03 julho, 2026

COMO VOU A TODAS, NEM À ASSEMBLEIA FALHO. E COM UM MAL IMPROVISADO IMPROVISO, LÁ IMPROVISEI


Quando acabei e saí, 
pela forma como me olhavam
acho que não foi tão mal, assim
(só soube que podia ir falar
15 minutos antes de o ir fazer...)

30 junho, 2026

SEMPRE EM LUFA-LUFA, MAS DESTA FEITA NADA ME FARIA PARAR. A MARIA JOÃO APELAVA A TAL...


Ao fim da manhã, ela ligou-me e tratou-me pelo nome, o que só por si já era um sintoma. Foi com  voz muito dorida que me pediu ajuda e logo saí disparado direitinho a sua casa para, de seguida, a levar à farmácia. Aí, a jovem farmacêutica quase acreditava que eu era seu neto. Após sorridente desmentido, ambas se deram ao trabalho de lhe ajustar o colete imobilizador do braço lesado. Sugeri uma foto da Maria João, com elas de costas. Disse a mais experiente "nem pensar" e assim pousaram sorridente.
De seguida, de-mos um salto ao Centro de Saúde e foi-lhe aceite uma consulta. Tratamento esmerado, mas limitado pois ela já anda nadando em medicação. De qualquer forma mais uns comprimiditos... e lá voltámos à farmácia. Tudo aviado, fui leva-la a casa. À despedida, nem lhe perguntei se se sentia melhor pois percebi, no trajecto, que os gritos e ais foram quase nulos...
Eram 16h quando comi uma sopinha...



 

29 junho, 2026

ONTEM, EM OEIRAS, FOI MESMO UM DIA HISTÓRICO E, PARA DEMONSTRAR ISSO, MINHA VIDA CONTINUOU A ANDAR NUM REBOLIÇO

Oeiras foi ontem palco de um dos maiores encontros de seniores do país! E eu, andei por lá a pedalar, sem parar. Como as imagens falam mais que mil palavras, apenas vos digo que as não devem perder... 

Ah! Não sabem o que é o MURPI? Então entrem aqui e fiquem a saber!

Aqui, a Presidente da nossa "Desenhando Sonhos", falando em nome da FARPIL...


Isabel Gomes, Presidente do MURPI saudando toda a gente e das lutas que se vão travando...

E como tenho uma costela de Beja, podia lá eu perder esta... e foram mais que muitos (cerca de 40 grupos de todo o País) os que animaram e trouxeram uma mensagem cultural da sua terra...
Ouvir este outro grupo deixou-me a alma orgulhosa deste nosso povo!

Assisti, tive a sorte, de neste palco ouvir gente do norte 

Nem sei quantos os milhares que por lá andaram em animadas tertúlias. Só sei que nenhuma sombra foi desperdiçada e como soube bem tão saborosa almoçarada...



26 junho, 2026

DOMINGO, EM OEIRAS, SERÁ UM DIA HISTÓRICO E, PARA PREPARAR ISSO, MINHA VIDA TEM ANDADO NUM REBOLIÇO


Se puderem, não faltem! Mais que uma boa oportunidade de conviverem e distraírem, poderão:
  • escolher, entre mais de 40 grupos que trarão a Oeiras as raízes do folclore (coral ou musical) oriundos de vários pontos do País e que actuarão nos três palcos distribuídos no Jardim Municipal de Oeiras;
  • ter a percepção da capacidade de organização e mobilização das estruturas do MURPI, bem como da diversidade do tipo de associações integradas naquele movimento unitário;
  • ter a oportunidade de visitar a tendinha da Desenhando Sonhos e aí trocarmos impressões sobre a nossa atividade bem como sobre os objectivos do MURPI no que se refere a lutar por melhores condições de vida dos reformados, pensionistas e idosos.
Querem conhecer melhor o MURPI? Então façam-no aqui...







 




24 junho, 2026

MAIS UM SÃO JOÃO, SEM ALHOS PORROS NA MÃO MAS... COM MARTELINHOS DE IMPORTAÇÃO!


