09 abril, 2026

... E, COM O LANÇAMENTO DO MEU LIVRINHO, TRAGO SURPRESA!

 Começo por lembrar que é já no próximo domingo, dia 12 e à mesma hora. 

A grande novidade é que... ora veja, 


É mais que um prémio!
Não falte e traga 
consigo
também
mais alguém
que me queira bem

Até lá

06 abril, 2026

E FOI MESMO DESTA QUE UM MEU POEMA PASSOU A CANÇÃO!

Lembram-se desta conversa? E sim, foi desta! O Julinho recomendou-me que não a divulgasse já pois ainda havia a fazer ajustes à produção. Dei-a a ouvir às minhas filhas e elas ficaram entusiasmadas. 
Seguindo a recomendação, limito-me a divulgar-lhe o estilo. 



05 abril, 2026

BOA PÁSCOA E NÃO ESQUEÇA...ALWAYS LOOK ON THE BRIGHT SIDE OF LIFE



Tenho, desde sempre e hoje mais uma vez, assinalado este dia pela parte que a muitos esquece. Mas tal insistência, embora já canse, não desisto dela. Cá vai:
Se Israel vai dizimando a população de Gaza impedindo-a visitar Jerusalém mesmo nesta Páscoa,  não ligue a nada.
always look on the bright side of life
Se agora, mesmo sem os EUA, a NATO está em vias de conseguir melhorar a rapidez e a capacidade letal  reforçando a ameaça de poder vir ter a guerra à porta, que importa? 
always look on the bright side of life
Se este mês, tal como no passado, recebeu magro salário, e ainda assim não tem emprego assegurado, deixá-lo. 
always look on the bright side of life
Se ontem, tal como no outro dia, soube de gente faminta, siga.
always look on the bright side of life
Se neste ano, tal como no ano passado, centenas de bombas terão rebentado, passe ao lado.
always look on the bright side of life
Se cada vez mais menos se liga  no Direito Internacional, qual o mal?
always look on the bright side of life
Se há está instalado o medo de tudo e de nada, do pequeno comércio à venda de estrada e você vê reduzir o seu pé-de-meia, esqueça talvez nada aconteça
always look on the bright side of life

Se há milhões de crucificados neste dia...
Diga aquela frase cínica "É a vida"...
... e olhe sempre pelo lado bom que ela tem ainda.

Rogério Pereira

E a finalizar, tope os "comentadeiros" televisivos como alegremente comentam tal

04 abril, 2026

PARA JÁ, LEIAM O PREFÁCIO (da autoria da "madrinha" da minha escrita)

PREFÁCIO

Nesta Antologia, o autor coloca-nos diante da sua visão do

mundo, marcada por um forte sentido crítico relativamente às

maiores questões que hoje se colocam ao homem, numa ótica

da falta de consciencialização, ética e ação, face às mesmas. É

um conjunto de textos que resulta da experiência vivencial, ob-

servação e interpretação pessoal do mundo com o qual, o poe-

ta se sente em desalinho. É a expressão maturada do encontro

consigo mesmo, provocado pelo exercício de liberdade poéti-

ca que pretende reafirmar, perante familiares e amigos. Mas é

também o desejo/intenção de homenagear a sua companheira

de vida. É para ela, a quem carinhosamente trata por menina, o

primeiro poema (que dá título ao livro). O texto em causa ter-

mina com o verso - Falar de mim é falar de nós, deixando pairar

no ar a ideia de que o sujeito, por si só, não será capaz de rea-

lizar os sonhos e alcançar a felicidade. O pronome nós, não se

limita ao eu e tu do casal, claramente, mas a um universo bem

mais amplo e complexo. Esta é uma constatação patente, desde

logo, na epígrafe/dedicatória que se vai tomando mais visível, à

medida que se avança na leitura.

