Exatamente, Rogério . Tão sem importância que mesmo assim sentimos quando nosso time cai antes da etapa final. Quando o Brasil saiu pensei: ainda tem Portugal e não resultou ... Não acompanho futebol, mas gosto da Copa para apreciar os Países se encontrando num torneio bonito e colorido . Um abraço apertado para nos confortar, rs e boa semana .
Ah! gostei muito da sua fala na publicação anterior ,num sotaque aportuguesado que se não tivesse a legenda alguma palavra escapava ... rs gosto desse sotaque tão diferente do meu Brasil onde dizem que falamos o mesmo idioma ... será? rs
Essa é uma expressão que gostas de repetir. Assim que li o título sabia que a dita cuja viria a seguir. : )
Essa expressão é habitualmente atribuída a Arrigo Sacchi, um treinador, reconhecido como um dos melhores, que se reformou-se em 1999 - há 27 anos. [Informações adquiridas da wikipédia.]
Considerando a profunda evolução e o impacto que o desporto desenvolveu nestes últimos 30 anos, passando de futebol tradicional e local para uma dimensão global fez com que essa expressão se tornasse desatualizada. Eu iria mais longe e substituiria o adjetivo para “antiquíssima”. Os jogadores de futebol passaram a ser atletas de elite. Têm mais seguidores nas redes sociais que os próprios clubes. Consideremos o exemplo de Cristiano Ronaldo, que já ultrapassou os mil milhões de seguidores (confirmei na net). O futebol cria empregos em variadíssimos setores e tem um profundo impacto no desenvolvimento social e pessoal, que se reflete por arrasto nas comunidades. Se excluirmos o que se passou nos Estados Unidos, o desporto há muito transcendeu barreiras sociais e políticas. Há tanto de positivo para realçar: a forma empolgante como as pessoas acompanham os jogos, a comunhão no entusiasmo e até um forte sentimento de pertença. O futebol é, indubitavelmente, um fenómeno moderno ao qual devemos abrir os braços. : )) Fico por aqui que isto já vai longo.
Exatamente, Rogério . Tão sem importância que mesmo assim sentimos quando nosso time cai antes da etapa final. Quando o Brasil saiu pensei: ainda tem Portugal e não resultou ... Não acompanho futebol, mas gosto da Copa para apreciar os Países se encontrando num torneio bonito e colorido .
ResponderEliminarUm abraço apertado para nos confortar, rs e boa semana .
Ah! gostei muito da sua fala na publicação anterior ,num sotaque aportuguesado que se não tivesse a legenda alguma palavra escapava ... rs gosto desse sotaque tão diferente do meu Brasil onde dizem que falamos o mesmo idioma ... será? rs
EliminarEssa é uma expressão que gostas de repetir. Assim que li o título sabia que a dita cuja viria a seguir. : )
ResponderEliminarEssa expressão é habitualmente atribuída a Arrigo Sacchi, um treinador, reconhecido como um dos melhores, que se reformou-se em 1999 - há 27 anos. [Informações adquiridas da wikipédia.]
Considerando a profunda evolução e o impacto que o desporto desenvolveu nestes últimos 30 anos, passando de futebol tradicional e local para uma dimensão global fez com que essa expressão se tornasse desatualizada. Eu iria mais longe e substituiria o adjetivo para “antiquíssima”.
Os jogadores de futebol passaram a ser atletas de elite. Têm mais seguidores nas redes sociais que os próprios clubes. Consideremos o exemplo de Cristiano Ronaldo, que já ultrapassou os mil milhões de seguidores (confirmei na net).
O futebol cria empregos em variadíssimos setores e tem um profundo impacto no desenvolvimento social e pessoal, que se reflete por arrasto nas comunidades. Se excluirmos o que se passou nos Estados Unidos, o desporto há muito transcendeu barreiras sociais e políticas. Há tanto de positivo para realçar: a forma empolgante como as pessoas acompanham os jogos, a comunhão no entusiasmo e até um forte sentimento de pertença.
O futebol é, indubitavelmente, um fenómeno moderno ao qual devemos abrir os braços. : ))
Fico por aqui que isto já vai longo.
Não sou apreciadora, mas fiquei triste, quando Portugal joga, queria que ganhasse.
ResponderEliminarMas, nem sempre pode ser....
Boa semana
:)