11 fevereiro, 2026
ASSINEI HOJE O CONTRATO COM A EDITORA! PODIA LÁ EU RESISTIR A ESTA APRECIAÇÃO QUE ME FOI FEITA?
10 fevereiro, 2026
08 fevereiro, 2026
SE NÃO FOSSEM ESTES CRAVOS... NÃO SEI O QUE ACONTECERIA!
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| Imagem roubada à Olívia Marques, no FB |
07 fevereiro, 2026
PROVE, MASTIGUE E DEPOIS DE DEITAR FORA, VOTE DENTRO!
E como tudo o que é coisa que promete
A gente vê é como uma chiclete
Que se prova, mastiga e deita fora, se demora
Como esta música é produto acabado
Da sociedade do consumo imediato
Como tudo o que se promete nesta vida, chiclete
Chiclete. Chiclete
E nesta altura e com muita inquietação
Faço um reparo e quero abrir uma excepção
Um cassetete nunca será não, chiclete
Pra que tudo continue sem parar
Fundamental levar a vida a dançar
Nesta vida que tanto promete, chiclete
Chiclete. Chiclete
E como tudo o que é coisa que promete
A gente vê como uma chiclete
Que se prova, mastiga e deita fora, se demora
Como esta música é produto acabado
Da sociedade de consumo imediato
Como tudo o que se promete nesta vida, chiclete
06 fevereiro, 2026
EM DIA DE REFLEXÃO PENSEM NAS 12 RAZÕES PARA NÃO VOTAR NO CANDIDATO EM QUE NÃO VOTO
É um candidato sustentado num partido apoiado e financiado pelos grupos económicos do sistema capitalista, que vota a favor da especulação e dos lucros dos grupos económicos e financeiros que dominam o País. O Chega votou a favor da baixa dos impostos sobre os lucros das grandes empresas, mas votou contra a fixação do preço da botija de gás, que favoreceria milhões de famílias.
O Chega acompanha e tem aprovado o fundamental da política do Governo e desdobra-se em apelos à convergência com o Governo. A maioria dos principais dirigentes do Chega vêm do PSD e do CDS, incluindo o próprio André Ventura. O Chega só não votou favoravelmente o Orçamento do Estado de 2026 porque o PS o desobrigou, salvando ele a política de direita. A posição de suposta neutralidade quanto ao voto em Ventura de PSD e CDS pretende tornar essa opção de voto aceitável.
André Ventura foi membro do PSD e apoiou sucessivos governos, incluindo o governo PSD/CDS de Passos Coelho e Paulo Portas (2011/2015). Apoiou e aplaudiu o corte nos salários e nas pensões, a eliminação dos feriados, o aumento dos horários de trabalho e a sua desregulação, a degradação dos serviços públicos, as privatizações e entrega de empresas estratégicas ao capital estrangeiro (Telecom, CTT, TAP, Ana- Aeroportos, EDP, REN, etc) a alteração das leis da habitação que promoveram a especulação imobiliária e que criaram a mais difícil situação de acesso à habitação desde o regime fascista. Mas não só apoiou essa política de retrocesso, empobrecimento e tragédia nacional como se opôs à reposição de direitos cortados que foi possível conseguir com a luta dos trabalhadores a partir de 2015.
Começou por manifestar a sua disponibilidade para aprovar com o Governo o pacote laboral, sugerindo a criação de um grupo de trabalho conjunto e referindo-se de forma crítica apenas em relação às alterações relativas ao direito à amamentação (em que o Governo aceitaria recuar). Qualificou a greve geral como um erro de “sindicatos desactualizados” e que já não representariam ninguém. Mas o impacto da greve geral, vista como justa por largos sectores da população, incluindo por muitos que votaram no Chega, fê-lo mudar de discurso, acabando a dizer que iria chumbar a proposta do Governo. Ventura fala em trabalhadores apenas para dividir e iludir que serve de muleta ao Governo e aos grupos económicos no aumento da exploração.
