26 março, 2017

Na net, um amigo aparece e desaparece com a mesma emoção que causa uma bola de sabão. Só que o google fica baralhado



Sou mau faissebuqueano e essa displicência perante as redes sociais traça-me um perfil que o google custa a engolir. Outra coisa que dribla os mais sofisticados algoritmos e filtros é que eu considero todo mundo como sendo do meu "interesse" e isso confunde o algoritmo. O google desconhece a palavra "interessante", para o filtro o que conta é a palavra "amigo". 
Talvez por isso, quando entro, quase nunca cumprimento  e quando saio, nunca me despeço. 
Se aqui no blogger acham que tenho 400 amigos, esqueçam. O que tenho é a seguir-me 400 pessoas interessantes. 
Se no faissebuque tenho 998 amigos, esqueçam. O que tenho é essa imensa massa de gente que um dia resolveu bater-me à porta e eu abria-a. Depois não fui a casa deles e isso baralhou o algoritmo.

Contudo, sou amigo do meu amigo, mas o google não tem nada a ver com isso... 

NOTA IMPORTANTE: Pode encontrar legendas em português, procurando no canto inferior direito...

4 comentários:

Anónimo disse...

Ora bem! Penso exactamente como tu e desconheço completamente 95% dos meus mil e não sei quantos hipotéticos leitores. Amigos, amigos... são poucos, claro. Ultimamente, por força das circunstâncias, pouco ou nada interajo no FB...

Abraço.

Maria João

Elvira Carvalho disse...

Também nunca andei muito pelo FB e ultimamente ainda ando menos. Dos 782 amigos, uns 2% são família, uns 10% por cento são amigos reais, vizinhos e colegas da UTIB, e o resto, são como diz gente que bate à nossa porta, e que abrimos por nos parecer interessante.
O vídeo... não sei inglês!
Um abraço e uma boa semana

Zélia Guardiano disse...

Muito interessante!Matéria boa para minha reflexão, já que não compreendo muito bem minha presença no face. Gostei! Forte abraço.

São disse...

Sempre apreciei mais a blogosfera do que o facebook

O bom das redes sociais é que encontrei pessoas que não via há anos

Tudo de bom e feliz fim de semana