Ao fim da manhã, ela ligou-me e tratou-me pelo nome, o que só por si já era um sintoma. Foi com voz muito dorida que me pediu ajuda e logo saí disparado direitinho a sua casa para, de seguida, a levar à farmácia. Aí, a jovem farmacêutica quase acreditava que eu era seu neto. Após sorridente desmentido, ambas se deram ao trabalho de lhe ajustar o colete imobilizador do braço lesado. Sugeri uma foto da Maria João, com elas de costas. Disse a mais experiente "nem pensar" e assim pousaram sorridente.
De seguida, de-mos um salto ao Centro de Saúde e foi-lhe aceite uma consulta. Tratamento esmerado, mas limitado pois ela já anda nadando em medicação. De qualquer forma mais uns comprimiditos... e lá voltámos à farmácia. Tudo aviado, fui leva-la a casa. À despedida, nem lhe perguntei se se sentia melhor pois percebi, no trajecto, que os gritos e ais foram quase nulos...
Eram 16h quando comi uma sopinha...
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