Há, no trabalho em presença, uma nítida tendência para a

objetividade, com raízes no neorrealismo (reconhecida e assu-

mida pelo autor) uma intenção declarada de eleger o coletivo

em detrimento do individual, conforme se intui no poema “Au-

to-Retrato” onde se lê: Diz nada decidir / sem convocar o coletivo

seu Eu,/ sua Alma e seu Contrário/ ao qual apelida de Juízo, porém

não deixa de revelar, a individualidade (o Eu é a voz da maioria

dos textos) e a impulsividade a que a Arte não se pode furtar.

À conceção da escrita comprometida, o autor parece querer

associar a ideia de um humanismo outro, capaz de minorar ou

até solucionar os muitos conflitos que, por todos os cantos do

mundo, assolam os povos. Puramente utópico - dirão muitos

de nós, leitores. A isso responderá Rogério Pereira com uma

afirmação que costuma repetir frequentemente e surge inscri-

ta no poema acima citado - Diz ser fácil mudar o mundo/só que

leva é tempo.

Uma genuína preocupação relativamente aos problemas de

carácter político-social transparece dos textos e julgo ser essa

mesma preocupação a despertar no autor a pulsão da escrita, a

necessidade de grafar o seu entendimento das coisas do mun-

do e da vida e a partilhá-lo com outros.

De registar, aqui e ali, um pendor acentuadamente irónico

relativo àquilo que, na perspetiva do autor, é frivolidade, desin-

teresse e dispersão e como tal, merece ser criticado, parecendo

querer tomar a seu cargo a função de orientador/mestre.

Vejamos, no poema “Crisálida” ... entregou ao silêncio/ as for-

ças resignadas/ e sentou-se, ansiosa/ à espera/ da hora/ da telenovela.

Ou em “Pele” - A pele, escrita/ A pele, poema/ A pele, prosa/ A

pele,/ a pele,/ a pele/ E ela? /Apenas uma mensagem: /”…porque

noutros lados// também há flores e barcos … e uma vida/ que é

muito mais a minha!”

Ou ainda em – “A primavera das mulheres pueris”. Na última

estrofe pode ler-se:[ ...] Então um ser que não olha o céu, / que não

tem assunto/ que não liga ao mundo/ que virada a cada momento/

só para dentro/ […]

Ah, mulheres/ temos que um dia falar/ olhos nos olhos...

Um reparo, apenas, no sentido de que a frivolidade não

pode ser entendida como apanágio de género. Ela existe, sim,

mas não diz respeito exclusivamente às mulheres. A frivolida-

de, por mais que possa parecer ridícula, a alguns, é transversal

a toda a sociedade, podendo ser encontrada onde menos se

espera. Contudo, não apenas de ironia e crítica social se faz

este livro, faz-se também:

  • de Sonho - O impossível é tão só e apenas aquilo que ainda não aconteceu;
  • de Utopia - Quem antes via apenas a árvore / pode agora ver / através de mim / a floresta;
  • de Esperança - Havemos de emendar o rumo errado.

E, então, a Poesia…


Lídia Borges (*)

2025/08/09


(*) Lídia Borges é o pseudónimo literário de Olívia Maria Bar-

bosa Guimarães Marques, natural de Braga. Professora do Ensino

Básico, sempre teve a Literatura como suporte imprescindível à

compreensão do Mundo e do Homem. Possui o grau de mestra-

do em Teoria da Literatura, na área de especialização de Estudos

Lusófonos, pela Universidade do Minho.

Tem obra publicada nos géneros de conto, crónica e poesia. Assina

vários títulos, alguns dos quais distinguidos em Prémios Literários.

É membro da Associação Portuguesa de Escritores.



 

03 abril, 2026

SEXTA-FEIRA SANTA "ELI, ELI, LAMA AZAVTANI' (Meu Deus, Meu Deus, por que me abandonaste?)



