Avancemos, até que o Sol nos apareça
Uns dizem palavras de desalento
Outros que esperam ter esperança em Maio
A maior parte, não fala e quando saio
Oiço queixas veementes de tão mau tempo
Resguardo-me dos estados de alma
E do silêncio resignado e mudo
Avanço chuva adentro, que não se acalma
Sem esperar que lave os males deste mundo
Meu irmão falou-me de relâmpagos, na escarpa
A nuvem falou-me de trovões e do vento
Um raio que parta tudo isto, ouvi neste momento
Desabafo da impotência que daquela voz se escapa
Avancemos, chuva adentro
Chuva adentro
Até que o Sol nos apareça, e brilhe
como se fosse AbrilRogério Pereira - Fevereiro/2016
27 fevereiro, 2025
EM TEMPOS DE TORMENTA, AVANCEMOS ATÉ QUE O SOL NOS APAREÇA
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Bonito poema cheio de esperança!
ResponderEliminarAbraço