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30 julho, 2025

PENSANDO A TRAÇO FINO... A VERDADEIRA COERÊNCIA - II


Não há muito, sobre o tema, escrevia eu que "A verdadeira coerência está caindo em desuso. E finalizava eu tal texto "Resumindo, é coerente aquele que faz (ou vai fazendo) em concordância com o discurso produzido e com os princípios que defende, doa a quem doer!"

Cabe agora acrescentar que a coerência, a verdadeira, exige e determina que actos que repetem sejam repetidos respeitando os mesmos princípios e os mesmos elementos. Está confuso? Talvez um exemplo ajude:

Forças políticas fecham acordo em Lisboa: PS, BE, Livre e PAN avançam em coligação para defrontar PSD;
Forças políticas fecham acordo em Loures: BE, Livre e PAN avançam em coligação para defrontar o PS.
Aceito o contraditório!

27 julho, 2025

CRIAR UM "SERVIÇO NACIONAL DE HABITAÇÃO"? BOA!, PORQUE NÃO?


Quando o Sérgio Godinho cantou isto, que quase parecia um hino, parecia ser esse a determinante do caminho. Mas quando tudo está em risco, eis senão quando Souto Moura lança mais um desafio: criar um SNH. 
Vamos ver se a ideia pega! Eu vou nessa!



 

24 julho, 2025

NA ENTREVISTA JOÃO FERREIRA DISSE O QUE DEVIA SER DITO, MAS LÁ ONDE FUI MAL ABRIU A BOCA....



Vá lá, toca a comprar o livro e veja se está de acordo comigo!

Depois da entrevista, quis saber mais de como ele pensa a cidade, de como lhe pretende dar a volta e mal soube da apresentação do livro, fiz-me ao caminho e lá fui.
Na mesa, estava representação diversa, da cultura ao associativismo, passando pela arquitectura e as intervenções, sobre todos esses temas
encheram-me a alma.
Se eu também falei? Claro! Podia á eu ficar calado!
A obra, que já fora lançada na Feira do Livro, conta com mais de 50 co-autores, de especialidades diversas.

20 julho, 2025

SE VOLTO A SER CANDIATO? ORA... ADIVINHE LÁ!


 "O Mundo não será destruído por aqueles que fazem o mal, mas por aqueles que os olham e não fazem nada!", podia lá eu limitar-me a olhar? Nem Einstein me perdoaria...

E depois conta muito onde tenho estado ao longo dos tempos, para fazer o que foi feito:

 

·  Junto da minha comunidade

o   No meu bairro, há mais de 50 anos

o   No meu bairro, para que a memória não se perca

o   No meu bairro, 50 anos depois

o   No "Alto da Barra" lançando um livro, perante uma sala cheia

o   Na paróquia, não há muito

·  Junto de crianças e professores

o   Com outro livro, que me fez percorrer 12 escolas

o   Com uma peça de teatro que ainda vai ter caminho a percorrer

·  Junto de jovens adultos e professores

o   Num Dia da Poesia (dos tantos celebrados)

o   Dando uma lição que não chegou ao fim

·  Junto a movimentos em luta

o   Organizando o Movimento Fundição de Oeiras

o   Trazendo para aqui a dinâmica de outros movimentos

·  Junto dos Micro, Pequenos e Médios Empresários

o   Em ações de rua (onde a luta continua)

o   Na Assembleia da República (onde também se luta)

Devo parar, depois de ter andado por tudo o que é lado?

17 julho, 2025

FUI AOS JARDINS DO PARQUE ANJOS. SAÍ DE LÁ, NÃO SÓ REJUVENESCIDO, MAS TAMBÉM ESPERANÇADO...

Desta vez foi num outro lugar, assistir e participar. Participei aplaudindo e cantando. Cantando e aplaudindo o que ia ouvido. E o que ia ouvindo me ia deixando esperançado. 

E porque saí de lá rejuvenescido? Olhem só tanta juventude e tanto sorriso!...

Quem são? Se querem saber, ora espreitem...

Se também sou candidato? Falarei disso, um dia destes! Pode ser?
 

07 abril, 2025

SE ESTOU EM TODO O LADO? ESTOU, CLARO!


TÓPICOS DE UMA (EXCELENTE) INTERVENÇÃO:
1

CDU . Compromisso político pelos mais desfavorecidos e por quem vive do seu trabalho. A grande maioria! 

