29 outubro, 2017

Alberto Garzón, outro saramaguiano (se não me engano)


3 comentários:

Anónimo disse...

Desculpa-me se me excedo, mas... no actual contexto político - e histórico -, com todas as lições que temos vindo a "aprender" (da pior maneira...) sobre o péssimo funcionamento do princípio dos vasos comunicantes na Europa, não me sinto lá muito tentada a imaginar Portugal debaixo das asinhas de um rei...

No actual contexto histórico, repito, com o capitalismo quase no auge e de garras bem abertas sobre o mundo inteiro.

É uma opinião muito pessoal que publicarás, ou não, segundo entendas por bem.

Abraço!

Maria João

Lídia Borges disse...

É uma situação muito sensível sobre a qual me sinto meio perdida, como numa jangada de pedra, à deriva. Por um lado simpatizo muito com Artigo 7º da nossa Constituição (gostaria que fosse universal) onde se lê, no ponto 3 o seguinte: "Portugal reconhece o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão." Por outro lado, a questão prática e a sua real praticabilidade deixam-se muito apreensiva.

Lídia

maceta disse...

com os nacionalismos em ebulição suspeito que essa previsão não se concretize...