- Nos primeiros 15 dias, após a queda, quantas horas/noite (em média) ela dormiu?
- 4 horas
- 3 horas
- 1 hora
- Quantos medicamentos ela tem que ministrar diariamente?
- 7
- 17
- 37
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"Rosa dos Ventos" - Sagres (imagem da net)
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OS TEMPOS
Apagaram as Rosas dos Ventos
Destruíram mapas dos mares
Sextantes antigos, modernos radares
E outros apetrechos mareantes
Hoje, e esse hoje tem muitos ontens,
Diz-se haver um só caminho
E que fora dele o desastre é certo
Como se não fosse certo o desastre dentro dele
Com a mesma certeza com que se dizia haver
Um só caminho (a defesa do Império) a percorrer
A nossa presença na Europa não se discute, como um dia
A nossa presença em África não se discutia
Negociar com os credores, soava a fuga à honra
Negociar com os os movimentos de libertação
Soava a rendição...
Na história
Há afinidades sem glória
O estranho é que seja a Rosa dos Ventos
A interrogar se outras direcções são possíveis
Talvez esquecida, como os demais
Dos seus própríos pontos cardeais
Rogério Pereira
Só que a stora se enganou no nome da avó pois a minha avó chamava-se Mariana e não Ana e nem se referiu ao nome da minha outra avó que dá pelo nome de Maria João mas porque me sinto Jesus desde já lhe dou perdão e assim a stora fica dispensada de ir para o inferno pese embora a verdade que o ficar por cá também é imerecido castigo.
Meus avós passaram as passas do Algarve mas eu sempre os ajudei a minimizar o sofrimento quer da minha avó Mariana quer agora da minha avó Maria João até porque esta caiu e cair sendo já tão idosa pode ser coisa horrorosa tal como foi com o meu avô Jaquim tendo caído sem o ter empurrado teve de ficar acamado até ao fim dos seus dias.
Nesta minha redação não posso acabar sem fazer um apelo para que todos os netos do mundo me sigam o meu exemplo e que tratem bem vossos avós pois sem avós o mundo fica sem netos e tratar bem também significa lutar pelo SNS pois sem SNS a velhice vai embora muito antes de lhe chegar a hora.
Quando eu for avô não me deixem só!
Me assino Rogerito
«O que há de característico e fundamental no desporto é, justamente, o que define e caracteriza a sociedade em que ele se realiza»
Prof. José Esteves,in "O Desporto e as Estruturas Sociais" - 1967,
TROVA DO VENTO QUE PASSA
Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.
Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.
Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.
Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.
E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.
Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.
Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.
Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.
E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.
Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.
Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não
Manuel Alegre - Praça da Canção/1965
Mas talvez se safe pois o sistema "deu o berro" e a culpa foi da IA!
"O investimento na educação foi efectivamente uma força motriz da transformação de Cabo Verde.
Funcionou como elevador social. Pessoas que ascenderam rapidamente na hierarquia de prestígio social graças à democratização do acesso ao ensino.
Filhos de um ministro, de um pescador, de um carpinteiro, de um pedreiro, estudavam na mesma escola pública. Podiam fazer um curso de Medicina, Direito ou Arquitectura nos Estados Unidos, em França , em Lisboa, em São Paulo.
Foi uma mudança extraordinária."
Este era o texto que estava no post da São Banza e vejam só o que me fizeram:
As crianças vão adorá-lo.
Quando vai estar pronto e editado?