13 maio, 2014

Ena com canudo, vale tudo!

Fundada na segunda metade do século XVIII, a quinta do Marquês de Pombal, no centro de Oeiras, tem a sua área nobre, a chamada Quinta de Baixo, onde se encontram os jardins e o palácio, classificada como monumento nacional desde 1953. Adquirida em 2004 à Fundação Gulbenkian pela Câmara de Oeiras, esta parcela da propriedade acolheu até há poucos anos o antigo Instituto Nacional de Administração.
Os restantes 80% da quinta, a chamada Quinta de Cima, "vai por água abaixo"?

7 comentários:

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Uma pergunta que não se fica apenas aí na tua área.
Esta pergunta é para o resto do país votado aos interesses políticos.
Um dia faz-se a festa e no dia seguinte vende-se para realizar fundos do tesouro não sei de quem...

Rosa dos Ventos disse...

Vão parar às mãos de especuladores imobiliários que ali farão um condomínio de luxo para vender aos chineses!

Graça Pereira disse...

Ai se o Marquês de Pombal fosse vivo.... Outro galo cantaria! Assim...vamos indo ...cantando e rindo, como cantávamos nós num outro tempo...parecido com este, numa nota mais grave,
Beijo e uma semana feliz,
Graça

heretico disse...

eles "vendem" tudo... eles "vendem" tudo...

abraço, caro Rogério

O Puma disse...

Cheira-me a Coelho

Fernando Lopes disse...

Em boa verdade...eles fazem e nós vamos deixando. Não será altura das forças políticas e sociais se manifestarem---pelo menos por aqui em Oeiras. Este concelho, quase por acaso, detém ainda complexos patrimoniais que fazem a diferença - Quinta Real de Caxias, Cartuxa de Laveiras, Palácio e Quinta dos marqueses de Oeiras.

Fê blue bird disse...

Infelizmente essa água abunda por todo o lado.

beijinho