26 maio, 2017

Sem atacar a génese da coisa, a coisa cresce... qualquer coisa, até mesmo o terrorísmo...


Depois de cerca de 2800 posts, é quase impossível evitar que me repita. Mas faz sentido insistir pois a imprensa talvez nunca o tenha dito. Regresso ao tema, por interposta pessoa:
«O caso particular do bombista de Manchester parece ser ainda mais explícito: dizem-no filho de «fugitivos» ao regime líbio de Muammar Khaddaffi, agora cidadão britânico que se terá «licenciado» em terrorismo islâmico junto dos grupos de assassinos que a NATO usou para derrubar o mesmo Khaddaffi e a seguir transformaram o território líbio numa anarquia produtora de terroristas. O terrorista de Manchester é, pois, um fruto da «libertação da Líbia» pela Aliança Atlântica, desencadeada com especial envolvimento do governo de Londres.
Em pouco mais de duas palavras: os familiares dos inocentes de Manchester, Londres, Paris e Nice deveriam antes pedir responsabilidades aos governos dos seus países por fomentarem o terrorismo que os vitimou.»
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2 comentários:

Anónimo disse...

Há, por aí, quem diga que afinal não existem "mensagens sublimiares". Airma-se que seriam imediatamente detectadas e "filtradas", ou que se diluiriam completante no "ruído de fundo", perdendo as suas características de subliminaridade... talvez sim, talvez estejam correctos. Pergunto-me, no entanto, se a comunicação incompleta, sugerida, tendendenciosa, não terá exactamente o mesmíssimo efeito...
(sei que me entenderás)

Abraço!


Maria João

Elvira Carvalho disse...

Atacar? Como se pode ao mesmo tempo acabar com aquilo e continuar a vender-lhes armamento? Israel? Está a fazer aos palestinianos o mesmo que Hitler Lhes queria fazer. Sem câmaras de gaz, e mais lentamente, mas o fim é o mesmo. Destruí-los.
Um abraço