Apoia as privatizações, fonte de corrupção e de negócios ruinosos para o País, e está sempre na primeira linha no favorecimento da banca, da especulação imobiliária e da entrada e domínio dos grupos económicos nos sectores da saúde e da educação. Ventura fala na corrupção mas defende o regime mais corrupto que o País conheceu – o fascismo. Defende as privatizações, os benefícios fiscais para os mais ricos, a legalização do tráfico de influências e tem no seio do seu partido algumas das mais sinistras figuras ligadas ao crime económico.
Em menos de sete anos de existência são inúmeras as situações criminais e ilegais envolvendo o Chega. Das saídas de dirigentes e eleitos locais à desconformidade das contas partidárias; da ilegalidade dos estatutos e normas de funcionamento do partido, consecutivamente chumbadas pelo Tribunal Constitucional, à nomeação de familiares de dirigentes e eleitos para gabinetes e outros cargos; da profusão de arguidos e condenados por furto, fraude, fuga ao fisco, agressão, pedofilia, prostituição de menores, entre outros crimes, às evidentes ligações a grupos nazis, como o 1143, ou à inclusão de dirigentes de antigas redes bombistas, como o MDLP.
Propõe um desvio ainda maior de recursos públicos do SNS para os grupos económicos. O programa inicial do Chega, entretanto convenientemente apagado, previa acabar com o SNS e com a Escola Pública.
A extrema-direita tem o apoio de importantes sectores do poder económico, no financiamento, na presença sistemática nos grandes meios de comunicação social e no alinhamento desta com a agenda sensacionalista e demagógica. A exposição mediática, que já era forte quando era deputado único, criam uma ilusão de activismo e de denúncia de problemas, mas esconde a convergência com a política de direita que está na origem dos mesmos problemas que dizem denunciar.
É subserviente em relação à União Europeia, tem saudades da troika e de Passos Coelho e alinha com as imposições e projectos do imperialismo norte-americano e a agenda de Donald Trump, com os perigos que colocam à Humanidade.
O resultado das suas propostas é o aumento da imigração de trabalhadores sem direitos, tornando os imigrantes ainda mais vulneráveis à exploração por parte dos empresários que os contratam. Por outro lado, quanto maior for o número de imigrantes não regularizados maior é a pressão exercida para baixar os salários de todos os trabalhadores.
Uma das linhas políticas da extrema-direita é a criação de bodes expiatórios, instrumentalizando problemas reais e sentimentos de injustiça mas apontando para falsos “culpados”, escondendo quem são os verdadeiros responsáveis, a sua política e os que ganham com ela. Culpam imigrantes pelo aumento da criminalidade ou pelas dificuldades de acesso à saúde ou às creches e escolas. Estigmatizam a comunidade cigana, generalizando comportamentos individuais. Falam de subsídio-dependência num país onde sem prestações sociais a pobreza andaria perto dos 40% da população. Ventura fala das minorias e atira contra os mais pobres e excluídos da sociedade, para esconder o seu compromisso, esse sim, com uma minoria cada vez mais rica e poderosa que o financia e lhe dá cobertura nos principais órgãos de comunicação social, para que este continue a defender, como tem defendido, os seus interesses.
Assume uma agenda que vai para lá do comprometimento com a política de direita e de partilha de muitas das opções do actual Governo. Não se podem ignorar os perigos que resultariam de entregar a Presidência da República a alguém, como André Ventura, que tem como objectivo expresso liquidar o regime democrático, promover valores e concepções fascizantes, impor o retrocesso, o agravamento da exploração, a violência e o desprezo pelas liberdades democráticas.
Votar contra André Ventura não significa apoiar António José Seguro nem o seu posicionamento político, que aliás fala por si. Um posicionamento que tem tido a firme oposição e denúncia por parte dos comunistas ao longo dos anos, incluindo nesta campanha eleitoral. Estas eleições não são um confronto entre esquerda e direita, como alguns dizem por aí. No entanto, com Ventura na Presidência da República, tudo o que está mau, ficaria ainda pior. A mudança que Ventura quer é a de um regresso a um passado de pobreza, exploração, negação de direitos e violência sobre os trabalhadores, as mulheres, os jovens, os democratas e patriotas. As suas propostas atacam os fundamentos do regime democrático, as liberdades e garantias, o que é evidente na proposta de revisão constitucional do Chega, de destruição da Constituição e dos direitos e liberdades que esta consagra.
