06 setembro, 2016

A Festa, o poder imenso da Imprensa e a surpresa de Pacheco Pereira

Foto de Eduardo Baptista
«O crime em si é já uma imperfeição. Esta tirada filosófica, vem a propósito, e uma vez mais, da censura canalha da RTP1 paga por todos nós.
4 de setembro de 2016. Recuperei o início do jornal da manhã e, às seis e meia (6.30 da manhã) tive a grata surpresa de ver uma peça muito correta sobre a ‘Festa do Avante’. Com a ingenuidade natural a quem está sempre disposto a acreditar na regeneração de gente menos sã, exclamei para os que me rodeavam: Já não era sem tempo!
No noticiário das nove dessa mesma manhã a notícia tinha sido castrada e a ‘peça’ insossa e reduzida aos banais vinte e poucos segundos.»
José Pacheco Pereira, aqui
Só pode ser ironia do acima citado pois se há quem saiba, até à medula, as teias que a nossa imprensa tece, esse é ele.
Por ventura não é o único a ter tal saber. Hoje sabe-se que os media terão a sua própria agenda. Quanto ao poder que detém, ele pode fazer eleger um presidente ou até fazê-lo destituir. Esconder a Festa é pois tão só e apenas a forma de ir adiando o ponto em que usará todo o poder de que dispõe. Por enquanto basta ir omitindo, manipulando.

O vídeo abaixo não trata a realidade nacional, mas quem diz que haja diferença nos processos?