Martelinhos, "made in" China*

Tiram-nos tudo, ó São João
Que fazer desta má sina?
Festejos são ilusão
Com martelinhos vindos da China

Com martelinhos vindos da China
Vem ó santo em meu socorro
Inverte esta má sina
Devolve meu alho-porro

Devolve meu alho-porro
Evita tanta importação
Contribui para nosso aforro
Ó meu rico São João

Rogerito - junho/2018
______________
* Em 2011 a fábrica portuguesa (a "Estrela Paraíso), que criou o "martelinho", passou  a produção de meio milhão de unidades para cerca de 200 mil. A concorrência da China condenou a empresa que acabaria por encerrar no ano seguinte, como o vídeo documenta:

23 junho, 2026

PRAIANDO (JÁ NEM ME LEMBRO QUANDO)

 PRAIANDO

Neste meu ar sério
quase duro
assumo
neste preciso momento
em que recuso o pensamento
em que rejeito a meditação
em que decido que a cabeça
apenas me serve para usar chapéu

No Mundo há tanta gente
a ter esse meu momento sempre presente
com a diferença, e não é piada
que, não usando chapéu,
a cabeça não lhes serve para nada

Rogério Pereira - junho 2021

21 junho, 2026

COMO SABEM, EU ESCREVO, ESCREVO, ESCREVO! VEJAM SÓ AS ADVERSIDADES QUE EU ENFRENTO!


Em próxima obra, que irá ser um conto ilustrado, poderão ler:
Por opção do autor, dá-se aqui destaque ao tema deste conto e às motivações para a sua ilustração e não à sinopse (resumo). A primeira versão do conto ocorreu em dezembro de 2021 e a sua publicação veio a acontecer com a sua inserção no livro “Contos para serem contados” cuja primeira edição viria a ocorrer em maio de 2022. Esta e a edição seguinte viriam a ser doados às crianças das escolas de ensino básico. O tema das alterações climáticas tem vindo, desde aquelas datas a ser cada vez mais preocupante pois somam-se os fatores que tendem a agravar o aquecimento global. Mas foi a perceção do forte impacto no uso da IA (inteligência artificial) o principal fator que levou à decisão da presente publicação. Entenda-se que o autor tem consciência de infraestrutura que suporta a IA consumir níveis colossais de energia e água. Segundo dados fornecidos pela própria IA, estima-se: que os centros de dados possam consumir até 3% de toda a eletricidade global; que os servidores requerem sistemas de refrigeração maciços, consumindo biliões de litros de água e criando "ilhas de calor"; que há um muito forte impacto na “Pegada da Carbono” pois uma única consulta a modelos generativos pode consumir até 10 vezes mais energia do que uma pesquisa web tradicional.
Assim, a presente obra é um alerta dirigido a um vasto público, muito para além das crianças...
Sobre o que o Júlio Machado Vaz diz sobre a IA até apetecia juntar a este alerta (ouvir, metendo o cursor a partir do minuto 35...)



 

19 junho, 2026

E NÃO É QUE O VENTURA LEU O AVANTE... E PIMBA... VIROU O BICO AO PREGO!

Imagem recolhida do jornal "Avante!"- Pág. 16

 A Greve Geral de 3 de Junho foi mais uma po­de­rosa jor­nada de re­jeição do pa­cote la­boral e de afir­mação da luta por me­lhores con­di­ções de tra­balho e de vida. O Go­verno e os pa­trões ten­taram es­conder o seu im­pacto, e com ele a pro­funda re­jeição dos tra­ba­lha­dores ao pro­jecto de ex­plo­ração con­tido no pa­cote la­boral.

As imagens mostram isso, mas a adesão foi igualmente muito relevante noutros sectores da indústria. Quer saber mais? Então... compre o Jornal!                                       ( o Ventura foi o que fez)

ARREPIEM-SE: A NOSSA POETA PASSOU DO QUEIXUME AO GRITO AFLITO


Ela ontem teve uma tontura, caiu. Partiu o braço. Chamou os bombeiros e teve nega. Chamou o 112 e teve de pagar. Ligou-me e eu fui a buscar ao Hospital São Francisco Xavier. Receitaram-lhe comprimidos para as dores e mais uma ligadura (que não havia em parte alguma).
Fui busca-la e leva-la a casa. 
Fui lá, há bocado... e seus gritos soam alto. Ouvi-la, arrepia!
A ligadura vem a caminho...Vamos ver...

