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23 junho, 2025

E SE A MANHÃ DE DOMINGO FOI INTENSA, VEJA AGORA O QUE FOI A TARDE


 O que foi dito e decidido em tal encontro, por agora
 ainda não vos digo... nem vos conto!
Saí dali a tempo de conseguir estar onde tanto queria...




09 abril, 2022

ADRIANO - "Eu canto para ti um mês onde começa a mágoa!"

Associo-me à homenagem e, da voz, trago a quadra adequada...

Eu canto para ti um mês onde começa a mágoa
E um coração poisado sobre a tua ausência
Eu canto um mês com lágrimas e sol o grave mês
Em que os mortos amados batem à porta do poema 

21 setembro, 2019

Maria e um Mundo que não é de fantasia (em dia de comemoração do seu 9º aniversário)


Num quintinha apinhada de convidados, a Maria deu aso a juntar a dotes mais conhecidos e àqueles outros já aqui reportados, outros inesperados: um karaoke bem animado; danças bem dançadas. Ali perto, um boneco por ela desenhado, sorria com a animação proporcionada por Maria...

E enquanto tal animação se dava, na quintinha outra se passava. E não, não era caça... embora não escapasse rã ou salamandra que por lá andasse...


O Diogo, primo da Maria, arrasta parte dos convidados a dar visibilidade à sua já conhecida arte, e mostra orgulhoso as capturas do dia (juro que as devolveu ao seu habitat natural)...

Por fim o mais belo apontamento de uma nova amizade, proporcionada por Maria. Esta apresentou Kiara ao Mateus e, depois, foi assim como se mostra aqui...


19 setembro, 2019

Houve um tempo em que eu sonhava com muita água... e um meu herói também sonhava


Há uns dias, não muitos, uma amiga minha publicava um post, em que se afirmava extasiada, pela beleza da Caniçada. 

De pronto me veio à memória, uma data de coisas: a beleza daquele florão; tanto verde e tanta água; as minhas férias no Bairro Operário da Caniçada. 
Ocorreu-me a existência de uma foto minha, dessa época, com cerca de 5 anitos. Prometi procurá-la e ontem encontrei-a. Está aí.

Teria perdido tal memória não fossem outras férias, estas em Paradela do Rio, e a imagem do meu tio operário num domínio expecializado (montador de blondins), numa altura em que os operários só eram considerados se seu trabalho fosse único, raro... Dessa memória àquela outra, já eu adolescente, do projecto do mestre Laginha Serafim, foi um salto. 
Sonhava então, eu e ele, com a água, com Alqueva e com outras arrojadas coisas. 
Enfim, sonhos.

13 agosto, 2019

Em aniversário do Diogo, três apontamentos...


Como gosto da avó, das filhas e netas dela, uso sempre o efeito espelho... parecem mais...


O Diogo, 10 anos e um ar de gozo


Como tenho pouca fotogenia, aqui fica a milha silhueta em vez da fotografia...

09 agosto, 2019

«Luz e sombra num mundo em mudança»



Às cinco e meia da manhã do dia 16 de Julho de 1945 deu-se, neste nosso planeta, a primeira explosão nuclear, acontecimento que a História iria registar como marco do início da chamada Era Atómica. Três semanas depois, a 6 de Agosto, a força aérea americana lançava sobre Hiroshima a bomba que arrasou a cidade e causou a morte da quase totalidade dos seus habitantes. Três dias depois (a 9 de Agosto) outra bomba de potência semelhante destruiu a cidade de Nagasaki.

30 julho, 2019

Voam! Juro que voam!

Voam! Juro que voam!
Eu também voo
Ela sai ao pai
Ele sai ao avô
Mas não haveria voo nenhum
Se não fosse a avó
Ah!, como eu gosto de os ver voando...

01 julho, 2019

António Hespanha, 1945-2019 (in memoriam)

Quem frequenta este meu espaço sabe que nunca passei ao lado de gente impoluta, que sempre se bateu na vida por valores e por eles pagou preço imerecido. Faleceu hoje. Passo a republicar, como memória de uma sentida perda. Não minha, mas nossa.


O Professor tinha tudo preparado... 
mas não vai ser como esperava que fosse
"Para os meus alunos e colegas da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL)
Deixei de ser professor da UA. Inesperadamente e pela calada das férias, a direção mandou-me dizer, por carta de entreposta pessoa, que punha fim à minha colaboração. As justificações apresentadas são fantasiosas e vazias, pelo que é seguro que há outras, porventura relacionadas com uma brevíssima crítica que formulei, num “Prós e contras” em que se comparava a qualidade dos setores público e privado. A propósito, referi a falta de uma política de investimento científico e académico do ensino superior privado em geral (nem sequer referi a UAL) e a consequente dependência em que isso o coloca perante o ensino público. Esta opinião é, de resto, favorável à real autonomia e a um desenvolvimento correto e sustentado das universidades privadas, como hoje está patente, pela positiva – veja-se o caso da Universidade Católica - e pela negativa. De há muito que legitimamente a tenho e a exprimo. E, nos anos em que trabalhei na UAL (mais de dez), muitos esforços fiz: para trazer à Universidade pessoas que a prestigiassem; para dar ao meu ensino a melhor qualidade possível, para o inovar; para me ocupar pessoalmente (e não por intermédio de assistentes ou de colaboradores) das tarefas de ensino e de avaliação; para promover um contacto direto com os alunos, por meio de blogues ((http://amh-hespanhol.blogspot.pt/; para o ano que vem, já tinha on line, há mais de um mês, blogs relativos às novas disciplinas, com programas e calendários: http://ua-hi-2013.blogspot.pt/, http://ua-2013-te.blogspot.pt/). De modo a que nunca se pudesse dizer que fazia ali um ensino de segunda, em relação ao que fazia na Universidade pública. Colegas e alunos reconheceram isso e disso me deram testemunhos frequentes.
Enfim, nada disto contou, perante a vontade de quem – por razões que ignoro ou prefiro ignorar – não me queria na UAL. Sei que este desfecho foi promovido apenas por alguns, que conseguiram levar avante a sua decisão. Não envolvo, por isso, nele, nem toda a direção, nem os restantes órgãos da Universidade, nem os meus Colegas de Departamentos, nem os funcionários, nem os estudantes. Creio bem que muitos destes se sentirão muito incómodos por isto acontecer, ainda que – por razões que se compreenderão – se mantenham discretos. Em algumas instituições da nossa vida pública e privada, vai sendo muito penalizador dizer-se o que se pensa, mesmo em instituições em que a verdade e a liberdade deviam estar antes de tudo, como é o caso das Universidades.
Pode ser que nos encontremos em outros lugares e que possamos retomar diálogos proveitosos e de boa memória.
Abraços amigos.
António Manuel António Hespanha"