17 fevereiro, 2020

Eutanasem-nos


70% de quem necessita* tem acesso negado?
Eutanasem-nos, e fica o caso arrumado! 
(Estou eu a ironizar, claro!)
 *A necessidade refere-se a cuidados continuados, que são caros. Se se limpar o sebo aos pacientes necessitados usam-se processos mais baratos. 
Este raciocínio é deslocado e e estúpido? Então leia-se este outro mais claro e lúcido... 

16 fevereiro, 2020

Sermão dominical, palavra da Rita - 13 (Dê-se ao trabalho de conhecer melhor o trabalho)

Trabalho foi isso que a Rita disse no princípio,  no meio e no fim. O trabalho é ainda isso agora. E o trabalho virá a ser o que a Rita espera que seja, ou seja em consequência, o fim da exploração do homem pelo homem.
São alguns minutos de trabalho seu. Veja!

15 fevereiro, 2020

A "Camarinha»

«Se fizermos o histórico aos acordos que patrões, governos e a UGT firmaram na Concertação, verificamos que há mais de 20 anos discutem a “competitividade”, acordam medidas, e que o país continua amarrado a uma estrutura produtiva de baixo valor acrescentado, mais dependente do exterior, com menos meios e recursos para responder aos problemas de quem vive, trabalha e trabalhou no nosso país.
Porque não desistimos, porque queremos avançar no presente e construir um novo futuro, porque, como ficou bem espelhado no nosso Congresso, não há direito que seja conquistado sem a luta»
Isabel Camarinha

14 fevereiro, 2020

Em dia de São Valentim, deu-me pr´aqui...

(reeditado)
Já tinha, há uns anos atrás, realizado profundas reflexões em torno das atracções entre almas. Nos meus laboratórios das almas e da física fui pesquisando e encontrando o mesmo tipo de resultado: Almas de sinal diferente é que se atraem. Um, sem muito procurar, encontra no outro coisas de espantar. Uma qualquer surpresa ou pequeno segredo revelado são de mútuo agrado. O que uma alma não faz, faz a outra e vice-versa. Completam-se. A atração é permanente e a relação duradoura, pela vida fora. Discutem, discutem, discutem. Quase sempre não há acordo mas aceitam-se um ao outro (caso se respeitem, sendo o respeito uma regra básica e exterior à própria física das almas). Fiz ensaios e experiências com almas de sinais iguais e se quer saber os resultados vá lá espreitar.
Contudo, porque na vida todas as certezas devem ser sujeitas à confirmação, procurei nos laboratórios da química a validação sobre se as almas gémeas mantém relações eternas e se as que não são mantém maior e mais longa união. Dizem, que no amor, a química explica tudo. Assim, rodeei-me de balões de ensaio, pipetas, buretas, bicos de bunsen e de uma boa dúzia de lamelas e coloquei as amostras recolhidas em cada uma delas. Amostras de hormonas e neurotransmissores, minhas e dela, para tentar perceber se, pela via da ciência, explicava o que nos vai na alma, aquele magnetismo incontrolável, o desejo irrefreável, a vertigem sentimental que nos liga. 
Deu tudo certo, como aliás já tinha dado. 
Preparava-me para simular o que se passaria entre almas gémeas, com as químicas delas, quando um texto me desviou do intento e desisto. 
Essa história das almas gémeas não passa de um mito. Mito giro: