08 dezembro, 2022

Poesia (uma por dia) - 60

(reeditado)

Até que o Sol nos apareça

Uns dizem palavras de desalento
Outros que esperam ter esperança em Maio
A maior parte, não fala e quando saio
Oiço queixas veementes de tão mau tempo

Resguardo-me dos estados de alma
E do silêncio resignado e mudo
Avanço chuva adentro, que não se acalma
Sem esperar que lave os males deste mundo

Meu irmão falou-me de relâmpagos, na escarpa
A nuvem falou-me de trovões e do vento
Um raio que parta tudo isto, ouvi neste momento
Desabafo da impotência que daquela voz se escapa


Avancemos, chuva adentro
Chuva adentro
Até que o Sol nos apareça, e brilhe                           como se fosse Abril  
Rogério Pereira


07 dezembro, 2022

CELEBRANDO ARY DOS SANTOS (Morreu? Quem disse?)

 

 Se estivesse vivo, faria hoje 86 anos. Que a memória de um dos nossos maiores poetas de sempre não se perca! Nem como poeta de Abril nem como poeta das mais belas canções...

05 dezembro, 2022

O QUE É, NA VERDADE, UMA IMPOSSIBILIDADE

 

Na verdade, uma impossibilidade é, tão só e apenas, aquilo que ainda não aconteceu. Quis dar um exemplo ou outro, mas tropecei "numa aula" onde Pepe Escobar dá uma panorama vasto do muito que julgamos impossível mas que bem pode estar perto de nos entrar pela porta adentro.  A começar pelo regresso do fascismo...

01 dezembro, 2022

PARA QUANDO A NECESSÁRIA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA ?

 O 1º de Dezembro de 1640, celebra a data em que Portugal se torna independente de Espanha.

O 1º de Dezembro de 2009, assinala a data da entrada em vigor do TRATADO DE LISBOA, data em que Portugal perde a sua independência em favor da União Europeia.

Para não entrar em muitos e diversos exemplos de tal perda de soberania, basta referir que a nossa Assembleia da República só pode votar o Orçamento de Estado se este antes tiver sido submetido à apreciação da prévia da Comissão Europeia.

A nossa imprensa, que deixou de o ser, para assumir o papel de comunicação social, não perde tempo com a informação. Para que se perceba onde quero chegar, lembro algumas intervenções do Congresso de Jornalistas em 2017, onde se fala da perda de dignidade .

Já não compro jornais, e vejo televisão só para avaliar até onde chegam os limites da manipulação e da omissão.

E, já agora uma sugestão:

Saiba mais sobre as modalidades de subscrição, aqui.