03 março, 2026
28 fevereiro, 2026
26 fevereiro, 2026
É LINDO, LINDO, LINDO. LINDO E BEM ARQUITECTADO... MAS ... QUEM SE LIXA É O MEXILHÃO
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| Sim, é lindo, lindo, lindo e bem arquitectado... |
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| Mas... para a comunidade local é que é lixado!... |
24 fevereiro, 2026
COMEÇAR ASSIM ESTE MEU DIA... DÁ PICA E ALEGRIA!
22 fevereiro, 2026
A NOSSA QUERIDA POETA ANDA XOUXINHA MAS... AINDA CANTA!
A nossa admirável poeta
A minha querida avó
Anda com forte maleita
Mas ainda canta, oiçam só
21 fevereiro, 2026
FIQUEM A SABER QUE A RTP CONVIDOU(-ME) PARA AO GTP ASSISTIR.. E, CLARO, QUE ESTOU NO IR
20 fevereiro, 2026
HOJE VOLTEI A SENTIR-ME RUSSELL
«A vida é demasiado curta para nos permitir interessar-nos por todas as coisas, mas é bom que nos interessemos por tantas quantas forem necessárias para preencher os nossos dias.» ou “O tempo que você gosta de perder não é tempo perdido.”
Bertrand Russel, dixit
19 fevereiro, 2026
MEU DEUS AO ESTADO QU´IST CHEGOU!... REGIONALIZAÇÃO, JÁ!!!
Ao lado da falta de planeamento do território, de modo coincidente com a centralização dos poderes, assistia-se a tudo e mais alguma coisa...
Cerca de 28 anos depois de um referendo que recusou as regiões, com 19% a dizer que a questão não deve voltar a ser discutida, assistiu-se a novo inquérito e no estudo "O que pensam os portugueses 2025 -- Descentralização, Desconcentração e Regionalização", a que a Lusa teve acesso, revelou que 71% dos inquiridos defendem que a regionalização "deve ser discutida de novo".
Agora, com o País todo a tropeçar em inundações e abatimentos, não há outro caminho: Regionalização? É já!
Se já em 2009 se reconheciam vantagens, imagine agora!
16 fevereiro, 2026
TERÇA FEIRA DE CARNAVAL!... AH!, QUE SAUDADE...

Você é um homem?
Bah! Hoje você é palhaço!
Vista sua fantasia,
passe pó vermelho no rosto.
Aqui as pessoas pagam e querem rir.
E se Arlequim (a morte)
lhe roubou sua Colombina,
ria, palhaço, e todos vão aplaudir!
Mude para risos
esses seus espasmos e o choro,
vire o soluço e faça uma cara engraçada
Ah! Corra com a dor
Ria! Ria Palhaço,
no seu amor em pedaços.
Ria da dor que lhe envenena seu coração
Rogério Pereira - Fevereiro/2024
"I paglacci", letra adaptada
15 fevereiro, 2026
E HOJE HOUVE VOTAÇÃO, MENOS POR DIREITO MAS MUITO MAIS POR DEVER E OBRIGAÇÃO ...
António José Seguro ganhou hoje a segunda volta das presidenciais em Alcácer do Sal, Arruda dos Vinhos e Golegã, os três concelhos que adiaram as eleições uma semana devido ao mau tempo. Foi elevadíssima a abstenção, o que significa que foram muitos os eleitores que não cumpriram o seu dever de cidadania.
Tal me faz lembrar isto, não há muito aqui deixado escrito
O discurso pronunciado por José Saramago na cerimónia de entrega dos Prémios Nobel, a 10 de dezembro de 1998, data em que se celebrava o 50.o aniversário da Declaração Universal de Direitos Humanos, teve consequências: a Universidade Autónoma do México e a Fundação José Saramago assumiram a proposta do escritor para elaborar, a partir da sociedade civil, uma simetria da Declaração de Direitos. Assim nasceu a Declaração de Deveres Humanos, documento cívico que reivindica a importância dos cidadãos na construção da sociedade melhor defendida pela Declaração Universal de Direitos Humanos. Juristas, activistas e políticos de vários países, reunidos na Cidade do México, deram vida a um documento de responsabilidade cívica que posteriormente, em 2018, foi entregue à Comissão de Direitos Humanos da ONU e ao seu Secretário-Geral, António Guterres. Trata-se de um contributo mais porque, como escreveu José Saramago, «Somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos. Sem memória não existimos, sem responsabilidade talvez não mereçamos existir.»
