vos a conhecer quem sabe falar da coisa, e nada... nem se deram ao cuidado de ir conhecer  algo que deve ser conhecido...

     http://www.jornaldaeconomiadomar.com/

08 julho, 2022

O MAR... EIS UM BOM TEMA (reeditado)

https://www.economiaazul.pt/quemsomos

Isto é um desafio para que se concentre noutro centro de interesse, desperto pela dimensão e expressão do tema. Ora vejam e oiçam  só...

(tudo o aqui explanava apenas distraia da noticia) -

07 julho, 2022

AI O MAR... EIS UM BOM TEMA PARA DAR QUE FALAR... III

 Não há muito, dava à Teresa Palmira Hoffbauer a dimensão do "nosso mar", e citava a Wikipédia

«A Zona económica exclusiva de Portugal é a 3.ª maior da União Europeia, de tal ordem que 11 % da ZEE da União Europeia pertence a Portugal.[1] Com 1.727,408 km2 de área, a ZEE portuguesa é a 5.ª maior da Europa e 20.ª maior do mundo.[1]»

Podia falar da dimensão da nossa frota pesqueira, do estado em que se encontram os estaleiros e construção e reparação naval ou ainda do nível lastimoso  da capacidade da nossa marinha mercante. Mais tarde falarei disso, para além do muito já dito.

Proponho-vos, antes, um exercício.

  • Primeiro passo, digiram-se a um supermercado parem junto da banca de peixe
  • Segundo passo, contem a diversidade de oferta, pescado em oferta
  • Terceiro passo, identifiquem a origem do pescado, é de lei estar lá escrito
  • Quarto e último, contem as espécies captadas em águas nacionais  


 

04 julho, 2022

RELEMBRANDO A RÃ...

A "minha-mai-nova" convidou-me para jantar. E fui. À conversa falámos sobre tudo... e o Diogo trouxe-nos à memória aquela estória já contada... quando a minha filhota lembrou que também retinha uma fotografia. 

Pedi-a. E ei-la 


 Quanto à estória seria digna de figurar no meu livrinho...

01 julho, 2022

AI O MAR... EIS UM BOM TEMA PARA DAR QUE FALAR...

Terminou hoje, sexta-feira, a Conferência dos Oceanos das Nações Unidas em Lisboa. 

Liu Zhenmin, secretário-geral da Conferência, destacou na declaração de encerramento que se reconhecem “impactos devastadores” da pandemia de Covid-19 na economia baseada no oceano e, consequentemente, na saúde humana, com um aumento de lixo plástico nos mares.

Saudou ainda os compromissos assumidos pelos 159 países participantes, destacando o compromisso português de “garantir que 100 por cento das suas reservas de peixe são mantidos dentro de limites biologicamente sustentáveis” e a ampliação da área protegida das ilhas Selvagens.

Na conferência, em que participaram cerca de 6.700 inscritos estiveram delegações de 159 países, que se fizeram representar por “15 chefes de Estado, um vice-presidente, 124 ministros e 17 organizações governamentais internacionais”.

Na declaração final, reconhece-se que “é precisa mais ambição a todos os níveis para resolver o terrível estado do oceano“, ao mesmo tempo que os subscritores se manifestam “profundamente alarmados pela emergência global que o oceano enfrenta”, elencando a subida do nível das águas, erosão costeira a agravar-se e um mar “mais quente e mais ácido” com poluição que aumenta “a um ritmo alarmante”.

“Lamentamos profundamente o nosso falhanço coletivo” no que toca ao objetivo de desenvolvimento sustentável para a vida submarina, assumem os líderes no projeto de declaração final, referindo-se a questões como a sobrepesca, classificação de 10 por cento das zonas marinhas como áreas protegidas e recuperação de ecossistemas, que tinham metas definidas para 2020 e que não foram cumpridas.

Sobre o que falharam, declaram um “compromisso renovado” com “ação urgente e cooperação” para “atingir todas as metas tão cedo quanto possível sem atrasos indevidos”.

É um bom tema para desenvolvimentos futuros, neste meu espaço.

E posso começar por aqui...