É sem dúvida a Bíblia um manual de maus costumes, como me lembram as palavras de Saramago (e que eu oiço aqui). A Biblia diz que Jesus terá dito "Perdoai-lhes Pai, pois não sabem o que fazem". Tal não é expressão de cristão digna de um cristo que com seu gesto violento expulsa os vendilhões do templo. Eles sabem sempre o que fazem...
Contradições? Sim, daquelas que levam os povos à resignação. Bem fizeram os escravos e plebeus que não ligaram ao então dito, mas ao feito, ao se terem revoltado e três séculos depois terem imposto o fim do esclavagismo e a queda do Império Romano. De Cristo, prefiro recordar as últimas palavras, as humanas: "Meu Deus, porque me abandonaste?", sabendo que eu, enquanto parte do meu povo, não tenho perdão se aceitar os vendilhões do templo... 
Agora, que nos crucificam o país, teremos que esperar também séculos até à libertação? Talvez mais de três, pois estes sabem o que fazem enquanto nos entretemos com uma doce amêndoa... Não temos emenda.
(reeditado, do ano de 2012, sem que nada tenha mudado) 

02 abril, 2026

QUINTA-FEIRA SANTA - Serviço é serviço e beijos são beijos... a propósito de trinta dinheiros e da falta que nos faz o tal Papa

(repescado de post publicado o ano passado)

 
Judas devolvendo os trinta dinheiros - Quadro de Mattia Preti Ver aqui)
 

Ao longo da nossa existência racional, que como sabemos é inferior à nossa idade biológica, sempre me interroguei sobre o porquê de uma traição ser apresentada sobre a forma e a expressão de um afecto. Judas beija Jesus, como sinal de que o traiu e de que traiu um colectivo. Nem mais, nem menos: um beijo. Nada de mais afectuoso.

Tivesse a história (e as escrituras) colocado o focos do odioso na transacção, nos trinta dinheiros e talvez o Mundo fosse diferente...
“Atrás de Judas estavam os que lhe deram dinheiro, para que Jesus fosse preso e atrás deste gesto estão os que fabricam e traficam armas, que querem o sangue e não a paz, querem a guerra e não a fraternidade”
“Aquele que comanda, para ser um bom chefe, esteja onde estiver, deve servir.”
Papa Francisco, durante durante outra quinta-feira santa

01 abril, 2026

SIM!, UM LIVRINHO MEU VAI SER LANÇADO - CÁ VAI CONVITE

Leu aí, no cartaz, o que a Editora AUTOGRAFIA diz deste meu "O melhor de mim somos nós" ? Então venha ouvir o que outros poetas vão dizer.
E eles, que já confirmaram presença, são:
  • O José Fanha, de obra imensa, autor de vários livros de ficçãopoesia e literatura infanto-juvenil. Mas a sua popularidade deve-se à sua participação na televisão onde além de ter participado escreveu vários programas. Quem não se lembra de "A rua sésamo", cerca de 500 episódios na RTP (1988/94) (está tudo aqui)
  • A Maria João Brito de Sousa, sonetista de "primeira água" com vasta obra publicada, muito lida  e  apreciada, recentemente homenageada pela "Associação Desenhando Sonhos" tendo sido agraciada pelo Município de Oeiras com uma medalha e um Título Honorífico, na categoria Arte e Cultura.(está tudo aqui);
  • O Jorge Castro, (que não se julga poeta, mas é) que tem acompanhado a maior parte da minha escrita, levando meus "Contos Para Serem Contados" a (quase) todas as Escolas Básicas de Oeiras. É membro da Direcção da EMACO - Espaço e Memória-Associação Cultural de Oeiras e que foi a primeira editora de um livro meu, o "Almas Que Não Foram Fardadas". (ver tudo aqui)
Não falte! Espero por si e traga alguém que me queira bem.
Até lá

 

31 março, 2026

A OBRA DE SARAMAGO DEIXOU DE SER DE LEITURA OBRIGATÓRIA NA ESCOLA... ASSIM, EI-NOS EMPURRADOS PARA A CAVERNA!

