03 maio, 2026

EM DIA DA MÃE, REEDITO O QUE SOOU TÃO BEM!

 
Estou sozinho no mar largo
Sem medo à noite cerrada
O minha mãe minha mãe
O minha mãe minha amada


José Afonso

Por vezes, da alma me sai
Falando a quem quero bem
Sou mais que teu pai
Sou mesmo quase tua mãe

Rogério Pereira

«Quem estava não tinha procurado a praia e fazia o que sempre ali se fazia, conversava. Conversava, de tudo e de nada até que, pela frequência com que passavam flores, o velho engenheiro, comentou o dia e o negócio que proporciona, dissertando pelo consumismo. Depois falámos de mães e de mulheres, de mulheres e de mães, a seguir de nossas filhas e das mães delas. Não falámos de nós a não ser por falarmos delas e percebemos quanto as admirávamos sem lhes endereçar um só adjectivo e ficando os elogios perdidos no que cada um ao outro contava. Antes de irmos, cada um à sua vida, deixámos quase sentenças:

- "Somos a mãe que tivemos", sentenciou ele.
- "Não é boa mãe quem quer, mas quem soube e o pode ser", disse, antes de me despedir.»
reeditado com pequenos acertos, de conversas antigas


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4 comentários:

  1. Eu não recebi flores, mas recebi chocolates e a presença sempre reconfortante do meu filho e com ele também veio à baila o outro, vem sempre que estamos só os dois.

    Abraço

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    1. Que melhor reconforto
      neste dia
      de o filho por companhia
      e a memória desse outro

      Abraço feliz
      por ti

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  2. Este anónimo sou eu, a Rosa dos Ventos!

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