 

16 junho, 2026

E A MINHA FAMA DE POETA JÁ CHEGA ONDE MINHA ALMA MENOS ESPERA


 

O Lombos Klub é onde, todas as noites, pouso para beber café. Essa frequência fez criar amizade (o que já não é novidade, lembram-se?) com quem lá trabalha. Mas a surpresa foi imensa, pois fiquei a saber que faço parte de um "replay" público que envaideceu Minha Alma...

15 junho, 2026

MARIA JOÃO, COM DIAGNÓSTICO MUITO, MUITO RESERVADO

 


Hoje, ao fim da manhã, levei-a ao Centro de Saúde para a análise semanal (o pica-no-dedo) e o resultado não podia ser mais inquietante, pelo que lhe foi de imediato marcada consulta urgente no inicio da tarde.
Vista pela médica, o diagnóstico foi o pior de ser ouvido: "não há nada a fazer pois o que devia ser feito já o foi e esperemos que resulte".
Liguei-lhe agora. Conversámos. Deu para perceber que não estava desesperada...

Ocorre-me passar para aqui as quadras que nos deixou ontem:
Perdoa-me, qu`rido neto
Se me abandonou a Musa:
É bem duro ser cateto
Pra quem foi hipotenusa!
*
Perdoai-me vós, amigos
Que há tanto tempo não vejo:
Sofro o pior dos castigos
E mais castigos prevejo...
*
Perder a voz sem estar rouca
Não me agrada mesmo nada:
Pra vós será coisa pouca,
Mas sou eu quem está tramada...
*
Abro agora uma excepção
Por Santo António e meu neto
E pra pedir-vos perdão
De incumprir quanto prometo..


13 junho, 2026

ACREDITEM, OU NÃO, SANTO ANTÓNIO VOLTOU A SER CAMPEÃO (em 2025)


A desgarrada mais bela que me foi dada 
segundo a eleição do ano passado
que aqui se repete integrando o que lhe fora acrescentado


  ENTÃO, MEU DESAFIO, FOI ASSIM
Ora dá cá uma quadra
Que eu te dou um manjerico
Terás tua alma perfumada
E eu ficarei bem mais rico 
FOI ASSIM, DESGARRADA 
E eu ficarei bem mais rica
E melhor acompanhada
Seremos dois passarinhos
Em conversa adocicada
Da Fê Blue-bird

Uma quadra lhe vou dar
Gostava que a achasse bonita
Seu manjerico me perfuma
Fique com o perfume da Janita.
Da Janita

Ao Rogério deixo uma quadra
e vou levar um manjerico
não levo mais nada
mas deixo um beijito!
Da Manuela

Os líricos, ai os líricos
Não quero amor imenso
Não quero imensa paixão
Quero apenas um manjericão!
Da ematejoca

Meu amigo Rogério
Quero dois manjericos
Do seu lindo e vasto império
Sem imaginar namoricos.
Da Catarina

Uma quadra é muito pouco
Para um poeta tão querido
Mas se o pedido são quatro versos
Deixo-os e levo o manjerico.
Da Gisa

Era uma vez um santinho
Que gostava de pregar.
Não lhe deram cavaquinho…
Contra a maré, foi remar.
Do Rui Pascoal

Santo António sem saber 
era muito pobrezinho
Desde sempre ouviu pedir
Para si um tostãozinho

Sem nunca ver o fruto
De peditório tão antigo
Santo António está de luto
e a bem dizer... Perdido!
Da Lídia Borges (2)

Uma quadra enquadrada
num espaço que é janela
por feia e mal engendrada
acaba por ficar bela
Da Manuela Araújo

O manjerico levo, então
Vou daqui mais perfumada
A caminho do S. João
E de mais uma noitada
Da Filoxera

A minha negação para rimas
Abstém-me de participar
Desculpa lá Rogérito
Os manjericos não levar
Da Tite

Rogerito, meu amigo,
Até me pões a rimar!
Cheguei tarde e já tenho
Manjerico p'ra levar...
Da Carol
... E VENHA DE LÁ MAIS UMA QUADRA,
AGORA COM OUTRO  MOTE

Cantigas de portugueses
São como barcos no mar —
Vão de uma alma para outra
Com riscos de naufragar.

E FORAM ESTAS AS RESPOSTAS AO DESAFIO EM 2025

Ontem foi o dia de Santo Antônio,
De amor e fé, ele é o irmão. 
Com o seu nome de nascença, Fernando, 
Protege a todos com coração na mão.

