30 setembro, 2026
AINDA NÃO É CONVITE, MAS ESTÁ QUASE A SER...
26 setembro, 2026
E AS ABELHESPAS (VESPAS MASCARADAS DE ABELHAS) CONTINUAM POR AÍ (reeditado)
Parte II (17.Jan.2013)
- E de observação! Há um vespeiro reunido e muitos ainda julgam tratar-se de uma colmeia!!!
Parte III (18.Jan.2013)
Os Zzzz´s próprios dos vespeiros eram inteiros e os olhares dos vespas
se perdiam pela ornamentação dourada da bela sala, olhando as abóbadas
do tecto, como que a inquirir a resposta: "e como fazer, sem que as abelhas acordem e se revoltem?" Do lado direito, da fila primeira, logo da primeira cadeira, se levantou um vespa. Levava na mão uma pen que
inseriu para mostrar um vídeo para ilustrar a palestra. Elevando a voz
para que fosse ouvido de modo entendido, disse antes das imagens
passarem: "Evitemos esta imagem voraz. Evitemos mostrar o que não deve ser mostrado, como hoje soubemos não deixar escutar o que foi dito. Alimente-mo-nos das abelhas de forma menos evasiva, mais...persuasiva. Não esqueçam que temos a vantagem de sermos confundidos e tomados por salvadores e amigos... de estar a cumprir um desígnio... de este sacrifício ser um imperativo e desse imperativo ter um único sentido: o do extermínio!"
Parte IV (inédito)
Começou a voragem dos abelhespas por eles próprios.
Cá fora, ouvem-se comentários das abelhas: "Que se devorem uns aos outros. Será a salvação da colmeia."
22 setembro, 2026
UM DIA... SENTI-ME PALMA... HOJE VOLTO A RECORDAR ESSE DIA (pois, assim, assinalo a memória de outra partida )
Rogério Pereira- Dezembro de 2020
20 setembro, 2026
A MINHA NETA NUNCA NEGA UMA COISA QUE EU LHE PEÇA!
15 setembro, 2026
A "MINHA" ASSOCIAÇÃO COMPLETOU ONTEM 11 ANITOS (MAS A FESTA IRÁ SER SÓ EM OUTUBRO)
Hoje mesmo conseguimos a confirmação da participação de todos os artistas que animarão a festa de celebração do aniversário da Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos da Freguesia de Oeiras. Quem são e que farão em palco? Lá chegará a altura de o anunciar. Para já fica esta simples referência: todos têm origem nos movimentos populares locais e exprimirão essa cultura.
O grande desafio será esgotar este enorme espaço, cedido pela Paróquia de Nova Oeiras...
14 setembro, 2026
FOI HÁ SEIS ANOS QUE PARTIU... MAS MINHA ALMA NÃO A SENTE AUSENTE
Já regressei e à chegada a emoção abraçou minha alma resignada e ambas contiveram uma lágrima. Só eu não contive a minha...
Não, não é dor! É saudade!
10 setembro, 2026
DUAS TESES: A DE UM CIENTISTA DIVULGADA HOJE, EM QUE ADMITE QUE A HUMANIDADE SERÁ EXTERMINADA; A MINHA, QUE ALERTA PARA O FIM DO MUNDO (E TUDO DEVIDO À IA)
"Um dos principais pesquisadores de segurança da Anthropic alertou que a inteligência artificial está avançando tão rapidamente que, na avaliação dele, há mais de 10% de chance de que a tecnologia "possa matar todos os humanos" na próxima década.
Em uma publicação no X, Evan Hubinger afirmou que o risco representado pelos modelos que existem atualmente é "baixo", mas disse estar "preocupado" com a possibilidade de a tecnologia se desenvolver e melhorar a si mesma em breve a ponto de representar um risco existencial para a humanidade.
Formado em Matemática e Ciência da Computação pelo Harvey Mudd College, Hubinger passou pelo MIRI (Machine Intelligence Research Institute) e pela OpenAI, trabalhando em pesquisa de segurança de IA.
Ele não explicou como acredita que sistemas de inteligência artificial poderiam, no futuro, levar à extinção da humanidade.