... e é este o texto do documento:
preâmbulo
Atendendo às crescentes desigualdades e violações de direitos humanos e às dificuldades em realizar os objectivos desenhados para o desenvolvimento harmonioso da humanidade na sua globalidade;
Entendendo que a Declaração Universal de Direitos Humanos afirma no seu artigo 29 que todas as pessoas devem assumir os seus deveres jurídicos com respeito às suas comunidades;
Aceitando que as possibilidades de alcançar o desenvolvimento pleno das pessoas não se esgotam no cumprimento dos deveres jurídicos, sendo as obrigações éticas igualmente indispensáveis para a sustentabilidade do Estado de Direito;
Reconhecendo que, pelo seu poder, capacidade ou função social, as pessoas e os diversos actores sociais possam ter graus diferentes de responsabilidade na sua contribuição para o desfrute de direitos por parte de todos.
declaramos:
um
Todas as pessoas têm o dever de cumprir e exigir o cumprimento dos direitos reconhecidos na Declaração Universal de Direitos Humanos e nos restantes instrumentos nacionais e internacionais assim como das obrigações necessárias à sua efectiva realização.
dois
Todas as pessoas têm o dever e a obrigação de um exercício solidário e não abusivo dos direitos e de desfrutar responsavelmente dos bens e serviços.
três
Todas as pessoas, e especialmente as organizações sociais, económicas e culturais, têm o dever e a obrigação de não discriminar e de exigir o combate à discriminação por motivo de raça, cor, sexo, idade, género, identidade, orientação sexual, língua, religião, opinião política, ideologia, origem nacional, étnica ou social, deficiência, propriedade, nascimento ou qualquer outro motivo.
MAIS UM DOMINGO GORDO EM QUE VOLTEI A SER PALHAÇO! PALHAÇO, POIS! QUE PENSAM VOÇÊS QUE SOIS?
PROVOCAÇÃOLevantei-meBarbei-meE fiz o que sempre façoMascarei-me de palhaçoDesci à ruaAndeiDepois atravesseiSegui em frentePassando por muita genteGentePassando indiferenteSubi a ruaAndeiRegresseiTanta, tanta gentePassando indiferenteSó então repareiTinham todos a mesma máscaraFazemos parteda mesma palhaçadaAh, o que teria ridoFosse eu, palhaço ricoRogério Pereira, reeditado (c/alterações)
14 fevereiro, 2026
EM DIA DOS NAMORADOS, ENVIEI DOIS CONTOS MEUS PARA O MUSEU... VAMOS VER O QUE VAI ACONTECER...
Ah!, e se são contos de amor?São, sim senhor!DE AMOR SENTIDODE AMOR VIVIDO...
... A DOIS
13 fevereiro, 2026
E O PREFÁCIO DA MINHA OBRA FOI ESCRITO POR QUEM SABE DA PODA! OBRIGADO QUERIDA MADRINHA DA MINHA ESCRITA
• de Sonho - O impossível é tão só e apenas aquilo que ainda não aconteceu;• de Utopia - Quem antes via apenas a árvore / pode agora ver / através de mim / a floresta;• de Esperança - Havemos de emendar o rumo errado.
E, então, a Poesia…
E é dela esta linda "TELA", ora deliciem-se:
11 fevereiro, 2026
ASSINEI HOJE O CONTRATO COM A EDITORA! PODIA LÁ EU RESISTIR A ESTA APRECIAÇÃO QUE ME FOI FEITA?
10 fevereiro, 2026
08 fevereiro, 2026
SE NÃO FOSSEM ESTES CRAVOS... NÃO SEI O QUE ACONTECERIA!
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| Imagem roubada à Olívia Marques, no FB |
07 fevereiro, 2026
PROVE, MASTIGUE E DEPOIS DE DEITAR FORA, VOTE DENTRO!
E como tudo o que é coisa que promete
A gente vê é como uma chiclete
Que se prova, mastiga e deita fora, se demora
Como esta música é produto acabado
Da sociedade do consumo imediato
Como tudo o que se promete nesta vida, chiclete
Chiclete. Chiclete
E nesta altura e com muita inquietação
Faço um reparo e quero abrir uma excepção
Um cassetete nunca será não, chiclete
Pra que tudo continue sem parar
Fundamental levar a vida a dançar
Nesta vida que tanto promete, chiclete
Chiclete. Chiclete
E como tudo o que é coisa que promete
A gente vê como uma chiclete
Que se prova, mastiga e deita fora, se demora
Como esta música é produto acabado
Da sociedade de consumo imediato
Como tudo o que se promete nesta vida, chiclete
06 fevereiro, 2026
EM DIA DE REFLEXÃO PENSEM NAS 12 RAZÕES PARA NÃO VOTAR NO CANDIDATO EM QUE NÃO VOTO
É um candidato sustentado num partido apoiado e financiado pelos grupos económicos do sistema capitalista, que vota a favor da especulação e dos lucros dos grupos económicos e financeiros que dominam o País. O Chega votou a favor da baixa dos impostos sobre os lucros das grandes empresas, mas votou contra a fixação do preço da botija de gás, que favoreceria milhões de famílias.