Temas críticos para esta imensa maioria e que precisa de respostas articuladas e coerentes de todos os níveis de governo:

. Habitação 
. Trânsito e transportes
. Saúde e escolas
. Inundações e bacias hidrográficas 
. Frente ribeirinha

2.
A forma de estar da CDU:

Proximidade das populações, dos problemas concretos
Espirito combativo e construtivo. Poder local de abril 
Seriedade e tranquilidade 
Respeito e dignificação dos trabalhadores 
Recusa da picardia, do acessório e da distração do essencial, das horas de debate oco, apenas para as redes sociais
Valorização dos movimentos locais e da aproximação dos órgãos as populações. 
Descentralização freguesias e reuniões AM 

Paz, cooperação, solidariedade, justiça social 

Esquerda consequente 
Equipa de eleitos, ativistas, independentes, numa relação de trabalho e de confiança, 

3
Oeiras justa e sustentável 

Recusamos um Concelho a duas velocidades 
Não funciona o modelo de centrar as atenções na atração dos mais ricos à espera de que sobre alguma coisa para as camadas médias e com menos recursos
A realidade demonstra o contrário
A CMO está em grave desequilíbrio financeiro.

Precisamos 
Mais equipamentos coletivos e cumprimento de promessas sempre adiadas, menos investimentos megalómanos 

Habitação pública em articulação com o estado central, estímulo ao movimento cooperativo, mas também formas de responsabilizar o setor privado pela oferta de habitação acessível.

Trabalhar para o bem comum é garantir mais ligações e articulação dos vários aglomerados
Na reabilitação dos núcleos históricos, na valorização dos bairros municipais 

Contestamos as mega urbanizações que agravarão o congestionamento de trânsito e
Não queremos a abertura de enormes áreas de urbanização prevista no PDM, que teve sempre o nosso voto contra.

Menos dependência das grandes urbanizações para gerar receitas 
Estímulo ao tecido económico e comercial local

Dar prioridade à limpeza e à qualidade do espaço público, ao ordenamento do estacionamento e dos espaços pedonais.
Aposta clara na estrutura verde, na valorização das ribeiras , na proteção e valorização da frente de rio e na ligação de Oeiras ao Tejo e ao Mar.

Democratizar a cultura, combater discriminações, valorizar a força combativa e transformadora das mulheres, dar todas as oportunidades às crianças e aos mais jovens.

É disto que se trata quando falamos de direito à cidade 

A CDU é este projeto sempre em atualização, sempre em construção e sempre aberto à participação.
Mas é também a marca da confiança e da seriedade de quem sempre esteve comprometido com princípios de desenvolvimento justo 
, nas ruas, com os movimentos, sindicatos e associações.
É esta força, força de Abril, força de convicções e de trabalho, que nos traz todos juntos, candidatos, militantes, amigos, vizinhos, colegas,
É esta força que faz e fará a diferença em Oeiras.
Viva a CDU

28 agosto, 2021

SE SOU CANDIDATO?... SIM, CLARO!

Não é só apoio, é mais que isso! Estou empenhado, sou candidato. Com 76 anos, no fim do mandato (se for eleito) terei 80, mas assumo que me cabe uma missão, um compromisso intergeracional e, em boa verdade, tenho a quem passar o testemunho, pois numa lista de 23 candidatos:

  • Mais de 20% são jovens com idade inferior a 30 anos;
  • A média de idades dos candidatos é de 53 anos.

Para quem julga que somos uma cambada de velhos furunfunfelhos, tire daí o sentido.

E qual é o programa? Não vem a propósito, mas não há muito, falei um pouco disso!

29 julho, 2021

HOJE OCORREU A ENTREGA DAS LISTAS E DEPOIS FUI APRESENTADO... SE FOR ELEITO SERÁ O MEU ÚLTIMO MANDATO

... de manhã foi a entrega das candidaturas em Tribunal... Na parte da tarde fomos apresentados. A minha intervenção não chegou ao fim... a dada altura a emoção tomou conta do mim (essa parte, está arredada do texto).

E a parte do que eu disse, fica aqui escrita:

«O “nós CDU” do meu discurso significa e continuará a significar que me ligo a um colectivo, e que cada agendamento, que cada moção, proposta ou requerimento a apresentar serão previamente discutidos ou irão passar pelo escrutínio ou conselho dos elementos que integraram a nossa candidatura.

