11 agosto, 2015

Porque foi relembrado hoje... de dois mil e doze


POEMA A DUAS MÃOS
(Semear no mar, colher em terra)
O som das gaivotas desfiando a tarde
O fundo do horizonte a rendilhar
A névoa que se avista
O delírio do mar em convulsões de marés
O desvario da imaginação
O sonho que os olhos do poeta pintam
Sonho sem o ser?
Vá se lá saber...se nem ele sabe.

Sabes, poeta?
Ainda te espero, a declamar
Versos resgatados das areias e
levantados do chão.

Rogério Pereira / Piedade Araújo Sol
(sobre um comentário semeado em "Esta noite" em 6 de Novembro de 2012 )

3 comentários:

  1. 2012, não conhecia este blogue. Logo para mim o poema é novo.
    E é muito bonito.
    Um abraço

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  2. pois foi!
    obrigada Rogério.
    enternecida fiquei...
    beijo

    :)

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