Estou sozinho no mar largo
Sem medo à noite cerrada
O minha mãe minha mãe
O minha mãe minha amada
José Afonso
Por vezes, da alma me sai
Falando a quem quero bem
Sou mais que teu pai
Sou mesmo quase tua mãe
Rogério Pereira
«Quem estava não tinha procurado a praia e fazia o que sempre ali se fazia, conversava. Conversava, de tudo e de nada até que, pela frequência com que passavam flores, o velho engenheiro, comentou o dia e o negócio que proporciona, dissertando pelo consumismo. Depois falámos de mães e de mulheres, de mulheres e de mães, a seguir de nossas filhas e das mães delas. Não falámos de nós a não ser por falarmos delas e percebemos quanto as admirávamos sem lhes endereçar um só adjectivo e ficando os elogios perdidos no que cada um ao outro contava. Antes de irmos, cada um à sua vida, deixámos quase sentenças:
- "Somos a mãe que tivemos", sentenciou ele.- "Não é boa mãe quem quer, mas quem soube e o pode ser", disse, antes de me despedir.»
reeditado com pequenos acertos, de conversas antigas
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Eu não recebi flores, mas recebi chocolates e a presença sempre reconfortante do meu filho e com ele também veio à baila o outro, vem sempre que estamos só os dois.
ResponderEliminarAbraço
Que melhor reconforto
Eliminarneste dia
de o filho por companhia
e a memória desse outro
Abraço feliz
por ti
Este anónimo sou eu, a Rosa dos Ventos!
ResponderEliminarEstava longe de saber, mas... suspeitei
EliminarSer mãe exige paciência e renúncias que nem todas as mulheres estão dispostas a enfrentar.
ResponderEliminarMais logo venho acrescentar mais alguma coisa sobre o tema que colocas. Para já... fica isto
Eliminar"Em seis décadas, o número de nascimentos em Portugal caiu para menos de metade. No início dos anos de sessenta, havia mais de 200 mil nascimentos por ano no país. Atualmente, esse número é inferior a 85 mil (84 642, em 2024). A tendência de declínio dos nascimentos não é nova, como se vê, mas nos anos recentes adquiriu uma intensidade reforçada.
Em 1982, o número médio de filhos por mulher caiu abaixo de 2,1, considerado o limite da substituição de gerações.
Na década seguinte, em 1994, esse indicador ficou, pela primeira vez, abaixo de 1,5 filhos por mulher, valor que é considerado crítico para a sustentabilidade de qualquer população, inviabilizando uma recuperação das gerações no futuro se tal nível se mantiver durante um longo período.
Para além de termos menos filhos, somos mães e pais cada vez mais tarde. Agora, as mulheres têm, em média, o primeiro filho aos 30 anos, 3,2 anos mais tarde do que acontecia há apenas duas décadas. Esta maternidade mais tardia, ou adiada, aproxima o momento em que as mães têm o primeiro filho do seu limite biológico de fertilidade diminuindo, deste modo, a probabilidade de terem muitos filhos."
Obrigada pelo poema de Camões lá no comentário ,seus poemas também são bons ,pode me deixar alguns que vou gostar rs
ResponderEliminar_ e Dia das Mães é sempre um dia festivo , seja presente ou ausente, estão sempre no coração. aqui festejamos no segundo domingo de maio, o próximo. Boa semana, Rogério - abraços de mais perto ( estou na Suiça) .
Aceito o desafio de vir a partilhar poemas meus no teu espaço. Até porque... sou vaidoso
Eliminare
vivam todas as mães do Mundo.
Estás na Suíça? è dos poucos países europeus que não conheço...
Abracinho
Beautiful blog
ResponderEliminarThank You
EliminarPlease read my post
ResponderEliminari don't speak English
Eliminari'm so sorry
Todos os teus escritos,
ResponderEliminarquando não provocatórios,
nos trazem grande saber e mais-valia,
sejam em que data for porque neles há
sempre empenho e muito Amor!
Grande abraço, querido Amigo.
És tão querida...
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