Ela ontem teve uma tontura, caiu. Partiu o braço. Chamou os bombeiros e teve nega. Chamou o 112 e teve de pagar. Ligou-me e eu fui a buscar ao Hospital São Francisco Xavier. Receitaram-lhe comprimidos para as dores e mais uma ligadura (que não havia em parte alguma).
Fui busca-la e leva-la a casa.
Fui lá, há bocado... e seus gritos soam alto. Ouvi-la, arrepia!
A ligadura vem a caminho...Vamos ver...
Oh! Que azar e que tristeza, por ela e por este país que nos abandona assim!
ResponderEliminarUm abraço para os dois, pela tua generosidade e para que ela saiba que estou com ela.
Sem palavras Rogério , fico crendo que já medicada e com sua ajuda providencial ela vai sentir menos e melhorar.
ResponderEliminarMando abraços e diga-a que estamos juntos e vai passar .
Dê-nos notícias , agradecemos seu carinho e sua amiz
Beijinhos aos dois.
Eu, que nunca parti um osso, não consigo imaginar o que é que uma pessoa sente quando parte um braço. Devem ser umas dores para lá de lancinantes. Coitada da Maria João! Não há mal que não lhe aconteça. Daqui lhe envio os meus sinceros desejos de rápidas melhoras.
ResponderEliminarEstá mesmo com azar a nossa amiga.
ResponderEliminarEspero que, pelo menos, as dores passem!
Desejo-lhe as melhoras.
Abraço para os dois