21 junho, 2026

COMO SABEM, EU ESCREVO, ESCREVO, ESCREVO! VEJAM SÓ AS ADVERSIDADES QUE EU ENFRENTO!


Em próxima obra, que irá ser um conto ilustrado, poderão ler:
Por opção do autor, dá-se aqui destaque ao tema deste conto e às motivações para a sua ilustração e não à sinopse (resumo). A primeira versão do conto ocorreu em dezembro de 2021 e a sua publicação veio a acontecer com a sua inserção no livro “Contos para serem contados” cuja primeira edição viria a ocorrer em maio de 2022. Esta e a edição seguinte viriam a ser doados às crianças das escolas de ensino básico. O tema das alterações climáticas tem vindo, desde aquelas datas a ser cada vez mais preocupante pois somam-se os fatores que tendem a agravar o aquecimento global. Mas foi a perceção do forte impacto no uso da IA (inteligência artificial) o principal fator que levou à decisão da presente publicação. Entenda-se que o autor tem consciência de infraestrutura que suporta a IA consumir níveis colossais de energia e água. Segundo dados fornecidos pela própria IA, estima-se: que os centros de dados possam consumir até 3% de toda a eletricidade global; que os servidores requerem sistemas de refrigeração maciços, consumindo biliões de litros de água e criando "ilhas de calor"; que há um muito forte impacto na “Pegada da Carbono” pois uma única consulta a modelos generativos pode consumir até 10 vezes mais energia do que uma pesquisa web tradicional.
Assim, a presente obra é um alerta dirigido a um vasto público, muito para além das crianças...
Sobre o que o Júlio Machado Vaz diz sobre a IA até apetecia juntar a este alerta (ouvir, metendo o cursor a partir do minuto 35...)



 

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