11 julho, 2021

NA SERRA, EM DEFESA DELA (com tempo para falar de netos)

 

Essa foto é-me madrasta. Apanha-me de costas. Acontece sempre, por uma razão ou outra, eu não aparecer. A maior parte das vezes é por ser eu a operar. Noutras, não calha. Azar.

Mas vale a pena dar evidência a quem aparece em primeiro plano, à Ester L. Cid, minha amiga e camarada de longa data. Vive na Escócia, está cá de férias. Enquanto esperávamos para subir a  Serra de Carnaxide (em luta antiga), falámos dos nossos netos e da importância dos avós.  Mostrou-me,  no seu iphone, o Harris (8 anitos) a contar-lhe uma história em inglês, para a adormecer.

Perguntei-lhe se o Harris falava português. Porque a resposta foi positiva, há pouco mandei-lhe um meu conto. Talvez o seu Harris lho conte.

04 novembro, 2017

Inês de Medeiros no seu melhor

Esta imagem é uma fotomontagem minha, a original anda por ai...

Todos nós, eleitos, fazemos tudo o que de melhor podemos e sabemos para deixar, na nossa tomada de posse, uma impressão coerente com o respeito que o eleitorado nos merece. Todos, cada um à sua maneira, procuram dar de si o seu melhor, marcar terreno, dar conta das principais linhas que orientarão o mandato, anunciar projetos e até mesmo lançar desafios.

Inês de Medeiros não foi exceção. Em cerca de 28 minutos de discurso fê-lo sorrindo e rindo, rindo muito. Parecia que o seu melhor estava bem preparado (o nervosismo que registou não conta, e pode até ser entendido como uma forma de transmitir emoção e sentido de responsabilidade).

Só que o seu melhor passou a resvalar para o mau. Logo após o 23º minuto do seu discurso (ver vídeo) Inês de Medeiros avança com iniciativas  para combater o défice de qualificação e os problemas do abandono e insucesso escolar em Almada. Da plateia vozes alertam que isso estava sendo feito. Inês interrompe para responder com um "já sei que já há" e segue lendo. O seu melhor, aqui, foi mesmo mau, pois se já havia, porque não afirmar que iria continuar? Propor ao vereador CDU eleito, ali presente, que continuasse esse trabalho ou, no mínimo, responsabiliza-lo para melhorasse processos, procedimentos, práticas...

Mais adiante, o seu melhor caiu no péssimo: Inês de Medeiros, chamava ao seu mandato uma iniciativa há muito em prática por parte da rigorosa gestão da autarquia. Diz Inês que Almada iria passar a ter um Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo. Vozes exclamaram, da cheia plateia, "mas isso já existe"... procurei e... existe mesmo, querem um exemplo? ver aqui, com data de 14 de Janeiro de 2014, "Candidaturas online para apoio ao Movimento Associativo"

Fosse ela, no seu melhor, ao menos razoável e os vereadores da CDU teriam aceite pelouros. Aquele ( Educação, a Cultura, o Desporto) e outros!



01 novembro, 2017

Almada, a distribuição de pelouros e o ADN do DN

Sob o título "DN, DN, qual o teu ADN?" dei conta há sete anos atrás que uma entrevistada acusava os jornalistas do DN de superficiais e, dizia ela sobre o seu trabalho:
"Trabalham em sistema de bolas incandescentes de mediatização e são pouco analíticos. (...) 
Essas bolas incandescentes mediáticas são manipuladas?
Não! Tabloidizam é de tal forma a realidade que impedem as pessoas de as compreender, e passa a existir dois processos diferentes: o mediático e o verdadeiro!
 Vem esta citação a propósito de uma noticia publicada na edição de segunda feira  (30 de outubro de 2017) do Diário de Notícias sob o título “Só PSD aceita pelouros do PS em Almada. PCP recusou”.

A notícia, foi pronta e com indesmentíveis fatos, desmentida. 
Não sei ainda se este desmentido (ver aqui) veio a ser notícia...

27 outubro, 2017

A minha "tomada de posse"


A tomada de posse só não foi igual a todas as outras porque foi a minha. Foi já na terça-feira passada e, para publicar algo, faltava-me a foto adequada. Esperei, mas não chegava. Procurei, encontrei. Foi esta, e não julguem a irei legendar negativamente (ela fala por si). Nada disso. 
A tomada de posse foi para mim o tomar de pulso sobre o que irá ser este mandato. Qual será o seu curso e desempenho.

