12 agosto, 2016

Fogos & negócios (3)


Nenhum negócio é bem sucedido se não houver mercado. E não se chega ao mercado sem a adequada publicidade. E as televisões não param de inebriar pirómanos e dar os resultados na medida dos hectares ardidos, das frentes de fogo activas. A prova do sucesso, por vezes dada em directo, dos actos criminosos estará indexado às condições de pagamento? Não sabemos. Diz quem sabe, haver "onda terrorista devidamente organizada". Não me admiro nada pois o "mercado" está animado e bem promovido (as televisões não param de colocar as câmaras em cima de majestosas chamas).
Quanto vale o negócio?
Não sabemos. Mas temos uma ideia: "Cada hora de voo de um Kamov custou 35 mil euros"

2 comentários:

Anónimo disse...

Descurar a eficácia dos meios de combate ao fogo, é crime de negligência, sem dúvida... e também me parece que, como em tudo o mais, as grandes catástrofes se estão a transformar numa espécie de doentios "reallity shows"...

Abraço!


Maria João

Lídia Borges disse...

Se algum investimento fosse feito na força aérea e a ela dada a responsabilidade do combate aos incêndios, estes seriam menos, seguramente.

Lídia