"O investimento na educação foi efectivamente uma força motriz da transformação de Cabo Verde.
Funcionou como elevador social. Pessoas que ascenderam rapidamente na hierarquia de prestígio social graças à democratização do acesso ao ensino.
Filhos de um ministro, de um pescador, de um carpinteiro, de um pedreiro, estudavam na mesma escola pública. Podiam fazer um curso de Medicina, Direito ou Arquitectura nos Estados Unidos, em França , em Lisboa, em São Paulo.
Foi uma mudança extraordinária."
Este era o texto que estava no post da São Banza e vejam só o que me fizeram:
Cabo Verde foi sempre um caso à parte, mesmo antes do 25 de Abril havia vários jovens a frequentar a recruta em Mafra de onde sairiam alferes.
ResponderEliminarAbraço
ESte meu post, tem dupla mensagem:
EliminarUma, tu comentaste
Outra, passaste ao lado, mas é aquela que faz com que eu apareça
de um modo gera, a reCAPTCHA não deixa...
Não dramatizes, Rogério‼️
ResponderEliminarIsso acontece-me muitas vezes.
Tenta sempre até conseguires.
Se vês „mãos estranhas“ precisas de férias 🏖️
Se sou um dramaturgo
Eliminarcomo não dramatizar
E... se partir para férias
corro o risco de aqui não voltar
👌Excelente resposta👌
EliminarTambém já me aconteceu, mas poucas vezes!
ResponderEliminarAbraço
A mim, a frequência com que acontece, desespera-me
EliminarAbraço triste
Em primeiro lugar, agradeço que tenhas partilhado a minha publicação sobre Cabo Verde, que adorei conhecer e onde passei o 25 de Abril em 2006 .
ResponderEliminarO Blogger anda desatinado há muito tempo : desesperemos, mas não desistamos !!
Abraço e tudo de bom :)
Nunca lá estive, e tenho pena. Quase percorri África inteira, Angola, Moçambique, Guiné, Swazilandia e Argélia...
ResponderEliminarAbraço agradecido
Acontece Rogério, não foi privilégio só seu ...rs
ResponderEliminarquisera os problemas desse mundinho nosso fossem desse nível.
Mas, valeu a reclamação _ obrigada por trazer a São para nós .
Abraço grande abraço, Rogério.