Os que na tomada de posse nada disseram, por certo continuarão a nada dizer. Os que deram sinais de aproximação à maioria, irão aproximar-se da maioria. Os que aproveitaram a intervenção para o mero auto-elogio continuarão, certamente, a envaidecer-se. Os que detendo o poder afirmaram que o querem partilhar com condições, registei a afirmação (faltam as condições). 
Todos, todos sem exceção tiveram ovação. Até eu.

Do que disse, fica apenas um pequeno apontamento:
«(...) jamais colocaremos as pessoas no centro das discussões que pretendemos vivas e respeitadoras do diálogo democrático.

O que poremos em causa não serão as pessoas.
O que poremos em causa, sempre que acharmos nosso dever o fazer, serão a obra que não corresponda ao benefício e aos anseios das populações.
O que poremos em causa serão as trapalhadas, acaso ocorram.
O que poremos em causa serão as decisões do executivo que não se baseiem em critérios transparentes e aprovados pela Assembleia.
O que poremos em causa será a falta de rigor no cumprimento dos procedimentos que a lei determina.
O que poremos em causa será a postura subserviente perante a Câmara, ignorando ou fazendo tábua rasa das competências consagradas na lei.
O que poremos em causa serão a prepotência ou a tendência para usar uma maioria absoluta contra o diálogo democrático e contra a dignidade da Assembleia e do Poder Local Democrático.

Se lembramos tudo isso, é porque no anterior mandato tudo isso aconteceu e, como diz o nosso bom povo, “mais vale prevenir do que remediar”.

Registem que não nos limitaremos a pôr em causa tudo o que acharmos dever ser porto em causa.
É marca da CDU apoiar todas as propostas, venham de que força política vier, desde que nos pareçam oportunas e adequadas e contribuam para o bem-estar das populações. É igualmente nossa marca ter iniciativas e propostas (...)»
Sem vivas, nem vaias, fui (como todos os outros) muito aplaudido. 

22 outubro, 2017

Isaltino, as inverdades e os exageros da imprensa

«O grande auditório do Núcleo Central do Taguspark, em Porto Salvo, foi pequeno para as centenas de pessoas que quiseram assistir à tomada de posse do novo presidente da Câmara de Oeiras, tendo sido colocado um ecrã gigante no exterior para os que não tiveram lugar puderem acompanhar a cerimónia.
Trinta minutos depois da hora marcada, às 18:30, Isaltino Morais entrou na sala, merecendo um longo aplauso de pé de todo o auditório»
Este texto, tão curto, contém uma inverdade e um exagero. A inverdade é que eu não fui lá para ver a tomada de posse do novo presidente da Câmara. O exagero é que nem todo o auditório o aplaudiu.  Entre muitos que não aplaudiram, um deles fui eu. E quanto ao estar de pé, já estava. É que para recolher a imagem para a produção do vídeo que se segue, sentando, ninguém consegue...

05 outubro, 2017

Reuni o conselho senior e perante a questão colocada, a resposta não se fez esperar...