Isto... isto mexe muito comigo! 
Durante dois anos, todos os domingos (no meu blog) escrevia "Homilias Dominicais (citando Saramago)" e isso me obrigou a ler quase toda a obra dele. Na peça de teatro que escrevi para crianças o seu livro ilustrado ("A Maior Flor do Mundo") é levado ao palco. E mais: em criança, vivi num quarto com toda a minha família (Saramago, também); residi na rua Carrilho Videira (Saramago, também); em jovem, frequentei a Escola Afonso Domingues (Saramago, também); nessa escola tirei o curso de Serralheiro Mecânico (Saramago, também); trabalhei num jornal (Saramago, também); cheguei tarde à escrita (Saramago, também); sou militante de um Partido (Saramago, também)... Portanto, estamos sendo empurrados para a tal caverna de que Saramago aqui fala...

 

28 março, 2026

"PROVA DE FOGO PARA A CÂMARA DE OEIRAS - O CASO FUNDIÇÃO"

Imagem da sessão de apresentação do Projecto, a cargo dos serviços técnicos da Câmara 

As comunidades locais andam arrepiadas com a ameaça de uma nova urbanização, que trará consequências tremendas nas condições da vida, na mobilidade e com preocupantes impactos nos serviços públicos.

À megalómana dimensão de tal urbanização, dedicou o Arq.º José Manuel Fernandes a sua esclarecida atenção, escrevendo um artigo no "OBSERVADOR". Escreveu ele, ao que titulou ser "Prova de fogo para a Câmara de Oeiras - O caso Fundição". Leia aqui, caso possa.

Caso não, subscreva a petição!


27 março, 2026

PORQUE SOMOS A MEMÓRIA QUE TEMOS, HOJE VOU AO TEATRO

 


Hoje, em Dia Mundial do Teatro, não posso perder. E nem por acaso é o mesmo encenador que encena a "minha" peça. Quanto ao tema... leia:

"Auschwitz é o símbolo de uma barbárie na Europa. É preciso que não se repita. O nazismo foi uma utopia racial, a ideia de construção de uma comunidade nacional que excluía determinados grupos étnicos, sobretudo judeus, porque não tinham o bom sangue, como eles diziam. Como pôde acontecer que um projeto de sociedade perfeita conduzisse a um genocídio que ceifou milhões de vidas? Esta visão do mundo baseada numa biologia aplicada faz uma leitura zoológica do humano e pretende a colonização dos outros povos através da guerra no que chamou uma comunidade de combate rumo a uma Europa conquistada, ocupada e explorada.
Tudo começou por leis de cidadania que recusavam a vida quotidiana aos judeus e opositores, às minorias que foram excluídas e acabaram por ser exterminadas sob o conceito de vida indigna de ser vivida. Alguns resistiram como a jovem Sophie e eram presos e mortos apenas porque não queriam pactuar. Outros, os judeus e resistentes, foram para campos de concentração, para guetos onde a sua humanidade foi eliminada, transformados em sub-homens, sujeitos a experiências médicas em nome de uma raça superior que nunca existiu.
O genocídio dos deficientes, dos judeus foi uma violência extrema para se construir um Reino e um espaço vital, sobretudo na Polónia onde deveria prosperar a raça digna. Essa sociedade baseada num conceito biológico nunca surgiu. Ficou apenas a memória daqueles que pereceram em nome de uma ideia de povo de uma Alemanha que acabou em ruínas.
Essas histórias têm de ser recuperadas para que as democracias saibam lidar com o flagelo da violência e da discriminação."


25 março, 2026

OS POETAS JÁ TÊM A PRIMAVERA, LÁ FORA, SENTADA À SUA PORTA...

 


O Luís Rodrigues tem a sorte de ter jardim. Porque se acha no outono da vida, partilhou com seus amigos (entre os quais me conto) um artístico postal, que aqui exibo em gesto de público agradecimento.