O Chega acompanha e tem aprovado o fundamental da política do Governo e desdobra-se em apelos à convergência com o Governo. A maioria dos principais dirigentes do Chega vêm do PSD e do CDS, incluindo o próprio André Ventura. O Chega só não votou favoravelmente o Orçamento do Estado de 2026 porque o PS o desobrigou, salvando ele a política de direita. A posição de suposta neutralidade quanto ao voto em Ventura de PSD e CDS pretende tornar essa opção de voto aceitável.
André Ventura foi membro do PSD e apoiou sucessivos governos, incluindo o governo PSD/CDS de Passos Coelho e Paulo Portas (2011/2015). Apoiou e aplaudiu o corte nos salários e nas pensões, a eliminação dos feriados, o aumento dos horários de trabalho e a sua desregulação, a degradação dos serviços públicos, as privatizações e entrega de empresas estratégicas ao capital estrangeiro (Telecom, CTT, TAP, Ana- Aeroportos, EDP, REN, etc) a alteração das leis da habitação que promoveram a especulação imobiliária e que criaram a mais difícil situação de acesso à habitação desde o regime fascista. Mas não só apoiou essa política de retrocesso, empobrecimento e tragédia nacional como se opôs à reposição de direitos cortados que foi possível conseguir com a luta dos trabalhadores a partir de 2015.
Começou por manifestar a sua disponibilidade para aprovar com o Governo o pacote laboral, sugerindo a criação de um grupo de trabalho conjunto e referindo-se de forma crítica apenas em relação às alterações relativas ao direito à amamentação (em que o Governo aceitaria recuar). Qualificou a greve geral como um erro de “sindicatos desactualizados” e que já não representariam ninguém. Mas o impacto da greve geral, vista como justa por largos sectores da população, incluindo por muitos que votaram no Chega, fê-lo mudar de discurso, acabando a dizer que iria chumbar a proposta do Governo. Ventura fala em trabalhadores apenas para dividir e iludir que serve de muleta ao Governo e aos grupos económicos no aumento da exploração.
Apoia as privatizações, fonte de corrupção e de negócios ruinosos para o País, e está sempre na primeira linha no favorecimento da banca, da especulação imobiliária e da entrada e domínio dos grupos económicos nos sectores da saúde e da educação. Ventura fala na corrupção mas defende o regime mais corrupto que o País conheceu – o fascismo. Defende as privatizações, os benefícios fiscais para os mais ricos, a legalização do tráfico de influências e tem no seio do seu partido algumas das mais sinistras figuras ligadas ao crime económico.
Em menos de sete anos de existência são inúmeras as situações criminais e ilegais envolvendo o Chega. Das saídas de dirigentes e eleitos locais à desconformidade das contas partidárias; da ilegalidade dos estatutos e normas de funcionamento do partido, consecutivamente chumbadas pelo Tribunal Constitucional, à nomeação de familiares de dirigentes e eleitos para gabinetes e outros cargos; da profusão de arguidos e condenados por furto, fraude, fuga ao fisco, agressão, pedofilia, prostituição de menores, entre outros crimes, às evidentes ligações a grupos nazis, como o 1143, ou à inclusão de dirigentes de antigas redes bombistas, como o MDLP.
Propõe um desvio ainda maior de recursos públicos do SNS para os grupos económicos. O programa inicial do Chega, entretanto convenientemente apagado, previa acabar com o SNS e com a Escola Pública.
A extrema-direita tem o apoio de importantes sectores do poder económico, no financiamento, na presença sistemática nos grandes meios de comunicação social e no alinhamento desta com a agenda sensacionalista e demagógica. A exposição mediática, que já era forte quando era deputado único, criam uma ilusão de activismo e de denúncia de problemas, mas esconde a convergência com a política de direita que está na origem dos mesmos problemas que dizem denunciar.
É subserviente em relação à União Europeia, tem saudades da troika e de Passos Coelho e alinha com as imposições e projectos do imperialismo norte-americano e a agenda de Donald Trump, com os perigos que colocam à Humanidade.
O resultado das suas propostas é o aumento da imigração de trabalhadores sem direitos, tornando os imigrantes ainda mais vulneráveis à exploração por parte dos empresários que os contratam. Por outro lado, quanto maior for o número de imigrantes não regularizados maior é a pressão exercida para baixar os salários de todos os trabalhadores.