Para impedir que André Ventura seja eleito Presidente da República é necessário derrotar a sua candidatura. O único voto possível para a derrotar é o voto na candidatura de António José Seguro. Opção que, repetimos, não significa apoio a este candidato nem ao seu posicionamento político.
in jornal Avante, de 5/02/2026
QUE SAUDADE ESTA, DE MAIS UMA VEZ NÃO HAVER O QUE SEMPRE HOUVE...
Disse-lhe um diaLogo, ao jantar,não haverá o que sempre houve,não haverá à volta da mesa:a alegria costumadanão cantarás
não cantareinão cantarãonão cantaremosNão haverá velas num bolo,troca de olhares
e flashes(os miúdos não vão poder apagaras velas, nem também cantar)Depois,depois não fará sentido voltar a dizerAh, quanto te quero bem...Ou, saudoso, talvez ainda digaaquela frase batidaassimSe não fosses tunão sei o que seria de mim
"O melhor de mim, somos nós"
...e assim será, para o resto
da vida que me resta
Rogério Pereira/6Fev2026
05 fevereiro, 2026
EM TEMPOS DE TORMENTA... AVANCEMOS ATÉ QUE O SOL NOS APAREÇA!
Avancemos, até que o Sol nos apareça
Uns dizem palavras de desalento
Outros que esperam ter esperança em Maio
A maior parte, não fala e quando saio
Oiço queixas veementes de tão mau tempo
Resguardo-me dos estados de alma
E do silêncio resignado e mudo
Avanço chuva adentro, que não se acalma
Sem esperar que lave os males deste mundo
Meu irmão falou-me de relâmpagos, na escarpa
A nuvem falou-me de trovões e do vento
Um raio que parta tudo isto, ouvi neste momento
Desabafo da impotência que daquela voz se escapa
Avancemos, chuva adentro
Chuva adentro
Até que o Sol nos apareça, e brilhe
como se fosse AbrilRogério Pereira - Fevereiro/2016
04 fevereiro, 2026
REPORTAGEM DA CAMPANHA DO TAL CANDIDATO... EM FORMATO DE BANDA DESENHADA
02 fevereiro, 2026
POR QUE RAZÃO A EXTREMA-DIREITA ESTÁ A CRESCER EM PORTUGAL ?
(transcrições de um trabalho do economista Eugénio Rosa)
POR QUE RAZÃO A EXTREMA-DIREITA ESTÁ A CRESCER EM PORTUGAL ? – Os muitos ricos estão a ficar cada vez mais ricos e a maioria da população pobre está cada vez mais pobre.Muitos portugueses, nomeadamente aqueles que têm acesso fácil aos órgãos de comunicação social e que, dessa forma, condicionam a opinião pública, espantam-se, não compreendem e insurgem-se mesmo pelo facto de tantos portugueses serem atraídos e votarem nos partidos da extrema-direita. A ascensão da extrema-direita é um facto que está a acontecer em todos os países da U.E., e em outros países como a Inglaterra e os EUA e na América Latina. Esse espanto e incompreensão resulta, a nosso ver, de se esquecerem que é o “ser que determina a consciência” , e não o contrário, ou seja, as condições materiais da vida influenciam de forma decisiva as opções da maioria dos indivíduos” . A deterioração das condições de vida da maioria da população, o aumento das desigualdades e a incerteza em relação ao seu futuro, tudo isto agravado por guerras e sanções, e agora pela corrida ao rearmamento da U.E. e os consequentes cortes nas despesas sociais (o SNS é já uma vítima), pela desagregação da globalização capitalista, pela fragmentação das cadeias de abastecimento, pela politica de Trump na tentativa de tornar os EUA, em claro declínio, “novamente grande”; tudo isto combinado com a incapacidade dos governos para inverter esta situação (as suas medidas só a têm agravado, ex. SNS, escola pública, pensões, etc.) estão a contribuir para toda esta grave crise politica e social. Neste artigo procuramos mostrar, com base em dados oficiais, como o agravamento das desigualdades e das condições de vida em Portugal constitui um contributo importante para tornar o discurso populista da extrema-direita mais apelativo, incluindo junto de jovens que não conseguem vislumbrar um futuro com perspetivas e levar muitos portugueses a votarem neles.AS DESIGUALDADES ENORMES NA DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA EM PORTUGAL NÃO PARARAM DE AUMENTAR ENTRE 2011 E 2024: os ricos estão cada vez mais ricos (+200400 M€), e metade da população pobre continuou na pobreza (+13437 M€)