Porque só agora o faço? Ora nem queiram saber o que tive de superar para o fazer...

24 março, 2026

ENTRE O SONO E O DESPERTAR... HÁ COISAS ASSIM...

Entre o sono e o despertar acontece-me ouvir canções e, quando saio da cama, vou-os cantarolando. A maior parte das vezes, são ideias. Umas boas, outras nem tanto. Mas hoje aconteceu coisa que nunca me tinha acontecido: uma frase (que me parecia um verso) apoderou-se-me da mente. Era assim: antes fosses ceguinha! 
Cum raio, onde é que eu fui buscar isto? E depois descobri o que já sabia: o cérebro guarda coisas que nos ficaram gravadas na alma.
E era isto:

 

Jesus! Jesus! Jesus! o que aí vai de aflição!

Ó meu Amor! é para ver tantos abrolhos,
Ó flor sem eles! que tu tens tão lindos olhos!
Ah! foi para isto que te deu leite a tua ama,
Foi para ver, coitada! essa bola de lama
Que pelo espaço vai, leve como a andorinha,
A Terra!

Ó meu Amor! antes fosses ceguinha...

21 março, 2026

HOJE, ASSUMO, MINHA ALMA É ÁRVORE QUE DÁ FRUTO...

 


A pereira no quintal escolheu o dia, hoje,
para se encher de flor.
Ou terão sido os meus olhos, hoje,
mais atentos aos passos da Poesia?
Ela não sabe, mas encheu-me de alegria,
uma alegria miudinha e boa
que veio falar-me de paz.
Sonhar a paz no aconchego
das coisas da terra, quantas vezes?
Deslocámos um grão de areia do deserto,
um caulezinho na montanha
para mover a montanha,
para mudar o deserto.
Eis a Poesia,
essa fé capaz de fertilizar desertos,
de mover montanhas
ou simplesmente
de tornar mais fácil a convivência
com o que nos atormenta.
Lídia Borges

19 março, 2026

REDACÇÕES DO ROGERITO - 53 (Dia do Pai)


Hoje é dia do pai e a stora pediu que eu fizesse uma escrita em que reflicta porque é que eu acho que esta data é tão bonita e ela sugeriu que escrevesse sobre o significado do dia e é disso que eu vou escrever prometendo não divagar sobre o que pensaria e os palavrões que diria o senhor Anacleto lá da loja da esquina se o dia do pai não der para facturar aquelas bujigangas todas e mais os cartõezinhos cheios de desenhinhos de pais e de meninos mas também de pais com meninas pois ele sabe escolher a mercadoria em conformidade com a sua freguesia e se assim não fosse o senhor Anacleto seria apontado por não respeitar a igualdade de género.

Eu gosto muito do dia do pai pois se não houvesse dia do pai também não podia haver dia da mãe nem do avô nem da avó o que era muito mau para todas as crianças que assim teriam de ser todas institucionalizadas.

Mas o que eu gostava muito é que juntassem o dia da mãe com o dia do pai porque assim podia acontecer que ao festejarem pudesse haver mais meninos a nascer coisa que não vai acontecer se continuarem a separar os pais das mães e é por isso que há muitos divorciados.

Rogérito


16 março, 2026

E, SOBRE A FAMIGERADA ENTREVISTA, VOLTO À CARGA


E volto à carga porque o que está em causa é a memória que mantenho de quem tanto amei (mais do que a minha veia poética)... 
Por outro lado, não me resigno a ter tido quase duzentas visualizações e apenas e só um comentário...

 

14 março, 2026

E... CÁ ESTÁ A TAL ENTREVISTA, DIREITINHA (ao vivo e a cores)


Ultrapassadas as dificuldades técnicas, cá está. E não posso deixar de agradecer à Editora AUTOGRAFIA e, muito em particular a Renato Moreira, a quem deixo um reconhecido abraço.

Ah!, e se querem comprar já o meu livrinho, podem fazê-lo aqui.