Não concordo com a postura de Moira Simões. Pessoalmente, considero-a, digamos, exclusivista. A boa maternidade não se restringe a um pequeno grupo, como ela dá a entender. Nem todas as mulheres podem ter filhos biologicamente – Moira ignorou a infertilidade médica, que é uma realidade cada vez mais abrangente nos dias de hoje. Ao ler esta afirmação, deduzo que ela enquadre a verdadeira maternidade como um dom raro que, lamentavelmente, exclui as mães “comuns” que trabalham arduamente para criar os seus filhos, muitas vezes sem apoio familiar. Sabemos que educar os filhos exige muita paciência, dedicação, e uma aprendizagem constante – afinal, as crianças não nascem com um manual de instruções – pelo que considerar este “dom” como estando reservado a apenas algumas parece-me um exagero.
Não concordo com a postura de Moira Simões. Pessoalmente, considero-a, digamos, exclusivista. A boa maternidade não se restringe a um pequeno grupo, como ela dá a entender. Nem todas as mulheres podem ter filhos biologicamente – Moira ignorou a infertilidade médica, que é uma realidade cada vez mais abrangente nos dias de hoje. Ao ler esta afirmação, deduzo que ela enquadre a verdadeira maternidade como um dom raro que, lamentavelmente, exclui as mães “comuns” que trabalham arduamente para criar os seus filhos, muitas vezes sem apoio familiar.
ResponderEliminarSabemos que educar os filhos exige muita paciência, dedicação, e uma aprendizagem constante – afinal, as crianças não nascem com um manual de instruções – pelo que considerar este “dom” como estando reservado a apenas algumas parece-me um exagero.
Uma estranha afirmação.
ResponderEliminarEu digo que todos somos filhos, mas nem todos o sabem ser!
Abraço