Para aceder ao estudo integral, ver aqui
30 janeiro, 2026
BRUCE... O RESISTENTE ANTI-FASCISTA
Ruas de Minneapolis
Pelo gelo e frio do inverno
Pela avenida Nicollet
Uma cidade em chamas lutou contra o fogo e o gelo
Sob as botas de um ocupante
O exercito privado do rei Trump, direto do DHS
Cinto de armas em seus casacos
Vieram para Minneapolis para fortalecer a lei
Ou, é o que a historia deles conta
Contra as fumaças e balas de borracha
Na primeira luz do amanhecer
Os cidadãos se uniram em prol da justiça
Suas vozes tocaram pela noite
E lá tinha pegadas de sangue
Onde dеveria ter havido misericórdia
E dois mortos, dеixados para morrer nas ruas cobertas neve
Alex Pretti e Renee Good
Oh, nossa Minneapolis, eu te ouço
Cantando pela névoa de sangue
Nós defenderemos esta terra
E os estranhos em nossa volta
Aqui, em nossa casa, eles vagaram e mataram
No inverno de '26
Nós vamos lembrar dos nomes daqueles que morreram
Nas ruas de Minneapolis
Os capangas federais de Trump espancaram
Seus rostos e seus peitos
Então, ouvimos os tiros
E Alex Pretti cai na neve morto
A alegação deles foi de legítima defesa, senhor
Não acredite em seus olhos
É nosso sangue e ossos
E esses apitos e telefones
Contra as mentiras sujas de Miller e Noem
Oh, nossa Minneapolis, eu te ouço
Chorando pela nevoa de sangue
Nós vamos lembrar dos nomes daqueles que morreram
Nas ruas de Minneapolis
Agora, eles dizem que estamos aqui para ficar acima da lei
Mas eles desrespeitam nossos direitos
Se sua pele é preta ou marrom, meu amigo
Você pode ser questionado ou deportado na hora
Em nossos cantos para expulsar a ICE
O coração e alma da nossa cidade persistem
Pelo vidro quebrado e lágrimas de sangue
Nas ruas de Minneapolis
Oh, nossa Minneapolis, eu te ouço
Cantando pela névoa de sangue
Nós defenderemos esta terra
E os estranhos em nossa volta
Aqui, em nossa casa, eles vagaram e mataram
No inverno de '26
Nós vamos lembrar dos nomes daqueles que morreram
Nas ruas de Minneapolis
Nós vamos lembrar dos nomes daqueles que morreram
Nas ruas de Minneapolis
29 janeiro, 2026
SE ESTIVE LÁ? CLARO! PODIA LÁ EU FALTAR....
"É crescente o numero de micro-empresas a encerrar a actividade. Mas não se julgue que encerram por falência ou dissolução. O que mais as faz encerrar é o desânimo dos empresários"
28 janeiro, 2026
VERGÍLIO FERREIRA FARIA HOJE 110 ANOS...
Tinha quase decidido trazer para aqui um texto , quando descubro outro. Decido-me por este, pois parece um comentário á situação que estamos vivendo...
Parece, ou será mesmo? Ao certo, não sei.
No Fundo Somos Bons Mas Abusam de Nós
O comum das gentes (de Portugal) que eu não chamo povo porque o nome foi estragado, o seu fundo comum é bom. Mas é exactamente porque é bom, que abusam dele. Os próprios vícios vêm da sua ingenuidade, que é onde a bondade também mergulha. Só que precisa sempre de lhe dizerem onde aplicá-la. Nós somos por instinto, com intermitências de consciência, com uma generosidade e delicadeza incontroláveis até ao ridículo, astutos, comunicáveis até ao dislate, corajosos até à temeridade, orgulhosos até à petulância, humildes até à subserviência e ao complexo de inferioridade. As nossas virtudes têm assim o seu lado negativo, ou seja, o seu vício. É o que normalmente se explora para o pitoresco, o ruralismo edificante, o sorriso superior. Toda a nossa literatura popular é disso que vive.
