A manhã correu bemA tarde tambémA Olívia assinoue foi ultrapassado o óbice da impressoraÀ directora da escolacheguei à horaAo director da outracheguei à horae só um pouco atrasadoao director do outro lado...Foi atencioso, simpáticoele, mais que eu,também chegou atrasadoA Gabriela ligou-medispensou-mede lhe ouvir lamuria, pois afinalo seu trabalho não estava assim tão mal...Meio da tarde, tudo entregueao VereadorFim da tarde, telas encomendadaspor bom preço e valorÀ noite, aproveitando as energias que ainda sobravamEnviei para aprovarem. E aprovaram!E o conviteficou assim
03 abril, 2019
Ufa! Foi uma correria!
02 abril, 2019
De Greta a Jerónimo, (quase) o mesmo discurso ecológico
«Vivemos num mundo estranho, onde ninguém se atreve a olhar para além dos nossos sistemas políticos atuais, embora esteja bem claro que as respostas que procuramos não se encontram dentro da política de hoje.»
Greta Thunberg
«...bem se pode dizer que é legítimo defender que o transporte público deveria ser crescentemente desmercantilizado e ter como objectivo ser, no essencial, gratuito, assumindo o Estado, e em particular o capital, os custos de funcionamento do sistema. Mas sobretudo porque uma política alternativa centrada no interesse público tem que ser desamarrada da estrita visão do transporte olhado a partir do “económico”, para o ver e garantir como um direito mais geral inerente à vivência social, ao acesso à fruição e ao acesso a bens culturais, com as suas inegáveis vantagens de melhoria das condições de vida e protecção ecológica e ambiental.»
Afinal todos os dias são "Dia das Mentiras"
Não, desta vez não cito António Aleixo. Cito o Expresso. Cito-o depois de me ter citado a mim mesmo, em "O PS e coisas que a gente não esquece". É preciso que a verdade vá marcando terreno...
01 abril, 2019
Dia da mentira... tolerada
O elétrico ia como sempre ia, àquela hora. Ia meio vazio e a nove-à-hora. Minha mãe ia enfadada porque não me dava calado pois eu ia lendo tudo o que era anúncio, letreiro ou aviso, de nariz encostado contra o vidro, vaidoso e exuberante pelos meus precoces conhecimentos de leitura
Chegando o revisor picou o bilhete* que minha mãe lhe estendera e quando ia para passar à frente, deu um passo atrás, questionando-me directamente:
- "E o menino que idade tem?"
- "A minha mãezinha disse-me para eu dizer que tenho quatro", e estendi de repelão a mão com cinco deditos trémulos, mas bem esticados...
Debaixo do bigode farto, de inspiração republicana, o revisor esboçou um largo (e cúmplice) sorriso.
______________
* Bilhete foi um título de transporte único até 1976. Foi graças à Revolução de Abril que apareceu o passe-social e foi preciso esperar 22 anos para que uma proposta fosse colocada e aprovada e o passe passasse a ser gratuito até aos 13 anos.
Mudar o mundo não custa muito, leva é tempo!
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