Uma das linhas políticas da extrema-direita é a criação de bodes expiatórios, instrumentalizando problemas reais e sentimentos de injustiça mas apontando para falsos “culpados”, escondendo quem são os verdadeiros responsáveis, a sua política e os que ganham com ela. Culpam imigrantes pelo aumento da criminalidade ou pelas dificuldades de acesso à saúde ou às creches e escolas. Estigmatizam a comunidade cigana, generalizando comportamentos individuais. Falam de subsídio-dependência num país onde sem prestações sociais a pobreza andaria perto dos 40% da população. Ventura fala das minorias e atira contra os mais pobres e excluídos da sociedade, para esconder o seu compromisso, esse sim, com uma minoria cada vez mais rica e poderosa que o financia e lhe dá cobertura nos principais órgãos de comunicação social, para que este continue a defender, como tem defendido, os seus interesses.
Assume uma agenda que vai para lá do comprometimento com a política de direita e de partilha de muitas das opções do actual Governo. Não se podem ignorar os perigos que resultariam de entregar a Presidência da República a alguém, como André Ventura, que tem como objectivo expresso liquidar o regime democrático, promover valores e concepções fascizantes, impor o retrocesso, o agravamento da exploração, a violência e o desprezo pelas liberdades democráticas.
Votar contra André Ventura não significa apoiar António José Seguro nem o seu posicionamento político, que aliás fala por si. Um posicionamento que tem tido a firme oposição e denúncia por parte dos comunistas ao longo dos anos, incluindo nesta campanha eleitoral. Estas eleições não são um confronto entre esquerda e direita, como alguns dizem por aí. No entanto, com Ventura na Presidência da República, tudo o que está mau, ficaria ainda pior. A mudança que Ventura quer é a de um regresso a um passado de pobreza, exploração, negação de direitos e violência sobre os trabalhadores, as mulheres, os jovens, os democratas e patriotas. As suas propostas atacam os fundamentos do regime democrático, as liberdades e garantias, o que é evidente na proposta de revisão constitucional do Chega, de destruição da Constituição e dos direitos e liberdades que esta consagra.
Para impedir que André Ventura seja eleito Presidente da República é necessário derrotar a sua candidatura. O único voto possível para a derrotar é o voto na candidatura de António José Seguro. Opção que, repetimos, não significa apoio a este candidato nem ao seu posicionamento político.
in jornal Avante, de 5/02/2026
QUE SAUDADE ESTA, DE MAIS UMA VEZ NÃO HAVER O QUE SEMPRE HOUVE...
Disse-lhe um diaLogo, ao jantar,não haverá o que sempre houve,não haverá à volta da mesa:a alegria costumadanão cantarás
não cantareinão cantarãonão cantaremosNão haverá velas num bolo,troca de olhares
e flashes(os miúdos não vão poder apagaras velas, nem também cantar)Depois,depois não fará sentido voltar a dizerAh, quanto te quero bem...Ou, saudoso, talvez ainda digaaquela frase batidaassimSe não fosses tunão sei o que seria de mim
"O melhor de mim, somos nós"
...e assim será, para o resto
da vida que me resta
Rogério Pereira/6Fev2026
05 fevereiro, 2026
EM TEMPOS DE TORMENTA... AVANCEMOS ATÉ QUE O SOL NOS APAREÇA!
Avancemos, até que o Sol nos apareça
Uns dizem palavras de desalento
Outros que esperam ter esperança em Maio
A maior parte, não fala e quando saio
Oiço queixas veementes de tão mau tempo
Resguardo-me dos estados de alma
E do silêncio resignado e mudo
Avanço chuva adentro, que não se acalma
Sem esperar que lave os males deste mundo
Meu irmão falou-me de relâmpagos, na escarpa
A nuvem falou-me de trovões e do vento
Um raio que parta tudo isto, ouvi neste momento
Desabafo da impotência que daquela voz se escapa
Avancemos, chuva adentro
Chuva adentro
Até que o Sol nos apareça, e brilhe
como se fosse AbrilRogério Pereira - Fevereiro/2016
04 fevereiro, 2026
REPORTAGEM DA CAMPANHA DO TAL CANDIDATO... EM FORMATO DE BANDA DESENHADA
02 fevereiro, 2026
POR QUE RAZÃO A EXTREMA-DIREITA ESTÁ A CRESCER EM PORTUGAL ?