Mas, no fim de contas, que é que significa cultivarmos a nossa singularidade no limiar de uma «civilização planetária»? Que significa o regionalismo em face da rádio e da TV? O rasoiro que nivela a província é o que igualiza as nações. A anulação do indivíduo de facto é o nosso imediato horizonte. Estruturalismo, linguística, freudismo, comunismo, tecnocracia são faces da mesma realidade. Como no Egipto, na Grécia, na Idade Média, o indivíduo submerge-se no colectivo. A diferença é que esse colectivo é hoje o puro vazio.
Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 2'
27 janeiro, 2026
O DE_BATE E A AMEAÇA DE DESASTRE
25 janeiro, 2026
WORLD PRESS CARTOON: UMA EXPOSIÇÃO A NÃO PERDER...
ESTIVE LÁ E... RECOMENDO!
24 janeiro, 2026
HOJE... SINTO-ME MARX
Há quem tenha medo das palavras e chame "antigo regime" ao fascismo por (muitos de) nós vivido. Nos tempos que correm, abre-se a porta ao seu regresso seguido da ameaça de uma farsa, cujos contornos não é possível antecipar.
Sentindo-me Marx, ocorre-me inesperadamente a memória dos Congressos da Oposição Democrática de Aveiro... e faz todo o sentido pensarmos nisso! Digo-o por o ter vivido...
22 janeiro, 2026
É DESTA? SERÁ MESMO DESTA QUE UM POEMA MEU PASSARÁ A CANÇÃO?
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| O Júlio e eu |
Creio que será mesmo desta. A porta abriu-se há exactamente dois anos, mas não se terá fechado. Sobe-o num reencontro inesperado em contexto triste (o velório de um comum amigo). Pediu-me que me sentasse com ele e, estendendo-me a aparelhagem, pediu-me que o escutasse. Assim fiz... e gostei. Gostei da sua voz. Gostei do ritmo hip-hop. Gostei do que ouvi. E depois de lho ter dito, foi a vez de ele me dizer que iria para a frente com o projecto...
Recordo então o texto que anunciava a abertura da porta:
"Lembram-se que todos vós me "empurraram" para que aceitasse o desafio? E que teríamos que iniciar um caminho, de "trabalho, a quatro mãos"?
O primeiro passo foi dado, enviando-lhe trabalho meu, um tal livrinho "O melhor de mim somos nós - e outros poemas" que o terá atingindo, em cheio, na alma. De pronto marcámos encontro, que decorreu esta manhã na "minha esplanada". Trocámos ideias sobre os passos seguintes, depois do Júlio me dar conta da sua escolha. Disse-me ele "o poema que mexe comigo está na página 13!"
E o que antes era um poema, passou agora a ler letra. Esperemos a canção do Júlio.
PEDRA, DEPOIS PÓ
E FINALMENTE VIDA
Olhei a pedra
Fria, Estúpida, Parada
Calada
De tanto a olhar, julguei-a bela
Transformei-me nela
Frio, Estúpido, Parado
Calado
Sem destino sequer
de pedrada no charco
Sujeito à degradação do relento
e à erosão do vento
em breve serei póNão olhes para mim, assim
Mexe-te, ao menosA pouco e pouco se mexeram
e num repente
o Mundo assistiu
ao despertar das pedras
Rogério Pereira
20 janeiro, 2026
19 janeiro, 2026
PENSANDO A TRAÇO FINO - A VERDADEIRA COERÊNCIA - III (ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS)
Cabe agora acrescentar que a coerência, a verdadeira, exige e determina que actos que repetem sejam repetidos respeitando os mesmos princípios e os mesmos elementos. Estava confuso? E dei um exemplo para ajudar:
Forças políticas fecharam acordo em Lisboa: PS, BE, Livre e PAN avançam em coligação para defrontar PSD;
Forças políticas fecharam acordo em Loures: BE, Livre e PAN avançam em coligação para defrontar o PS.Em resumo:
















