09 abril, 2017

ONU, ONU, para que nos serves tu? - III


A imagem retrata uma manipulação reconhecida pela BBC que a veio a retirar depois de uma chuva de críticas após “acidentalmente” usar uma foto tirada no Iraque em 2003 para ilustrar o “insensível massacre de crianças” em 2016, na Síria. O texto a que me refiro alude a mais casos de montagens para atingir os objectivos precisos: causar uma onda de indignação para fins que copiam outros já realizados e com os resultados conhecidos. Foi no Iraque e tudo se encaminha para ser também assim na Síria, caso se venha a concretizar o derrube de Bashar al-Assad.

Hoje, é irrefutável que terá havido mesmo a matança que a imprensa afirma ter havido. Quanto aos responsáveis... é mesmo melhor ver o vídeo e depois tirem as V. conclusões:

8 comentários:

AvoGi disse...

As crianças são sempre as mais atingidas
Kis :=}?

Rogerio G. V. Pereira disse...

Essa verdade já La Palice a disse

Só que a questão é outra...

Anónimo disse...

A questão parece-me óbvia; a manipulação da opinião pública é uma arma de precisão cada vez mais sofisticada e de longo, longo alcance... muito eficaz porque nos atinge exactamente onde somos mais vulneráveis.

Abraço triste.

Maria João

Francisco Manuel Gentil Apolónio disse...

Ora! Para o que há-de ser?
Senão para o capitalismo/imperial se manter!

Lídia Borges disse...

O mundo está tão cheio de palavras doentes.
A violência não tem cor, nem pátria nem credo, nem raça... nem lugar a explicações. É violência e como tal, guerra. E esta só se explica pela falência total da racionalidade que, dizem, o homem possuir.

Bj.

Lídia

Rogerio G. V. Pereira disse...

São inesgotáveis os recursos os recursos de quem governa o Mundo

e há quem não faça o mínimo esforço para o entender

Rogerio G. V. Pereira disse...

Rimas

Rimas como eu

Rogerio G. V. Pereira disse...

Lídia,

Basta que sobreviva um só humano que haja com racionalidade para que eu acredite na humanidade

A violência treina-se e educa-se
Os credos ganham aderentes
mais fundamentalistas que os crentes
As Pátrias alugam-se
As raças se atiçam

E tudo tem na vida uma explicação