10 julho, 2012

Gimonde? Gimonde, fica onde? Traz-me os montes? Quais montes?...

Não sei. Não sei, se à semelhança de outros lados, esses também ficam sem cuidados. Sem médicos, sem centros de saúde, sem escolas, sem transportes e outras sortes, dessas de quem vive (e diz-se que viveu) acima das sua possibilidades. Nesta ignorância confessada, fico pois sem saber o que responder ao pedido de quem me pede para lhe trazer os montes, com uma súplica: saudosa de sua infância "Traz-me os montes". Medito na forma de resposta ao pedido e lembro-me do ditado, tantas vezes por mim citado: "Se Maomé não vai à montanha, que vá a montanha a Maomé". Assim, pego em mim, e procuro que montes lhe levar. É que dá para escolher: Desde o da "venda" de uma réstia de esperança  à real desesperança, passando por um inqualificável abuso de confiança , conduzido por um maestro conhecido:

Vá meu amigo, destes montes escolha o que mais lhe aprouver.
 Sortudo, hein?, dá para escolher:


Escolha isto...  assim ouvido.. é um paraíso



Ou escolha esta outra versão... tem um "porém": não está lá (quase) ninguém...



... ou embarque no gozo promocional de uma aldeia global....

<>O<>

Senhor maestro Vitorino, esse hino é um enxovalho e um desatino.
Pelo sim, pelo não, mobilize-se pela Petição...