(transcrições de um trabalho do economista Eugénio Rosa)
POR QUE RAZÃO A EXTREMA-DIREITA ESTÁ A CRESCER EM PORTUGAL ? – Os muitos ricos estão a ficar cada vez mais ricos e a maioria da população pobre está cada vez mais pobre.Muitos portugueses, nomeadamente aqueles que têm acesso fácil aos órgãos de comunicação social e que, dessa forma, condicionam a opinião pública, espantam-se, não compreendem e insurgem-se mesmo pelo facto de tantos portugueses serem atraídos e votarem nos partidos da extrema-direita. A ascensão da extrema-direita é um facto que está a acontecer em todos os países da U.E., e em outros países como a Inglaterra e os EUA e na América Latina. Esse espanto e incompreensão resulta, a nosso ver, de se esquecerem que é o “ser que determina a consciência” , e não o contrário, ou seja, as condições materiais da vida influenciam de forma decisiva as opções da maioria dos indivíduos” . A deterioração das condições de vida da maioria da população, o aumento das desigualdades e a incerteza em relação ao seu futuro, tudo isto agravado por guerras e sanções, e agora pela corrida ao rearmamento da U.E. e os consequentes cortes nas despesas sociais (o SNS é já uma vítima), pela desagregação da globalização capitalista, pela fragmentação das cadeias de abastecimento, pela politica de Trump na tentativa de tornar os EUA, em claro declínio, “novamente grande”; tudo isto combinado com a incapacidade dos governos para inverter esta situação (as suas medidas só a têm agravado, ex. SNS, escola pública, pensões, etc.) estão a contribuir para toda esta grave crise politica e social. Neste artigo procuramos mostrar, com base em dados oficiais, como o agravamento das desigualdades e das condições de vida em Portugal constitui um contributo importante para tornar o discurso populista da extrema-direita mais apelativo, incluindo junto de jovens que não conseguem vislumbrar um futuro com perspetivas e levar muitos portugueses a votarem neles.AS DESIGUALDADES ENORMES NA DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA EM PORTUGAL NÃO PARARAM DE AUMENTAR ENTRE 2011 E 2024: os ricos estão cada vez mais ricos (+200400 M€), e metade da população pobre continuou na pobreza (+13437 M€)
Para aceder ao estudo integral, ver aqui
30 janeiro, 2026
BRUCE... O RESISTENTE ANTI-FASCISTA
Ruas de Minneapolis
Pelo gelo e frio do inverno
Pela avenida Nicollet
Uma cidade em chamas lutou contra o fogo e o gelo
Sob as botas de um ocupante
O exercito privado do rei Trump, direto do DHS
Cinto de armas em seus casacos
Vieram para Minneapolis para fortalecer a lei
Ou, é o que a historia deles conta
Contra as fumaças e balas de borracha
Na primeira luz do amanhecer
Os cidadãos se uniram em prol da justiça
Suas vozes tocaram pela noite
E lá tinha pegadas de sangue
Onde dеveria ter havido misericórdia
E dois mortos, dеixados para morrer nas ruas cobertas neve
Alex Pretti e Renee Good
Oh, nossa Minneapolis, eu te ouço
Cantando pela névoa de sangue
Nós defenderemos esta terra
E os estranhos em nossa volta
Aqui, em nossa casa, eles vagaram e mataram
No inverno de '26
Nós vamos lembrar dos nomes daqueles que morreram
Nas ruas de Minneapolis
Os capangas federais de Trump espancaram
Seus rostos e seus peitos
Então, ouvimos os tiros
E Alex Pretti cai na neve morto
A alegação deles foi de legítima defesa, senhor
Não acredite em seus olhos
É nosso sangue e ossos
E esses apitos e telefones
Contra as mentiras sujas de Miller e Noem
Oh, nossa Minneapolis, eu te ouço
Chorando pela nevoa de sangue
Nós vamos lembrar dos nomes daqueles que morreram
Nas ruas de Minneapolis
Agora, eles dizem que estamos aqui para ficar acima da lei
Mas eles desrespeitam nossos direitos
Se sua pele é preta ou marrom, meu amigo
Você pode ser questionado ou deportado na hora
Em nossos cantos para expulsar a ICE
O coração e alma da nossa cidade persistem
Pelo vidro quebrado e lágrimas de sangue
Nas ruas de Minneapolis
Oh, nossa Minneapolis, eu te ouço
Cantando pela névoa de sangue
Nós defenderemos esta terra
E os estranhos em nossa volta
Aqui, em nossa casa, eles vagaram e mataram
No inverno de '26
Nós vamos lembrar dos nomes daqueles que morreram
Nas ruas de Minneapolis
Nós vamos lembrar dos nomes daqueles que morreram
Nas ruas de Minneapolis
