Com riscos de naufragar
Estou eu ficando agora
Santo António já se foi
Mas São João não demora.

O fascismo é uma minhoca
Que se infiltra na maçã
Ou vem com botas cardadas
Ou com pezinhos de lã.”

Estando os oceanos cheios
De barquinhos naufragados,
Sobem-me à alma receios
De estarmos todos lixados

Ó meu rico Santo António 
Ajudai-me, p'las alminhas
Nem com o som do harmónio 
Eu consigo umas riminhas.

Vem compor quadras comigo, 
Santo António de Lisboa!
Cabe sempre um novo amigo
Nas quadras que a gente entoa.

Nas quadras que a gente entoa
Se o Santo António ajudar
Lisboa ficará mais bela
E nas Marchas irei brilhar.

"Nas marchas irei brilhar"
Ainda que de andarilho...
O meu tem rodas pr`andar
E dar à marcha algum brilho 😊

Pregou Santo António ao peixes
E os peixes deram-lhe ouvidos...
Tem paciência e não te queixes:
Não houve mortos nem feridos.... 

Pregou Santo António aos peixes
E os peixes deram-lhe ouvidos...
O cardume suplicou que te queixes
Pois há milhares de mortos e feridos


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Se quiserem saber a autoria de cada quadra terão que ir ver os comentários de então
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12 junho, 2026

VÉSPERA DE STº ANTÓNIO EM CHEIO E MAIS NÃO DIGO (AMANHÃ HÁ MANJERICO!)

ESTA FOTO NÃO ESTÁ MÁ
ORA ADIVINHEM QUEM LÁ ESTÁ

Lá no bairro onde mora a Minha Mai Nova, houve música de palco, grelhada mista, sardinhada e... muita sangria. 
Minha cunhada (irmã da "não-ausente") foi a presença surpresa, bem surpreendente. Com ela ia toda a sua família, que não é surpresa nenhuma se vos disser que a adoptei como minha.

10 junho, 2026

DIA DE PORTUGAL


GOSTEI DO DISCURSO DE SEGURO
E NÃO FUI SÓ EU... ORA VEJA AQUI
Pena é que a Tribuna tivesse mais gente do que povo presente.


 

09 junho, 2026

FOI TÃO GIRO, AQUILO... LÁ NA "FEIRA DO LIVRO"


 E no domingo, lá fui à "Feira do Livro" e fui ver o  CORO DE LEITURA EM VOZ ALTA - CLEVA OEIRAS

“O desaparecimento da leitura em voz alta é muito estranho. (…) Já não há o direito de colocar as palavras na boca antes de as meter na cabeça? Já não há ouvidos? Já não há música? Já não há saliva? As palavras já não sabem a nada? O que é que se passa? (…) Venham soprar nos nossos livros! As palavras precisam de corpo! Os nossos livros precisam de ter vida!”
Daniel Pennac in “Como um romance”
Um coro de vozes leitoras. Um coro, não para cantar mas para ler. Lemos livros a várias vozes e construimos novos universos sonoros. Lemos em voz alta em conjunto. Produzimos novos sentidos a partir de um texto utilizando um colectivo de vozes. Acentuamos ou diluímos uma emoção, destacamos ou escondemos um significado, damos um som harmonioso, polifónico, emocionante, às páginas da literatura.
Um coro para todas as idades, um coro para todos

08 junho, 2026

CADA VEZ GOSTO MAIS DO FERNANDO... PESSOA

Ora leiam:
"Desde sempre houve escritores e poetas que escreveram sobre política, desde sempre houve literatura mais ou menos empenhada politicamente, mas no século XX essa tendência aumentou, com o surgimento de escritores e poetas associados a diferentes ideais ou ideologias políticas, e com desejo de intervenção sobre as injustiças sociais, como por exemplo na Alemanha, Bertolt Brech, Ernst Jünger, em França, André Malraux, Jean-Paul Sartre, nos Estados Unidos, Ezra Pound, em Espanha, Garcia Lorca, em Portugal, José Gomes Ferreira, Ary dos Santos, José Saramago, Manuel Alegre, etc. 

