05 novembro, 2017

Diálogo com o Diogo (a continuar... não sei onde, nem quando, nem como)

Foto de Andreia Couñago Pereira. 
Ele - Vô!?
Eu - Diz, pá!
Ele - O que acontece se eu escolher ser jogador?
Eu - Amador ou profissional?
Ele - O que é ser jogador profissional?
Eu - Ser profissional é viver intensamente aquilo que se faz e viver exclusivamente disso e... para isso!
Ele - Então não posso ir ser mais nada?
Eu - Podes, depois, só depois... mas há coisas que jamais poderás ser...
Ele - Diz lá coisas que depois não posso vir a ser
Ia a responder mas a bola veio ter com ele e o Diogo voltou ao jogo. Disse para mim como se lhe tivesse a dizer para ele: 
"Não poderás ser biólogo*, Diogo"
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*ler aqui, em «Diogo, da "Maior Flor do Mundo" ao Polvo» as mil e uma razões porque achava que ele podia ser biólogo.

04 novembro, 2017

Inês de Medeiros no seu melhor

Esta imagem é uma fotomontagem minha, a original anda por ai...

Todos nós, eleitos, fazemos tudo o que de melhor podemos e sabemos para deixar, na nossa tomada de posse, uma impressão coerente com o respeito que o eleitorado nos merece. Todos, cada um à sua maneira, procuram dar de si o seu melhor, marcar terreno, dar conta das principais linhas que orientarão o mandato, anunciar projetos e até mesmo lançar desafios.

Inês de Medeiros não foi exceção. Em cerca de 28 minutos de discurso fê-lo sorrindo e rindo, rindo muito. Parecia que o seu melhor estava bem preparado (o nervosismo que registou não conta, e pode até ser entendido como uma forma de transmitir emoção e sentido de responsabilidade).

Só que o seu melhor passou a resvalar para o mau. Logo após o 23º minuto do seu discurso (ver vídeo) Inês de Medeiros avança com iniciativas  para combater o défice de qualificação e os problemas do abandono e insucesso escolar em Almada. Da plateia vozes alertam que isso estava sendo feito. Inês interrompe para responder com um "já sei que já há" e segue lendo. O seu melhor, aqui, foi mesmo mau, pois se já havia, porque não afirmar que iria continuar? Propor ao vereador CDU eleito, ali presente, que continuasse esse trabalho ou, no mínimo, responsabiliza-lo para melhorasse processos, procedimentos, práticas...

Mais adiante, o seu melhor caiu no péssimo: Inês de Medeiros, chamava ao seu mandato uma iniciativa há muito em prática por parte da rigorosa gestão da autarquia. Diz Inês que Almada iria passar a ter um Regulamento Municipal de Apoio ao Associativismo. Vozes exclamaram, da cheia plateia, "mas isso já existe"... procurei e... existe mesmo, querem um exemplo? ver aqui, com data de 14 de Janeiro de 2014, "Candidaturas online para apoio ao Movimento Associativo"

Fosse ela, no seu melhor, ao menos razoável e os vereadores da CDU teriam aceite pelouros. Aquele ( Educação, a Cultura, o Desporto) e outros!



03 novembro, 2017

Este não é o filme que Portugal merece*

 Foto de Partido Comunista Português.

«O problema da floresta não era de falta de legislação, de fixação de regras e procedimentos. O que faltou foram os recursos financeiros para a concretização e acompanhamento; da execução das faixas de protecção a infraestruturas, habitações e aglomerados urbanos; da falta de rentabilidade para promover uma adequada gestão; da falta de dinheiros públicos para a concretização das redes primária e secundárias de faixas de gestão de combustíveis; da falta de recursos humanos nos serviços públicos para planeamento, acompanhamento e aconselhamento dos produtores florestais e das comunidades rurais. Um serviço de extensão florestal fundamental para melhorar a resistência, resiliência e rentabilidade da floresta portuguesa. Mas esse reforço humano é também necessário para que as matas públicas possam ser correctamente geridas. Por isso, Sr. Primeiro-ministro, quando estamos a discutir o Orçamento de Estado para o próximo ano é preciso saber se haverá cobertura orçamental para tudo o que é necessário fazer.» 

*Este não é o filme que Portugal merece

O vídeo abaixo trouxe-o de um lugar conhecido, de uma autora que não pára. Ela se desdobra de iniciativa em iniciativa. Qual a mais nobre?
Mas que não esqueça, sem meios nada se resolve... nada!
E o filme pode voltar a repetir-se

This is Portugal from Shortfuse on Vimeo.

01 novembro, 2017

Almada, a distribuição de pelouros e o ADN do DN

Sob o título "DN, DN, qual o teu ADN?" dei conta há sete anos atrás que uma entrevistada acusava os jornalistas do DN de superficiais e, dizia ela sobre o seu trabalho:
"Trabalham em sistema de bolas incandescentes de mediatização e são pouco analíticos. (...) 
Essas bolas incandescentes mediáticas são manipuladas?
Não! Tabloidizam é de tal forma a realidade que impedem as pessoas de as compreender, e passa a existir dois processos diferentes: o mediático e o verdadeiro!
 Vem esta citação a propósito de uma noticia publicada na edição de segunda feira  (30 de outubro de 2017) do Diário de Notícias sob o título “Só PSD aceita pelouros do PS em Almada. PCP recusou”.

A notícia, foi pronta e com indesmentíveis fatos, desmentida
Não sei ainda se este desmentido (ver aqui) veio a ser notícia...