Mas os comentários são o mais recente de uma série de alertas cada vez mais contundentes sobre a IA, em um debate que vem mudando de foco: de se a tecnologia realmente representa um risco para qual seria a dimensão desse risco."
- Tom Gerken / In BBC News (Brasil)
- Role,
Repórter de tecnologia
O meu alerta é diferente, como reza no meu conto (O Avião de Papel) que em breve será publicado...
09 setembro, 2026
07 setembro, 2026
E NÃO É QUE O JOSÉ BARATA MOURA PATROCINOU A VENDA DE UM LIVRO MEU...
Na tarde de sábado, na Festa do Livro, fizemos uma viagem «do fungagá ao materialismo dialéctico» e eu, claro, fui um atento passageiro.
Na conversa, moderada por Anabela Fino, falou-se de memória, do presente e, sobretudo, do futuro. Com o humor que lhe está na alma, Barata Moura usa o termo «feituro» explicitando que, afinal, somos nós que o fazemos.
A dada altura ele, com a empatia própria de um génio, refere que a memória mais importante que podemos ter na vida é sobre aquilo que não chegou a ser feito...
Enquanto decorria a sessão, ao meu lado, um jovem casal inquiriu-me se sabia se ele iria ali lançar um livro. Com o meu sentido oportunista, respondi não saber mas que, se gostam muito de ler, podem levar dali (e apontei a tenda de venda) um livro meu. Ficaram curiosos. Perguntaram-me o nome da obra e o meu e logo de seguida dalí saíram deixando alguns haveres a guardar lugar.
Passados uns largos minutos, regressaram. Ele com um livro do Barata Moura. Ela com o meu "O Melhor de Mim Somos Nós" e pediram-me que o autografasse. Nenhum de nós tinha caneta, mas ela de pronto me foi estendida por um camarada que não via há muito. E lá escrevi uma dedicatória à Beatriz...
E tudo terminou com abraços e beijos ao som da enorme ovação que dava por encerrada a sessão.
Mentalmente agradeci ao Barata Moura tão inesperado patrocínio e, também, levando na Minha Alma tudo o que, ali, ouvira dele.
06 setembro, 2026
HOJE, NESTE FINAL, NÃO ESTIVE... MAS É COMO SE LÁ TIVESSE ESTADO
NA FESTA, QUANDO NÃO VAMOS A UM PALCO... VEM UM PALCO TER COM A GENTE
E, DEPOIS... VEIO ESTE TER COM A GENTE!
03 setembro, 2026
A PITY DEDICOU-ME UM POEMA. DEPOIS DE O LER, MINHA ALMA LEVANTOU VOO
«Vou-me juntar ao bando.
Preciso dizer-lhes que há pelo menos um homem
que, como nós, sabe voar.»
Autor : Rogério G.V. Pereira
Talvez tenha sido uma gaivota
que um dia me disse isto ao ouvido,
quando o mar ainda guardava
o último azul da tarde.
Encontrei um homem.
Não tinha asas.
Mas quando abriu as mãos,
o mundo pareceu caber nelas.
Não o vi subir.
Vi-o permanecer de pé
quando o vento
mandava que baixasse a cabeça.
Vi-o caminhar
sem medo da distância,
sem mapa, sem perguntar
onde começava o céu.
Há perguntas
que nos prendem à terra
antes de encontrarmos
a resposta certa.
Foi então que compreendi:
voar não é fugir.
É permanecer
quando o vento nos empurra.
É confiar no caminho
mesmo quando o horizonte
ainda não se deixa alcançar.
É abrir as mãos
sem saber o que nelas pousará.
E guardar dentro de nós
aquilo que amamos
sem deixar de abrir espaço
para o mundo.
Por isso, se um dia
me virem caminhando junto ao mar,
não pensem que estou perdido.
Talvez esteja apenas à espera
de que alguma gaivota reconheça,
nas minhas mãos vazias,
o desenho de duas asas.
Talvez então eu compreenda
que o céu nunca esteve
tão longe como pensei.
E, quando o vento chamar,
sem medo de não saber para onde,
hei de me juntar ao bando.
