16 março, 2026

E, SOBRE A FAMIGERADA ENTREVISTA, VOLTO À CARGA


E volto à carga porque o que está em causa é a memória que mantenho de quem tanto amei (mais do que a minha veia poética)... 
Por outro lado, não me resigno a ter tido quase duzentas visualizações e apenas e só um comentário...

 

6 comentários:

  1. Agora sim! Falas com exactidão e coerência sobre o livro que o editor da Prosa Poética iria ou foi, editar. Não andaste por ali a divagar e a massacrar os ouvidos de quem te ouvia, só poque te estimam.
    O "As Almas que Não foram Fardadas" e a tua experiência por África, valiosas sim, porém já largamente contadas num outro livro, não caíram nada bem ao editor e deixou-o sem jeito. Tu nem notaste isso, tão absorvido estavas lá tua prosa despropositada.
    Desculpa, Rogério, mas ainda bem que «voltaste à carga», caso contrário mem eu te viria comentar, ou talvez viesse, porém para dizer o que não gostarias de ouvir. Lamento se franqueza a mais é falta de educação, mas para dizer banalidades hipócritas, não contem comigo.
    Parabéns, amigo, a humildade ficou-te muito bem. :-))

    Beijinhos.

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    1. Tudo está bem
      quando termina em... bjinhos

      Também te remeto os meus

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  2. Boa noite, Rogério há muito que venho aqui e sempre senti o carinho e amor que tinhas e tens pela tua esposa, um amor muito lindo, saudoso sempre.
    Isso é sempre lindo de escutar e perceber.
    O amor não se vai, mesmo quando o corpo parte...Quem fica, muitas vezes um bom tempo sofrendo, sim, mas depois ameniza um pouco. O falecimento se torna uma doce lembrança para sempre.
    Meus votos de uma feliz semana, com saúde e paz.
    Um beijo, amigo.

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  3. Uma entrevista muitíssimo breve, mas o mais importante foi dito.

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  4. Da brevissima entrevista , fica algo muito importante : saber ouvir o Outro!

    Abraço, boa semana.

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