Reuni o meu conselho de seniores. E a pergunta foi direta "Devemos fazer acordos pós-eleitorais com quem ganhou uma câmara mas sem maioria?"
A resposta nem precisa tradução!
Depois, aquelas duas do manguito ficaram a falar comigo e lembraram o que algures tinham lido:
"o PCP e a CDU são portadores de um projeto e de uma visão para Lisboa assentes na defesa do direito à cidade, à sua fruição por inteiro, sem exclusões nem desigualdades"."É este projeto e esta visão - que defendemos nestas eleições, de que resultou um apoio reforçado à CDU - que nos afastam de práticas e opções fundamentais prevalecentes na gestão municipal ao longo dos últimos anos, sem prejuízo de convergências pontuais, que nunca recusámos e para as quais trabalhamos, suscetíveis de se traduzirem em ganhos para a população da cidade e para a melhoria da sua qualidade de vida",
"o PCP e a CDU são portadores de um projeto e de uma visão para Lisboa assentes na defesa do direito à cidade, à sua fruição por inteiro, sem exclusões nem desigualdades". "É este projeto e esta visão - que defendemos nestas eleições, de que resultou um apoio reforçado à CDU - que nos afastam de práticas e opções fundamentais prevalecentes na gestão municipal ao longo dos últimos anos, sem prejuízo de convergências pontuais, que nunca recusámos e para as quais trabalhamos, suscetíveis de se traduzirem em ganhos para a população da cidade e para a melhoria da sua qualidade de vida", acrescenta.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/pcp-disponivel-para-convergencias-pontuais-na-camara-de-lisboa?ref=Bloco_CMAoMinuto
"o PCP e a CDU são portadores de um projeto e de uma visão para Lisboa assentes na defesa do direito à cidade, à sua fruição por inteiro, sem exclusões nem desigualdades". "É este projeto e esta visão - que defendemos nestas eleições, de que resultou um apoio reforçado à CDU - que nos afastam de práticas e opções fundamentais prevalecentes na gestão municipal ao longo dos últimos anos, sem prejuízo de convergências pontuais, que nunca recusámos e para as quais trabalhamos, suscetíveis de se traduzirem em ganhos para a população da cidade e para a melhoria da sua qualidade de vida", acrescenta.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/pcp-disponivel-para-convergencias-pontuais-na-camara-de-lisboa?ref=Bloco_CMAoMinuto
"o PCP e a CDU são portadores de um projeto e de uma visão para Lisboa assentes na defesa do direito à cidade, à sua fruição por inteiro, sem exclusões nem desigualdades". "É este projeto e esta visão - que defendemos nestas eleições, de que resultou um apoio reforçado à CDU - que nos afastam de práticas e opções fundamentais prevalecentes na gestão municipal ao longo dos últimos anos, sem prejuízo de convergências pontuais, que nunca recusámos e para as quais trabalhamos, suscetíveis de se traduzirem em ganhos para a população da cidade e para a melhoria da sua qualidade de vida"

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/pcp-disponivel-para-convergencias-pontuais-na-camara-de-lisboa?ref=Bloco_CMAoMinuto
"o PCP e a CDU são portadores de um projeto e de uma visão para Lisboa assentes na defesa do direito à cidade, à sua fruição por inteiro, sem exclusões nem desigualdades". "É este projeto e esta visão - que defendemos nestas eleições, de que resultou um apoio reforçado à CDU - que nos afastam de práticas e opções fundamentais prevalecentes na gestão municipal ao longo dos últimos anos, sem prejuízo de convergências pontuais, que nunca recusámos e para as quais trabalhamos, suscetíveis de se traduzirem em ganhos para a população da cidade e para a melhoria da sua qualidade de vida"

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/pcp-disponivel-para-convergencias-pontuais-na-camara-de-lisboa?ref=Bloco_CMAoMinuto
"o PCP e a CDU são portadores de um projeto e de uma visão para Lisboa assentes na defesa do direito à cidade, à sua fruição por inteiro, sem exclusões nem desigualdades". "É este projeto e esta visão - que defendemos nestas eleições, de que resultou um apoio reforçado à CDU - que nos afastam de práticas e opções fundamentais prevalecentes na gestão municipal ao longo dos últimos anos, sem prejuízo de convergências pontuais, que nunca recusámos e para as quais trabalhamos, suscetíveis de se traduzirem em ganhos para a população da cidade e para a melhoria da sua qualidade de vida"

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/pcp-disponivel-para-convergencias-pontuais-na-camara-de-lisboa?ref=Bloco_CMAoMinuto

02 outubro, 2017

As autárquicas e a razão do sucesso do PS


Como facilmente de percebe, Mário Centeno nunca terá dito isto. A imagem, montada, é uma metáfora que dá expressão ao que eu penso sobre a vitória do PS, sobre a tremenda derrota da direita e, também, sobre as significativas perdas da CDU. 
Explicando melhor, depois de Jerónimo há exatamente dois anos atrás ter aberto a porta à solução - "O PS só não forma Governo se não quiser" - Mário Centeno consegue o enorme feito de ser qualificado como "o Ronaldo do Ecofin" e ser chamado a dar as notícias de reposição de salários, pensões, descongelamento das carreiras. E, no mesmo dia em que se anunciam os resultados da vitória autárquica do PS, a imprensa anuncia a promulgação pelo Presidente da República do diploma que elimina os cortes nas reformas antecipadas das carreiras contributivas longas e põe em destaque Vieira da Silva.
O eleitorado, reconhecido, votou naqueles que a circunstância (e a imprensa) fez com que o PS capitalizasse todo o mérito pela inversão das políticas do anterior Governo.
Lamento a queda da CDU? Nem pensar. Lamentaria é se o Povo ainda se mantivesse sob o jugo da direita.
E quanto às câmaras perdidas, cito o que o cão diz ao cego: "a ver vamos!"