14 março, 2017

Não, não é a fila para a compra da raspadinha...


Em 2012, segundo a Visão, a Santa Casa derramou no mercado mais de 270 milhões de bilhetes de raspadinhas, o que, contas feitas, dava 26 cartões por cada um dos 10 562 178 portugueses apurados nos últimos Censos.
Em 2015, a raspadinha registou um crescimento de 55% face a 2014.
Em 2016 não há números... mas, felizmente, ainda não é preciso ir para a fila às 7 da matina para comprar uma raspadinha.
Isto é, custa muito mais ser pobre do que custa candidatar-se a ser rico...

6 comentários:

  1. Porque apenas isto me ocorre dizer, aqui vai; tive o enorme privilégio de nascer e crescer entre gente que, podendo ser "rica", o não era, por opção.

    Explicando-me melhor, direi que as causas dos ricaços estado-novistas eram, sem excepção, preteridas pelo meu avô poeta - que era também advogado - em favor das causas de muitos que não podiam pagar senão simbolicamente, através de uma galinha, de alguns Kgs de batatas, ou de um saco de feijão seco. A esse pequeno/grande orgulho, nenhum "pesadelo americano" mo pode roubar.

    Abraço!

    Maria João

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  2. Muito boa a canção e a interpretação! Esses sim eram bons musicais. Não é a "pepineira" do La La Land...

    Beijinhos ricos...

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    1. ...Graça, que tal?
      É ou não
      melhor que o original?

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