13 maio, 2026

"QUANDO A CABEÇA NÃO TEM JUÍZO... O FUTURO É QUE PAGA" (ontem foi a última representação)

Como estarão lembrados, a estreia foi um espanto. E até ontem, o sucesso foi acumulando. Sucesso indissociável do respeito pelo guião (de que sou autor) por parte de Nuno Loureiro (que foi quem encenou) sem pôr de lado, antes pelo contrário, o desempenho dos actores do Grupo de Teatro Nova Morada. Mas só fará sentido falar em sucesso pela avaliação das crianças medida pelas suas reações, comentários e ovações. Foi tão giro!!!

Que pena não vos poder proporcionar uma visão alargada disso mesmo... fica aqui o que foi possível trazer-vos. 


A MÚSICA É DO ANTÓNIO VARIAÇÕES

A LETRA É MINHA

Quando a cabeça não tem juízo
Quando te esforças
Menos do que é preciso
O futuro é que paga
O futuro é que paga
Deixa-o pagar, deixa-o pagar
Se tu estás a gostar

Quando a cabeça não se liberta
Das graçolas, imitações
Toda essa distração, que te alegra
O futuro passa a coisa incerta
Cheia de privações, ilusões

Quando a cabeça passa a ter juízo
E usas o telemóvel só quando é preciso
O futuro é que ganha
O futuro é que ganha
E se esta canção te soa a incentivo
Então diz: vamos a isso
Vamos a isso
Vamos a isso
Pois passas a ter juízo

1 comentário:

  1. Agir sem pensar destrói oportunidades futuras.
    O smartphone vai continuar a fazer parte da nossa vida.

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