Sob o lema “Aumentos dos salários e pensões emergência nacional! Contra o aumento do custo de vida e o ataque aos direitos”, milhares de trabalhadores estiveram, esta tarde, nas ruas.
O Governo, conhecendo a fé dos humilhados e ofendidos depositam na sorte e o investimento que estes fazem no jogo da Raspadinha, estará convencido que essa fé na sorte de que saia qualquer coisinha será um fator dissuasor da luta. E não terá sido por acaso que encomendou ao CES um estudo a fim de apurar "Quem Paga a Raspinha". Desse estudo, destaco:
«Em 2018, os portugueses gastaram perto de 1,6 mil milhões de euros em raspadinhas - 4,4 milhões por dia - o que equivale a 160 euros por pessoa.
No mesmo ano, em Espanha foram gastos cerca de 600 milhões, o que representa cerca de 14 euros por pessoa.
Portugal é o país da Europa com maior gasto per capita em raspadinhas, o que representa mais do dobro da média europeia.
Em 2019, a receita com a raspadinha cresceu 7,8% face ao ano anterior, atingindo 1.718 milhões de euros.»
Mas... a luta continua!
A luta justifica-se. Vamos a ela.
ResponderEliminarEstou nela, apesar de condicionado...
EliminarAQUI 🇩🇪 a luta também continua …
ResponderEliminarOntem, houve demonstrações na rua.
São por todo o lado... em Paris, A galardoada com o Prémio Nobel da Literatura, Annie Ernaux, encabeçou um manifesto assinado por quase 70 pessoas a apelar à participação na manifestação neste domingo, contra o aumento do custo de vida.
EliminarOs subscritores do documento, assinado na maioria por escritores, académicos e artistas, exortam à união de forças para protestar "contra o custo de vida e a inação climática".
Também por aqui a luta continua, embora eu não possa sair à rua.
ResponderEliminarEu sei
EliminarE julgo que te representei
Em toda a minha vida , fiz duas raspadinhas ... o que faz aumentar ainda mais o gasto por pessoa.
ResponderEliminarAbraço amigo, boa semana
Eu fiz uma... e saiu uma migalha
Eliminarpor sinal, até me esqueci de levantá-la
Abraçinho
Nunca joguei a raspadinha, nem tenciono jogar. Estamos numa sociedade em que as pessoas se convenceram de que o dinheiro não vem de quem trabalha, mas antes cai do céu aos trambolhões para quem tiver «sorte». E assim os casinos online e offline vão faturando e faturando e faturando...
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