Quando se trata de poetas, geralmente a sua atitude empenhada politicamente surpreende, pois existe na opinião pública a tendência para considerar os poetas como indivíduos solitários e contemplativos, pouco interessados no mundo da ação, e muito menos na ação política. No entanto, existe um conjunto bem significativo de poetas e de escritores também interessados nos problemas políticos do seu tempo, e mesmo nos problemas políticos do passado, estando atentos aos conflitos e às grandes lutas do seu tempo, mas também aos ideais políticos de sempre, como por exemplo a busca pela liberdade. 

Certamente que por vezes é difícil considerar um texto como político. Se defendermos a tese de que toda literatura tem impacto social, e que por isso toda a literatura é política, então até mesmo um poema pastoril, ou um poema sobre o amor, são políticos. Ora, há que distinguir entre textos literários com impacto político (por exemplo os poemas homeoeróticos de António Botto, que tiveram impacto político no seu tempo, ao serem proibidos pelos políticos de então), e textos literários sobre temas políticos (por exemplo sobre uma revolução). Um livro ou um texto pode ser sobre o erotismo, e não ser um livro ou um texto erótico, assim como pode ser sobre a religião, e não ser um livro ou um texto religioso. No entanto, no caso da política a situação é diferente, pois é difícil que um texto seja sobre política (por exemplo uma História das ideias políticas), e não seja também um texto político, isto é, que não contenha uma visão política do autor, sobre os problemas tratados."

 Continuar a ler aqui

06 junho, 2026

AÍ VEM O NOSSO "PIQUENICÃO"! VENHAM PARTICIPAR! (OU APENAS VENHAM VER COMO É)


Para terem uma ideia, nas edições nacionais do Piquenicão do MURPI - Movimento Unitário de Reformados, pensionistas e Idosos, costumam juntar-se mais de 50 grupos de cantares, corais, música e ginástica provenientes das várias associações de reformados de todo o país. Estima-se que estarão connosco, no Jardim Municipal de Oeiras, mais de 4 000 pessoas vindas de todos os distritos...

Se eu vou lá estar? Claro!, e até faço parte do grupo que está a organizar a coisa...



 

04 junho, 2026

NAS FESTAS DE OEIRAS (EXIBINDO ARTES)


 E já lá vão seis dias, comigo preenchendo dois horários de escala,
e abordando a gente que passa...
(apenas vendi um livro)

01 junho, 2026

REDAÇÕES DO ROGERITO - 63 (DIA MUNDIAL DA CRIANÇA)

Eu gosto muito do Dia Mundial da Criança pois se não houvesse este dia seria porque o Mundo já não teria crianças e porque o que há de melhor no Mundo são as crianças e sem crianças o Mundo nem devia existir mas até nem sei se um dia isso não venha a acontecer e o Mundo já sem crianças venha a desaparecer.
Tenho esse medo pois todo o mundo comemora o dia mas cada país à sua maneira e sendo em datas diferentes eu só me sentiria seguro e feliz se partisse de mala aviada e fosse festejar essa data numa só viagem passeando pelo Irão por Israel e chegasse aos Estados (des)Unidos para dizer ao senhor Trump que por ali não havia mais guerra e as crianças estavam em festa .
Na impossibilidade de fazer tal viagem e porque não posso impor uma data comum fica assim arrumada a tal carta da ONU onde se inscrevem os direitos todos sem que esteja assegurado direito algum.

AFINAL... MONTENEGRO FOI REELEITO POR UMA GRITANTE ABSTENÇÃO DO PSD! E A IMPRENSA DISFARÇA...


... a mim, bastou-me sete segundos para caçar o facto a que a imprensa passa ao lado! Oiçam e façam lá as contas! Vá!

 

27 maio, 2026

SE ELES ESTÃO COM CUBA, POSSO LÁ EU FICAR DE FORA?!


"A canção usa o sonho com cobras como uma metáfora para os problemas, as opressões ou os inimigos quotidianos que tentam silenciar as transformações sociais. O ponto mais célebre da música é a inclusão de um poema do dramaturgo alemão Bertolt Brecht, recitado ou cantado na faixa"
Sacado de um comentário da Ematejoca

24 maio, 2026

EU REFORMADO? (NUNCA TRABALHEI TANTO NA VIDA)


A minha Associação foi convidada por esta outra. E fui em sua representação! E julgam que fiquei sentado, a ouvir extasiado o som maravilhoso que emanava daqueles instrumentos, do violino à guitarra? Nem pensem!
Dei-me ao trabalho!
E vejam o resultado!

