19 janeiro, 2026

PENSANDO A TRAÇO FINO - A VERDADEIRA COERÊNCIA - III (ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS)


Não há muito (Julho 2025), sobre o tema, escrevia eu que "A verdadeira coerência está caindo em desuso. E finalizava eu tal texto "Resumindo, é coerente aquele que faz (ou vai fazendo) em concordância com o discurso produzido e com os princípios que defende, doa a quem doer!"

Cabe agora acrescentar que a coerência, a verdadeira, exige e determina que actos que repetem sejam repetidos respeitando os mesmos princípios e os mesmos elementos. Estava confuso? E dei um exemplo para ajudar:

Forças políticas fecharam acordo em Lisboa: PS, BE, Livre e PAN avançam em coligação para defrontar PSD;
Forças políticas fecharam acordo em Loures: BE, Livre e PAN avançam em coligação para defrontar o PS.
Em resumo:

A quase-esquerda, em Lisboa, achava o PS muito querido
A quase-esquerda, em Loures, achava o PS muito horrendo

Ontem, pelos resultados, o caso muda de figura: é que em termos de coerência há que mobilizar contra o mal-maior.
 Daí o meu apelo a que se vote em Seguro
... e mais, que toda a verdadeira esquerda se entenda criando uma frente unitária que defenda os princípios e valores constitucionais! 

Aceita-se o contraditório 

3 comentários:

  1. Vou, outra vez, engolir um sapo. Desta vez não é tão grande, porque da outra, além do voto fui delegado do Mário Só ares na mesma mesa onde tive uma altercação com o presidente da dita, que era do PS.
    Livraaaa!!! Isto incomóda.

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  2. Se estiver em Düsseldorf, votarei NOVAMENTE no meu candidato favorito no dia 8 de fevereiro: ANTÓNIO JOSÉ SEGURO.
    Um abraço democrático e de confiança.

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  3. Não concordo, Seguro não precisa dos votos dos comunistas para ser eleito.

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