12 setembro, 2011

Em Braga, ninguém "delirou". Os discursos foram bem arrumadinhos, iguais e por isso previsíveis. Mal de mim, sonhando com impossíveis

"A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar"
Este post devo-o a Gisa, a uma sua amável prenda. Amável e oportuna. Galeano fala-nos do que ansiamos ouvir... Obrigado Gisa (ela é capaz de não saber o que se passou em Braga. Se me perguntar, dir-lhe-ei: Não se passou nada)