22 maio, 2026

ESTE MUNDO, SEM NÓS, TERÁ UM TRISTE DESTINO

Cito, adaptando o que está escrito, "Não guardamos os sonhos só para nós. Atiramos os nossos ao ar... deixamos que o vento os leve e que longe, muito longe, alguém os agarre e possa também sonhar."

Boletim da Desenhando Sonhos que está sendo distribuído em Oeiras

Triste, muito triste mesmo, é dar-nos conta de que neste mundo há quem nos destrua os sonhos que fazemos sonhar! Hora, vejam...


ESTE MUNDO, SEM NÓS, TERÁ UM TRISTE DESTINO



20 maio, 2026

"QUEM PORFIA, MATA CAÇA!"


Sobre o que há três anos atrás se passou com as crianças daquela escola, já disse um dia . Mas nesse dia não disse tudo. Este poema, escrito e dito por duas crianças, além de me tocar fundo, fez-me assumir um compromisso: o de fazer, no resto da minha vida, um caminho preenchido pela escrita.

Obrigado Laura! Obrigado Guilherme! Obrigado por tão ternurenta oferta. Obrigado queridos meninos, por me apontarem o caminho!

Caminho que tenho andado a percorrer e hoje foi um dia que confirma que "Quem porfia, mata caça!" 

Porque o afirmo?
Depois digo!


18 maio, 2026

UMA OBRA COLETIVA QUE FARÁ PERDURAR A MEMÓRIA DAQUELA MADRUGADA QUE TODOS NÓS ESPERÁVAMOS ...

 


"25 de Abril de 1974. Dia já longínquo no plano histórico, próximo no significado"... "Mergulhar na memória desse dia e da sua vivência e fixá-la num breve texto foi o desafio lançado aos associados da Espaço e Memória, Associação Cultural de Oeiras. Os testemunhos recolhidos, agora reunidos em livro, diversos no modo o no sentir, expressam uma evocação colectiva aos 50 anos da Revolução de Abril" 
E assim se pode ler na abertura do livro, lançado do sábado passado (16/5) perante uma assistência bem atenta e participativa.


Se eu estava lá? Claro, podia lá eu faltar! 
Estava na sala e estou no livro... 





17 maio, 2026

ACABOU O CAMPEONATO E... VIVA O BENFICA!


Em tempos idos fui Roger e já tinha sido Mourinho (com alcunha adequada ao meu sangue mouro). Hoje só sei que nada sei e abandonei a cena de dar lições aos netos... 
... mas acho que,
por este andar
a tal cena devia regressar 
pois a lição
permanece como então.

(E viva o Benfica!)
 

16 maio, 2026

FALECEU ABEL MANTA? QUEM DISSE? (OS MEUS MORTOS NÃO MORREM!)

De Abel Manta guardo esta arte, para memória futura:

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PREC - Processo Revolucionário Em Curso - Algo que aconteceu e onde, ingenuamente, muitos acreditaram que tudo ia correr bem
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PEC - Plano de Estabilidade e Crescimento - Algo que vai acontecendo, de lamento em lamento
. -
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- Parte do corpo dos humanos que insistem em dar aí o conhecido tiro, nos períodos eleitorais. A estes tudo corre mal
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P - Inicial da palavra Pulhas em uso desde o PREC e aos quais tudo corre, ainda hoje, pelo melhor

.
Em 1974, Abel Manta desenhou o puzzle.
Eu vou lendo as siglas, sofrendo-lhe os efeitos

14 maio, 2026

COMO SABEM, NUNCA DESISTO DE UM OBJECTIVO! E VOCÊS SÃO TESTEMUNHAS DISSO! NÉ?

Sim, quando tenho um objetivo, insisto! Não deito a toalha ao chão! Falo agora do tal conto, "O Avião de Papel". Lembram-se? E lembram-se de vos ter falado em alguém, para ilustra-lo? Mas, por várias razões, esse objectivo ficou pelo caminho. 

Mas, como o tema das alterações climáticas está (dramaticamente) na ordem do dia, voltei à luta e já encontrei alguém que vai ser meu parceiro. Para se aperceberem do seu estilo, vejam só como é diverso.

Acho que ele encontrará um "Matias" digno de ser figurante e um "Senhor Inverno" com as brancas barbas bem adequadas às mensagens que dará ao mundo. Vejam bem!






13 maio, 2026

"QUANDO A CABEÇA NÃO TEM JUÍZO... O FUTURO É QUE PAGA" (ontem foi a última representação)

Como estarão lembrados, a estreia foi um espanto. E até ontem, o sucesso foi acumulando. Sucesso indissociável do respeito pelo guião (de que sou autor) por parte de Nuno Loureiro (que foi quem encenou) sem pôr de lado, antes pelo contrário, o desempenho dos actores do Grupo de Teatro Nova Morada. Mas só fará sentido falar em sucesso pela avaliação das crianças medida pelas suas reações, comentários e ovações. Foi tão giro!!!

Que pena não vos poder proporcionar uma visão alargada disso mesmo... fica aqui o que foi possível trazer-vos. 


A MÚSICA É DO ANTÓNIO VARIAÇÕES

A LETRA É MINHA

Quando a cabeça não tem juízo
Quando te esforças
Menos do que é preciso
O futuro é que paga
O futuro é que paga
Deixa-o pagar, deixa-o pagar
Se tu estás a gostar

Quando a cabeça não se liberta
Das graçolas, imitações
Toda essa distração, que te alegra
O futuro passa a coisa incerta
Cheia de privações, ilusões

Quando a cabeça passa a ter juízo
E usas o telemóvel só quando é preciso
O futuro é que ganha
O futuro é que ganha
E se esta canção te soa a incentivo
Então diz: vamos a isso
Vamos a isso
Vamos a isso
Pois passas a ter juízo

07 maio, 2026

POEMA, TENDO AINDA AS MULHERES COMO TEMA

 


Acordai
mulheres
que dormis
embaladas
por almas
desalmadas
desenhadas
nas passarelas da vaidade
nas capas das revistas
na ausência da cidade
na omissão dos dias
na mingua dos afectos
no silêncio da fome
que nos consome 

Acordai
almas de vestes finas
de fino recorte 
de lânguida aparência
na transparência
dos gestos ausentes
dos gestos dormentes
dos gestos mansos e quietos
das mulheres que dormem
em teu regaço

Acordai
Filhas, esposas,
mães
avós
  
Acordai
acordemos, todos nós

Rogério Pereira (Maio 2024)


04 maio, 2026

AINDA SOBRE O DIA DA MÃE (ou A dramática redução da natalidade e uma mão cheia de razões para explicar porque anda arredada a cegonha de tantos jovens casais)



Nos últimos tempos, e ainda agora, o tema da redução dramática da natalidade tem andado pelas páginas dos jornais sem que por lá ande, como devia, a reflexão sobre as causas. Proponho-me a isso, mesmo que não creia que as cegonhas sejam uma espécie em extinção, razão que basta para encontrar outras razões, que não essa.

Aqui vai uma mão cheia de razões:

03 maio, 2026

EM DIA DA MÃE, REEDITO O QUE SOOU TÃO BEM!

 
Estou sozinho no mar largo
Sem medo à noite cerrada
O minha mãe minha mãe
O minha mãe minha amada


José Afonso

Por vezes, da alma me sai
Falando a quem quero bem
Sou mais que teu pai
Sou mesmo quase tua mãe

Rogério Pereira

«Quem estava não tinha procurado a praia e fazia o que sempre ali se fazia, conversava. Conversava, de tudo e de nada até que, pela frequência com que passavam flores, o velho engenheiro, comentou o dia e o negócio que proporciona, dissertando pelo consumismo. Depois falámos de mães e de mulheres, de mulheres e de mães, a seguir de nossas filhas e das mães delas. Não falámos de nós a não ser por falarmos delas e percebemos quanto as admirávamos sem lhes endereçar um só adjectivo e ficando os elogios perdidos no que cada um ao outro contava. Antes de irmos, cada um à sua vida, deixámos quase sentenças:

- "Somos a mãe que tivemos", sentenciou ele.
- "Não é boa mãe quem quer, mas quem soube e o pode ser", disse, antes de me despedir.»
reeditado com pequenos acertos, de conversas antigas


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